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NEGRA COR

A sessão OLHARES deste mês traz o trabalho do fotógrafo Petrolinense Rubens Henrique, uma compilação de ensaios fotográficos feitos com mulheres negras.

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Com o passar das décadas, as construções sociais e estéticas foram e são embasadas num modo europeu de beleza. Modo este, de pele na cor branca, cabelos lisos e olhos claros. Tais estereótipos perpetuam por todas as esferas, sejam sociais, estéticas, políticas, etc. Aqui no nosso país não é diferente. Este modelo de tipo ideal europeu é imposto escancaradamente para uma população que tem seu maior percentual NEGRO. Logo, tal padrão estético não se encaixa e nem representa a mulher brasileira, que majoritariamente é negra, fazendo deste, uma grande máquina de inversão de valores e de coerção social. No entanto, o movimento de empoderamento está crescendo e mostrando pra essas mulheres que ter o cabelo black e assumir suas raízes é mais do que necessário para a quebra destes conceitos e tipos ideais pré-estabelecidos.

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É para colaborar com este movimento que o fotógrafo petrolinense Rubens Henrique está desenvolvendo o projeto fotográfico NEGRA COR. Criado pelo fotógrafo em maio deste ano, o projeto reúne uma compilação de ensaios fotográficos feitos com mulheres negras no intuito de fortalecer a representatividade de um povo que é maioria e ainda é tratado como recorte.

O projeto já conta com 6 álbuns e ainda está em andamento. Os ensaios são feitos em locações externas e com um detalhe; todas as locações não foram visitadas tanto pela modelo quando pelo fotógrafo até o momento da sessão, tornando deste momento único para todos os envolvidos.

O NEGRA COR surge para mostrar, não só para as mulheres negras, mas para toda a população negra, que não estão sozinhos. Que representatividade importa sim e que precisa-se seguir adiante com o movimento de empoderamento, quebrando todos os conceitos pré-estabelecidos de tipos ideais europeus na nossa sociedade.

Rubens esteve participando de uma mesa redonda no I festival Afrocoletividade que celebra o mês da consciência negra no último dia 10 de novembro onde dialogou sobre as questões que envolvem o negro na mídia. No mesmo evento ele ministrou uma oficina fotográfica.

Confira abaixo algumas fotos do projeto NEGRA COR de Rubens Henrique

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Olhares

Pela janela do ônibus

A seção Olhares desse mês, traz o projeto fotográfico “Pela Janela do Ônibus.” O trabalho é uma realização independente do fotografo e estudante de jornalismo, Caio Alves.

O projeto fotográfico “Pela Janela do ônibus”, uma produção independente do fotógrafo e estudante de jornalismo, Caio Alves. As fotos são registros que o juazeirense fez do seu celular ao se deslocar em coletivos públicos entre Juazeiro-BA e Petrolina-PE.

“Ando de ônibus quase todos os dias, e para passar o tempo pego o meu humilde celular e faço algumas fotos das paisagens, pessoas e da agitação da cidade. Então surgiu a ideia de criar uma série de fotos feitas a partir desse meu deslocamento: de casa para o trabalho, do trabalho para casa.”.

Caio também é autor de outros projetos como a série Os Encantos do Velho Chico: ‘Não deixe o rio morrer’, que mostrar as belezas do Rio São Francisco e também alertar a população que vive às margens do “Velho Chico”, como é carinhosamente conhecido, para a sua preservação.

 

Para visualizar mais fotografias, ente no site e no instagram do fotógrafo.

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Notícias

Exposição “Travessia” será aberta ao público na próxima terça-feira (19)

Abertura da Exposição “Travessia” é inspirada nas barquinhas que fazem o percurso Petrolina/PE e Juazeiro/BA.

Travessia - foto - Lizandra Martins (3)Abertura da Exposição “Travessia”, realizada pela fotógrafa Lizandra Martins, vai acontecer na próxima terça-feira (19) às 20h na Galeria de Artes Ana das Carrancas.

O projeto fotográfico é inspirado nas barquinhas que fazem o percurso Petrolina/PE e Juazeiro/BA. A exposição estará disponível gratuitamente para visitação entre os dias 20/04 a 01/07/2016, de terça a sexta das 8h às 20h, sábado e domingo de 16h as 20h.

Lizandra, apesar da pouca idade, tem uma longa estrada na cobertura de vários eventos culturais na região do Vale do São Francisco e começou a fazer seus trabalhos autorais registrando aquilo que a sensibiliza, às vezes, artesãos que trabalham com madeira na Oficina do Artesão (Petrolina), depois brincantes da cultura popular e diversos outros olhares sobre o cotidiano.

Travessia - foto - Lizandra Martins (5)A exposição Travessia surgiu da observação da fotógrafa sobre o percurso que as barquinhas fazem de Juazeiro/BA e Petrolina/PE, pois residindo em Petrolina e cursando Pedagogia na UNEB em Juazeiro a travessia sempre foi uma opção defendida por seu olhar.

“Eu vivencio o que eu fotografo”, diz a fotógrafa sobre a forma com que se relaciona com seus temas, “as fotografias da exposição foram feitas com um celular, pois levar a câmera profissional para a faculdade ia necessitar de toda uma logística, as fotos não puderam ser ampliadas em tamanhos gigantes pelo próprio suporte no qual foram capturadas”

A fotografia da região terá na exposição de Lizandra um olhar sensível, feminino e plural, a jovem artista revela nas suas fotografias cenas banais do dia-a-dia transbordantes de poesia e reveladora da riqueza plástica das nossas passagens cotidianas.

Travessia - foto - Lizandra Martins (4)Segundo a artista plástica, Edneide Torres, “O que atravessa aponta para o transitório, o que passa. No leito do São Francisco o que atravessa passa de uma margem a outra e possibilita o surgimento de outros espaços, afinal, o que passa ancora nas margens e modifica a paisagem. O que não salta aos olhos é o que modifica no atravessador, que na ação cotidiana nem sempre nota as marcas que o atravessam.”

Na vernissage que acontecerá na próxima terça feira (19/04) teremos o cantor e compositor Maurício Dias trazendo a música, tão presente no trabalho de Lizandra Martins e fazendo um elo com o, também, fotógrafo, poeta e compositor Euvaldo Macedo Filho que está sendo homenageado na exposição. 

 

Serviço:

Exposição Fotográfica: Travessia

Fotógrafa: Lizandra Martins

Curadoria: Chico Egídio

Texto Crítico: Edneide Torres

Realização: SESC

Apoio: Associação Raízes

Quando: Abertura: 19/04 – terça-feira as 19h

Visitação de 20/04 a 01/07/2016

De terça a sexta das 8h às 20h, sábado e domingo de 16h as 20h

Quanto: Gratuito

Onde: Galeria de Artes Ana das Carrancas

SESC Petrolina – Contato André Vitor Brandão

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Exposição “Memórias” será lançada no próximo dia 23

As fotos foram feitas em Fortaleza, Petrolina, Juazeiro e Salvador.

ARTE CORRETAO projeto fotográfico “Memórias “, do  fotógrafo cearense Francisco Lopes, será exposto para a população do Vale do São Francisco a partir do dia 23 de Março. A exposição que é  composta de fotos em preto e branco tiradas nas décadas de 1960 e 1970,  ficará em exposição no prédio da reitoria da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) até o dia 15 de abril de 2016.

Segundo o fotógrafo, as fotos revelam objetos e locais que já desapareceram ou foram substituídos. “Muitos foram destruídos pela ação do homem, no seu intuído de inovar, renovar. Substituindo o belo pelo o que é do seu agrado pessoal, e não mais do agrado coletivo.” declarou Francisco.

As fotos foram feitas em Fortaleza, Petrolina, Juazeiro e Salvador. Francisco é fotografo amador e engenheiro agrônomo. Ele nasceu no Ceara e começou a fotografar com 18 anos.

O fotógrafo faz fotos tanto em cores como em preto e branco e gosta de fazer fotos de arquitetura, e macrofotografias de flores e  folhas de plantas. Além disso, também fotografa o sertão e seus habitantes e o rio São Francisco.

Em seu curriculum como fotografo, Francisco acumula prêmios, Diploma de Qualidade Excepcional em Fotografia, e diversos ensaio fotográficos publicados em revistas conceituadas.

Fotos que fazem parte da exposição:

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Olhares

“As cores de Caboclo”

A primeira edição de 2016 da nossa seção “Olhares”, traz a beleza das cores de Caboclo, povoado localizado no município de Afrânio-PE, a 829 km do Recife. O projeto fotográfico é um dos trabalho do fotógrafo Cearense, Francisco Lopes.

RETRATO DE LOPEAFoi para registrar os momentos que acontecem na vida e preservar a memória do pacato povoado de Caboclo, localizado no município de Afrânio-PE, que o fotógrafo cearense, Francisco Lopes resolveu produzir o projeto fotográfico “As cores de Caboclo.”.

Série nunca foi exposta e possui 18 fotografias que foram que foram produzidas no ano de 2013. Através das obras, fazemos uma viagem pelo lugar que parece cenário de filme.

O fotógrafo eternizou em suas fotos, as pequenas casas, construídas em adobe (tijolos cru), de fachadas coloridas que dão ainda mais um ar histórico ao povoado.

Francisco é fotografo amador e engenheiro agrônomo. Ele nasceu no Ceara e começou a fotografar com 18 anos.

Faz fotos tanto em cores como em preto e branco. Gosta de fazer fotos de arquitetura, e macrofotografias de flores e  folhas de plantas. Além disso, também fotografa o sertão e seus habitantes e o rio São Francisco.

Em seu curriculum como fotografo, Francisco acumula prêmios, Diploma de Qualidade Excepcional em Fotografia, e diversos ensaio fotográficos publicados em revistas conceituadas.

Confira parte  da série: As cores de Caboclo.

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Olhares

Os Encantos do Velho Chico: ‘Não deixe o rio morrer’

A seção Olhares desse mês, traz o projeto fotográfico “Os Encantos do Velho Chico: ‘Não deixe o rio morrer’.” O trabalho é uma realização independente do fotografo e estudante de jornalismo, Caio Alves.

O objetivo dessa série Os Encantos do Velho Chico: ‘Não deixe o rio morrer’, é mostrar as belezas do Rio São Francisco e também alertar a população que vive às margens do “Velho Chico”, como é carinhosamente conhecido, para a sua preservação.

O projeto é uma produção independente do fotógrafo e estudante de jornalismo, Caio Alves.  O juazeirense começou a fotografar o Rio em 2013 e atualmente a série é composta por mais de 300 fotografias.

Caio  já percorreu seis cidades ribeirinhas para compor o projeto: Juazeiro-BA e Petrolina-PE, Curaçá-BA, Sobradinho-BA, Pilão Arcado-BA, Remanso-BA.

Em 2014, o fotógrafo realizou duas exposições com algumas fotografias dessa série. As exposições foram realizadas na Universidade do Estado da Bahia – Campus Juazeiro e na Ilha do Fogo. A exposição na Ilha do Fogo, foi para comemorar o aniversário de 513 anos de descobrimento do rio São Francisco.

Segundo o Caio, o projeto ainda não está finalizada. “Essa série sempre vai ganhando mais componentes (fotos) e pretendo finaliza-la em 2017.”. Declarou.

Para visualizar mais fotografias, ente no site e no instagram do fotógrafo.

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