Espaço do Leitor

Professor de Matemática Petrolinense Lança Livro com Enigma de 2000 anos

Texto do leitor Antonio Damião Oliveira da Silva, Guarda Municipal Petrolina e Graduado em Matemática FFPP.

Vezes por outra aparecem pessoas com conhecimentos acima da média que assombra o mundo com tal genialidade. Nesse artigo quero blindar meus caros leitores, com a extraordinária capacidade do professor Sóstenes.

Ele não reside num país distante, ou lugar exótico desse imenso planeta, pelo contrário, na cidade de Petrolina no Estado de Pernambuco. Sóstenes é um amigo particular que tem minha admiração por ser extremamente simples, um coração voltado para Deus e que não tem nenhuma vaidade por ter uma mente fértil e um conhecimento aguçado relacionado à sua área de formação: Especialista em metodologia do ensino da Matemática, pela Universidade de Pernambuco- UPE e professor do IF Sertão Petrolina.

Espero que tal proeza possa despertar interesse de alguma revista ou telejornal de nosso país, vez que é a primeira pessoa que chega a algumas conclusões relacionadas ao tema proposto. Não existe livro ou registro que traga considerações a respeito do assunto no mundo.

O jovem professor através de acuradas investigações e estudando nas altas madrugadas o relato do milagre dos pães e peixes em duas ocasiões (Mt14:13-21; Mc6:30-44; Jo6:1-14; Lc9:10-17), decifrou ou descobriu a quantidade de peixes do segundo milagre de Jesus, pois, a Bíblia afirma que havia apenas sete pães e alguns peixinhos, e alimentou quatro mil homens, fora as mulheres e crianças como afirmam os evangelhos (Mt15:32-39; Mc8:1-10;). Quantos eram as quantidades de peixes do segundo milagre de Jesus nessa ocasião? Profundamente religioso, buscou persistentemente uma resposta a fim de exaltar e engrandecer o nome de Cristo em suas pesquisas e descobertas. Ele conceituou como o Enigma matemático de Jesus Cristo.

Zero o número de Deus é um livro de cunho religioso e matemático e aborda assuntos relacionados com a Bíblia e mostra de forma cristalina a relação existente entre ambas. Embora acredite que existem alguns números que represente a Deus, o zero segundo ele, representa o Todo Poderoso com mais propriedade.

Além disso, todo número tem seu simétrico, ou seja, seu oposto, como Deus é único, e, isso é uma verdade contida na Bíblia, o mesmo não pode ser representado por outro número, exceto o zero, por não ter simétrico. O arguto professor faz uma série de comparações, assim como não podemos medir a grandeza de Deus, também não podemos medir o zero. Como Deus o pai eterno é o centro de toda obra da criação, o zero, é o centro da reta real. Além disso, o zero tem a característica da onipresença, pois, em qualquer conjunto cujo número de elementos é zero, o mesmo está presente. Prosseguindo em sua linha de raciocínio, ele mostra em símbolos matemáticos a relação entre Deus o pai e seu filho Jesus Cristo.

Conclusivamente, o Pai e o filho estão numa mesma relação de igualdade, poder, natureza, espécie, essência e divindade absoluta, tendo como base a afirmação do evangelho de João capítulo 10, onde é dito que “Eu e o Pai somos um”, declaração do próprio Cristo. Graficamente através da reta dos quadrantes é demonstrado que somente o Criador pode equilibrar o mais e o menos infinito. De igual modo, o zero é o ponto de equilíbrio matemático da reta real, porque a sua direita tem o mais infinito e sua esquerda o menos infinito. Como o zero é a origem dos eixos cartesianos em matemática, assim Deus também é a origem de todas as coisas perfeitas. Maiores explicações buscar o brilhante matemático Aroldo Ferreira Leão, professor da UNIVASF que sabe melhor definir a beleza do zero puro.

Voltando a questão do Enigma matemático, o autor argumenta com bastante convicção que existe uma relação do primeiro milagre com o segundo, são situações correlacionadas. O jovem professor utilizou conhecimento de matemática básica, relação trigonométrica, tangente, e simetria. Para ter uma base de sustentação sólida, o mesmo utilizou a teoria do círculo perfeito e imperfeito, o círculo do relógio, porque acredita que Deus o instruiu a chegar a essas conclusões, portanto, é uma relação de fé e de ciência matemática. Argumenta que o circulo fechado mostra perfeição e um círculo inacabado são as obras humanas, porque tudo o que o Senhor começa ele termina e os homens sempre deixam a desejar em algum aspecto. O círculo geométrico tem sido utilizado no cristianismo como símbolo de eternidade, por não ter princípio e nem fim, como de igual modo é Deus o eterno. Na verdade Jesus sendo o centro do relógio e os 12 discípulos representando as horas, uma perfeita divisão em partes iguais. Até os dias de hoje não surgiu ninguém que tenha chegado a essa conclusão.

Os cálculos levaram o autor afirmar que a totalidade de peixes do segundo milagre foram 10, embora lá registre alguns peixinhos.  A resolução de tal enigma como o professor conceituou, fora validado por dois grandes professores conceituados em suas áreas. O professor, doutor em matemática, Mário Luiz Crispino, da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE, câmpus Recife, autor de vários livros na área de ciências exatas, dentre eles, Variedades Lineares e Hiperplanares, um dos grandes matemáticos do país no campo da análise matemática e o PHD em física, professor Cleomácio Miguel da Silva. Eu o convido a mergulhar de corpo e alma no livro Zero o número de Deus, link no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=t6L0ZKPy5wE

Antonio Damião Oliveira da Silva (damis.oliver@hotmail.com)

Guarda Municipal Petrolina

Graduado em Matemática FFPP

 

Notícias

Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas está com inscrições abertas

Podem participar alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.

171b913e-12e5-4989-9e48-08e59cf99a97Escolas públicas de todo o País podem inscrever seus alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio na 12ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). As inscrições começam nesta segunda-feira (22) e vão até o 1º de abril, no site da competição.

O processo de seleção dos estudantes tem duas fases: a primeira será no dia 7 de junho, e a segunda, em 10 de setembro. Os vencedores serão anunciados no dia 30 de novembro. Serão premiados 6,5 mil alunos (500 medalhas de ouro, 1,5 mil medalhas de prata e 4,5 mil medalhas de bronze) e concedidas cerca de 46 mil menções honrosas.

Os medalhistas poderão participar do Programa de Iniciação Científica Júnior (PIC-OBMEP), e o aluno com participação regular no PIC tem direito à bolsa de Iniciação Científica Jr. do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico (CNPq/MCTI).

Organizada pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa), a olimpíada tem como objetivo revelar e estimular talentos, além de incentivar o estudo da Matemática. Em 2015, a competição teve a participação de mais de 47,5 mil escolas, localizadas em 99,48% dos municípios brasileiros, que inscreveram cerca de 18 milhões de alunos na primeira fase.

De acordo com o diretor-geral do Impa, Marcelo Viana, a olimpíada tem sido instrumento extraordinário para a descoberta e o estímulo de talentos, em um País com baixo desempenho em Matemática na comparação com outras nações.

“Em muitas escolas e municípios em todo o País, ela [olimpíada] vem ajudando a mudar a cultura em torno da Matemática, estimulando professores a ensinar e os alunos a aprender a disciplina de modo muito mais motivador e ajudando a conectar a mesma com a experiência diária”, disse. “O ensino de Matemática proporcionado na maioria das salas de aula no nosso país é muito deficiente, rotineiro e desmotivante para o aluno”, avaliou.

Viana destacou que a competição tem oferecido oportunidades únicas para muitos estudantes Brasil afora. “O aluno Sandoel de Brito Vieira, de Cocal do Alves, Piauí, medalhista da OBMEP, acaba de ser admitido no programa de doutorado no Impa. O sonho dele é ser pesquisador em matemática, e ele está a caminho de realizá-lo”, citou.

A competição

Na primeira fase da OBMEP, o estudante precisa resolver 20 questões objetivas (múltipla escolha). A escola participante corrige as provas dos níveis 1 (6º e 7º anos do Ensino Fundamental); 2 (8º e 9º anos do Ensino Fundamental) e 3 (Ensino Médio) com base em gabaritos enviados pela coordenação do evento.

Os alunos com melhor pontuação são classificados para a segunda fase. Nessa etapa, precisam resolver seis questões dissertativas e expor os cálculos e o raciocínio utilizado nas respostas. Na segunda fase, que define as premiações, as provas são aplicadas em locais definidos pela coordenação da OBMEP e corrigidas por professores indicados pelo Impa.

Professores, escolas e secretarias de educação de municípios de medalhistas também ganham prêmios. Os critérios utilizados nas premiações podem ser consultados no site do evento.

A OBMEP é promovida com recursos do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação, com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM).

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil

Notícias

Jovens brasileiros ampliam resultados no estudo de matemática

Performance saltou de 356 pontos, em 2003, a 391 pontos, em 2012, aponta a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico

d20aee9c-9b7c-41ff-b722-f8a195a4a4e4O Brasil está entre os países que mais reduziram o número de estudantes na faixa de 15 anos com baixo rendimento em matemática no período de 2003 a 2012. Conforme dados divulgados pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Brasil conseguiu os maiores ganhos na performance em matemática, saindo de 356 pontos, em 2003, para 391 pontos, em 2012.

O relatório da OCDE, publicado nesta quarta-feira (10), recomenda que, para ampliar os ganhos de rendimento dos estudantes, os países aumentem o acesso à educação na infância, a oferta de atividades diferenciadas para alunos com dificuldades e o incentivo à participação dos pais e da comunidade na vida escolar.

O relatório traz uma nova análise do Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), divulgado em 2013, mas com dados referentes a 2012. O estudo “Alunos de baixo desempenho: Por que ficam para trás e como ajudá-los?” examina o baixo desempenho na escola olhando para a família, práticas escolares e políticas educacionais, entre outros fatores.

Outra recomendação para melhorar o desempenho em matemática e em ciências e leitura, áreas analisadas pelo Pisa, é oferecer programas especiais para imigrantes e estudantes de áreas rurais. De acordo com a OCDE, a proporção de alunos com baixo rendimento é maior entre os que vivem na área rural. A distribuição equitativa de recursos entre as escolas e a motivação de alunos e professores também são fatores que pesam no desempenho dos estudantes.

O relatório ressalta que o baixo desempenho dos alunos traz riscos como o abandono escolar, o acesso limitado a melhor remuneração no mercado de trabalho e menor participação política. “A redução do número de alunos de baixo desempenho não é apenas um objetivo em si mesmo , mas também uma forma eficaz de melhorar o desempenho geral do sistema de educação.”

No último Pisa, divulgado em 2013, entre os 65 países comparados, o Brasil ficou em 58º lugar. A avaliação, feita pela OCDE, é aplicada a jovens de 15 anos a cada três anos. A pesquisa mede o desempenho dos estudantes em leitura, matemática e ciências.

Fonte: Portal Brasil, com informações da Agência Brasil