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Vereador Gilmar Santos emite nota sobre casal LGBT que foi agredido na Ilha do Fogo

“Somos contra qualquer forma de violência, não acreditamos em uma sociedade em que não se respeite a vida humana, em que os direitos humanos não vigorem na instituição das relações de sociabilidade”, diz a nota.

Foto: Reprodução

O vereador Gilmar Santos (PT), divulgou hoje em seu site http://gilmarsantos.org/ uma nota em que repudia veementemente a agressão sofrida por um casal LGBT na Ilha do fogo. Segundo informações, o casal já estava deixando a Ilha na noite do último sábado, 05, quando de repente se deparou com dois homens que os agrediu com pauladas, e quando estes indagaram porque estavam sendo agredidos eles teriam respondido: “viado tem que morrer”. Os jovens não conseguiram identificar os agressores e como já estavam chegando ao portão de saída fugiram, mesmo estando machucados.

Conforme informações eles já teriam prestado queixa na delegacia. Confira abaixo a íntegra da nota emitida pelo vereador:

“O Mandato Coletivo do Vereador Gilmar Santos recebeu com muita indignação a notícia do caso de homofobia que aconteceu na Ilha do Fogo. Um casal de namorados gays foi brutalmente e covardemente atacado. Enquanto levavam pauladas ouviram que pessoas como eles deveriam morrer, numa demonstração cruel do ódio ao diferente que impera em nossa sociedade, e que também é legitimado pelas nossas instituições. A homofobia ceifa vidas todos os dias no Brasil, somos o país que mais mata a população LGBTQI+ por crime de ódio.

Somos contra qualquer forma de violência, não acreditamos em uma sociedade em que não se respeite a vida humana, em que os direitos humanos não vigorem na instituição das relações de sociabilidade. Somos contra ao total abandono em que está a Ilha do Fogo, onde não observamos nenhum investimento do poder público, inclusive da prefeitura de Petrolina/PE que nunca se comprometeu na garantia da segurança e dos demais cuidados necessários a esse local de lazer da nossa população, população que também é LGBTQI+ e precisa ter seus corpos respeitados e preservados”.

É esperado que a polícia investigue o caso e que os agressores sejam punidos. Este blog também repudia esse ato covarde de violência e desrespeito a pessoa humana.

 

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Estudante chama a atenção do poder público de Juazeiro para a situação em que se encontra o local embaixo do “M”, na Orla I.

Segundo a estudante vândalos que fazem uso daquele local abriram a parede onde no passado começaram uma obra que nunca foi concluída, acumulando todo tipo de lixo, dejetos e esgoto oriundo dos bares da Orla.

Gabriella AmaralDurante o movimento em defesa das margens do Rio São Francisco, “Faxina no Velho Chico”, realizado neste fim de semana em Juazeiro-BA, uma das organizadoras fez um apelo ao poder público e a Vigilância Sanitária do município.

A estudante  Gabriella Amaral chamou a atenção do poder público para o estado em que se encontra o local embaixo do “M”, na Orla I. “Queremos fazer um apelo a Vigilância Sanitária, ou ao órgão competente do governo, para que venha olhar a situação deste local, o quanto de sujeira, fezes, água parada, isso com certeza é foco de muitas doenças”, alertou.

Ainda segundo Gabriella, os vândalos que fazem uso daquele local abriram a parede onde no passado começaram uma obra que nunca foi concluída, acumulando todo tipo de lixo, dejetos e esgoto oriundo dos bares da Orla.

“Nós sabemos que a culpa não é da prefeitura, existe muito vandalismo na cidade, por isso que este local está assim. O que estamos solicitando é em benefício de todos. Nós nem podemos mexer neste local, porque é perigoso, podemos nos contaminar, então o que a gente pede é que a equipe da Vigilância Sanitária ou o órgão competente venha a este local fazer uma intervenção”, concluiu.

Fazendo uma avaliação da ação de limpeza  Gabriella Amaral, disse que está satisfeita porque o projeto atingiu o seu objetivo. “A faxina foi muito importante para o Rio São Francisco, porque estava um descaso, a sujeira tomando conta, a gente nem pôde limpar mais devido a tanto lixo que tinha, lixos minúsculos”, avaliou a estudante.