Coluna K

O PT permitirá que Marília seja Candidata?

Já adentramos o mês de junho e o povo de Pernambuco segue sem saber se Marília Arraes, tecnicamente empatada nas pesquisas de opinião com o candidato à reeleição para o governo do estado, será candidata. O que se passa no interior do PT às vésperas da disputa de eleitoral?

*Tassia Rabelo

 

Na democracia representativa, os titulares do Executivo e membros do Legislativo são selecionados de acordo com a decisão dos eleitores, cujos votos são revertidos em cadeiras e instituem governantes. Entretanto, antes deste momento, e mesmo antes do início da campanha eleitoral, parte do jogo que definirá quem serão os eleitos é jogado longe dos holofotes, no interior dos partidos políticos. Neste período que precede as convenções, os partidos definem quais serão as opções disponibilizadas aos eleitores e em que condições cada candidato ou candidata disputará as eleições.

É no presente momento que está em curso a construção da tática eleitoral de todos os partidos. Neste artigo destacarei parte do debate que tem sido realizado no interior do partido que detém o maior número de cadeiras na Câmara dos Deputados e esteve à frente da Presidência da República por quatro vezes, o Partido dos Trabalhadores (PT).

Se a manutenção da candidatura de Lula à presidência já foi reafirmada em mais de uma ocasião pelo PT, que inclusive já realizou ato de lançamento de seu candidato, no plano estadual a posição do partido varia e, em alguns casos, como o de Pernambuco, segue bastante nebulosa. Aqui, o debate sobre a tática do partido no que tange à disputa do governo do estado, já extrapolou seus limites internos e vem ganhando espaço nas ruas. Já adentramos o mês de junho e muitos ainda se perguntam se o PT permitirá que Marília Arraes seja candidata à governadora.

Marília, originalmente filiada ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), rompeu politicamente com parte de sua família, os Campos, e no ano de 2016, em meio a uma profunda e multifacetada crise do PT, se filiou a este partido pelo qual foi eleita vereadora de Recife. Desde então esteve no front contra o golpe de 2016 e denunciou seus artífices. Dessa maneira demonstrou uma coerência e firmeza ideológica que a fez ser acolhida pelos petistas.

Crítica ao extremamente mal avaliado governo de Paulo Câmara, despontou também como alternativa ao poderio do PSB que há mais de uma década comanda o estado de Pernambuco. À despeito deste cenário, e ainda que a cada pesquisa a petista amplie sua preferência junto ao eleitorado e já se encontre em empate técnico com o candidato à reeleição, a possibilidade de que o número 13 não seja uma opção para os eleitores pernambucanos na disputa pelo governo do estado se mantém.

Enquanto Marília cresce, cresce também a articulação de seus adversários para impedir sua candidatura. Neste cenário chama a atenção a repentina mudança no calendário dos encontros estaduais do PT realizada, sem reunião presencial, pela Comissão Executiva Nacional (CEN) do partido na última terça-feira (05). Segundo nota divulgada pelo partido a alteração teria como base as articulações com partidos de centro-esquerda e a construção da tática nacional que tem como centralidade a candidatura de Lula.

Se a referida decisão trouxe preocupação aos defensores da candidatura própria, a nota da CEN do último sábado (09) foi mais explícita em suas intenções. Nesta a direção do PT reafirma que a definição de candidaturas estaduais terá que ser submetida antecipadamente à CEN; cita textualmente o PSB como um partido a ser procurado para a construção de uma aliança nacional; determina a construção de palanques estaduais preferenciais com o PC do B e o PSB; e afirma que: “Nos demais estados (que não são governados pelo PT) o PT deve priorizar as alianças com os partidos considerando a composição da nossa chapa de deputados federais e senadores, bem como buscando participação nas chapas majoritárias sempre que possível”.

Tais declarações apenas reforçam o alerta feito por setores internos ao partido que apontam que este pode vir a ser mais um caso de intervenção nacional, à exemplo da que devastou o partido no Rio de Janeiro no ano de 1998, e da que ocorreu em Pernambuco em 2012 – com efeitos não menos nocivos -, que impediu a candidatura à reeleição de João da Costa à prefeitura de Recife.

Mirando para este caso, não pretendo questionar a necessária autonomia política dos partidos, nem tampouco seu direito de definir sua tática eleitoral sem intervenções externas, mas sim apontar que tal autonomia não deve significar que os eleitores devam ignorar os processos construídos nesta arena, dado suas possibilidades de escolhas dependem das decisões internas aos partidos. É preciso que cada vez mais joguemos luz a esses processos para que deixe de ser aceitável que diminutas burocracias partidárias sigam tomando decisões unilaterais sobre assuntos que tem a capacidade de impactar a vida de um sem-número de pessoas.

A situação atual de Pernambuco é apenas um exemplo, mas vale destacar que em outros partidos sequer existem direções estaduais, ou encontros com delegados eleitos para debater a tática eleitoral. Nestes Comissões Provisórias se perpetuam no tempo, e decisões referentes a candidaturas em todo país podem ser tomadas em uma sala por um par de pessoas que também tem o poder de alocar recursos públicos para as candidaturas que bem entenderem. Ao não questionarmos o processo decisório no interior dos partidos deixamos de olhar a face que conforma a arena eleitoral, deixamos de fora da equação democrática um de seus elementos fundamentais.

Neste caso em específico é possível que a pergunta que abre esse texto seja respondida pelos delegados/as do Encontro Estadual do PT de Pernambuco, mas, a depender da resposta, esta poderá ser confirmada ou anulada por sua Direção Nacional. Tal decisão definirá se os eleitores de Pernambuco terão alternativas reais, ou se precisarão se contentar com o mais do mesmo nas eleições para o Governo do Estado.

Vivemos em um momento no qual a soberania do voto foi desrespeitada com o afastamento da presidenta Dilma, em que a desconfiança nas instituições é cada vez maior, tirar do povo a possibilidade de escolha e embaçar a compreensão deste processo por meio de uma aliança entre golpistas e golpeados, em nada contribui com este já tão difícil cenário em que nos encontramos.

 

* Tassia Rabelo é professora de Ciência Política da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

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Militantes do PT em ato de apoio a pré-candidatura de Marília Arraes

O ato ocorreu um dia depois do PT ter divulgado uma resolução que poderia limar a candidatura da vereadora

Marília Arraes não compareceu ao ato de apoio da sua candidatura neste domingo (10/06) / Foto: Divulgação

A pré-candidatura de Marília Arraes (PT) ao governo do Estado continua sendo trabalhada por uma parte do Partido dos Trabalhadores (PT) que considera a vereadora competitiva para a próxima eleição. Os apoiadores de vereadora fizeram um ato de apoio no auditório da sede do sindicato dos bancários, na Manoel Borba, área central do Recife que começou por volta das 11 horas e acabou no começo da tarde deste domingo (10/06). Isso ocorreu um dia depois da direção nacional do PT lançar, em Belo Horizonte, uma resolução afirmando que pretende fazer uma aliança com o PC do B e o PSB – partido do governador Paulo Câmara –, o que em princípio limaria a candidatura de Marília Arraes, porque Câmara vai concorrer a reeleição.

“A resolução traduz a situação. Não poderemos ter alianças picadas, nem em Pernambuco nem na Paraíba. Tem que resolver em todos os 11 Estados. É um pacote. O PSB terá que resolver as alianças em todos os Estados e declarar o seu apoio formal a Lula – o que é prioridade – fechando uma aliança nacional”, revela o secretário de Formação Política do PT, Múcio Magalhães, que passou a fazer parte desde ontem do Grupo de Tática Eleitoral (GTE) da sigla o qual atua nacionalmente. Quando discursou no evento, ele classificou a “resolução de ambígua, uma concessão para quem queria nos limar”.

E acrescenta: “Não aceitamos de jeito nenhum a retirada da pré-candidatura de Marília sem o apoio formal do PSB nos 11 Estados. Se for fechada uma aliança nacional, faremos o debate e o comando nacional terá legitimidade para retirar a pré-candidatura de Marília, que é boa para Pernambuco e o PT nacional”, conta.

DECISÃO

Ainda no evento, Múcio diz que “o PT pode decidir a eleição em Pernambuco”. A frase dele se baseia em dois indícios. Mesmo preso, o ex-presidente Lula (PT) vai puxar votos para o candidato que apoiar na próxima eleição em Pernambuco. E segundo, a pré-candidata Marília Arraes ficou bem posicionada numa pesquisa que o próprio PT divulgou na última semana, comparando com Paulo Câmara e o senador Armando Monteiro Neto (PTB). Durante o evento, Múcio chegou a dizer que “esse papo de aliança com o PSB só começou a existir porque a candidatura de Marília virou uma ameaça a Paulo Câmara.

Outra entusiasta da candidatura de Marília é a deputada estadual, Teresa Leitão. “A candidatura de Marília se expandiu para fora do PT. Essa é uma plenária de respaldo ao que vamos fazer, como vamos nos pautar pra se manter a favor do PT, de Pernambuco e da nossa candidata”, defende a parlamentar. O PT tem pelo menos oito tendências e há quem acredite que uma parte da militância não vai aceitar a retirada da pré-candidatura de Marília.

Inicialmente, neste domingo seria uma reunião dos militantes do PT para avaliar as pré-candidaturas. Com a resolução lançada no sábado (09/06), o evento passou a ser um ato de apoio a Marília que não compareceu. Segundo a assessoria de imprensa da pré-candidata, ela passou o dia em reuniões com a agenda fechada e não poderia ser divulgado mais informações sobre os encontros. Entre os militantes, a versão é de que ela não foi ao evento para não acirrar mais os ânimos entre os seus apoiadores e a direção nacional do partido, o que já está ocorrendo. O auditório do sindicato tem 260 lugares e ficou lotado. Também estiveram presentes cerca de 40 dos 300 delegados que o PT tem no Estado. Grandes nomes do Estado, como o senador Humberto Costa não foram ao ato nem o presidente estadual do PT, Bruno Ribeiro.

As pré-candidaturas ao governo do Estado do ex-prefeito de Petrolina, Odacy Amorim, e do militante José de Oliveira serão retiradas de pauta por orientação da presidente do partido (em nível nacional), Gleisi Hoffmann, segundo informações da secretária de Comunicação da legenda, Sheila Oliveira.

Questionado sobre o não comparecimento ao evento, Bruno Ribeiro conta que o cargo de presidente exige cautela e não pode estar apoiando pré-candidaturas, embora converse com todos. “A aliança (com o PSB e PC do B) ainda não se concretizou e é natural que Marília e os seus apoiadores continuem trabalhando. “Se houver a aliança, isso muda o cenário em vários Estados, inclusive em Pernambuco. A resolução deixou claro que a prioridade é a aliança. Os desafios do País pedem a união dos partidos de centro-esquerda”, defende Bruno. Ele argumenta que não comenta, pela imprensa, as orientações de Gleisi Hoffmann, se referindo a retirada das outras duas pré-candidaturas da legenda.

 

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Petistas falam sobre pré-candidatura de Marília Arraes. Para Ferro, o PT de verdade está com Marília Arraes, não é o PT que fica fazendo negociatas nos esgotos do Palácio

Clube Internacional do Recife ficou pequeno para abrigar militantes do PT e simpatizantes da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco. Parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, ex-parlamentares e ex-prefeitos do Partido dos Trabalhadores se somaram aos representantes de mais de 90 Municípios pernambucanos.

Ato em defesa da candidatura de Marília Arraes lotou o Clube Internacional do Recife na manhã de Domingo (20). Foto: Instagram Marília Arraes

Apenas a burocracia partidária que inclui até manobras para cooptação financeira de delegados e imposição de votação secreta para não expor como votaram os delegados cooptados poderá tirar da vereadora Marília Arraes a vitória no próximo dia 10 de junho, quando 300 delegados das mais diversas correntes do PT escolherão entre ter uma candidatura própria encabeçada por Marília ou o apoio à reeleição do governador Paulo Câmara, do PSB, a quem os próprios petistas sempre atribuíram a pecha de golpista e de co-responsável pelos votos que decidiram pelo impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff, colocando Michel Temer no comando do País. Foi o que ficou demonstrado no ato realizado ontem no Clube Internacional do Recife, que ficou pequeno para abrigar militantes do PT e simpatizantes da candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco.

Parlamentares, prefeitos, vice-prefeitos, ex-parlamentares e ex-prefeitos do Partido dos Trabalhadores se somaram aos representantes de mais de 90 Municípios pernambucanos que se fizeram presentes ao Ato para demonstrar aos defensores da aliança com o PSB, capitaneados pelo senador Humberto Costa, que defende a aliança por acreditar que só com o apoio e a estrutura financeira do PSB conseguirá ser reeleito para o Senado, que repudiam qualquer possibilidade de aliança que leve ao apoio à reeleição de Paulo Câmara, ainda mais diante da possibilidade do próprio PT sagrar-se vencedor do Pleito, diante da amplitude que já alcançou a pré-candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco, comprovada inclusive em recentes pesquisas divulgadas pela mídia local e nacional que a colocam em empate técnico tanto com Paulo Câmara quanto com Armando Monteiro, que diferentemente de Marília Arraes contam com o recall da campanha anterior, quando ambos protagonizaram a disputa pelo governo de Pernambuco com a vitória de Paulo Câmara logo no primeiro turn

O Blog da Noelia Brito se fez presente ao evento e entrevistou apoiadores da candidatura própria do PT tendo Marília Arraes como candidata e ouviu da Deputada Estadual  Teresa Leitão que vários fatores justificam uma candidatura própria do PT em Pernambuco que, segundo Teresa há muito tempo não lança candidatura ao governo do Estado. “A militância está cansada de um projeto predominante que quando o PT mais precisou, que foi no processo que golpeou a presidenta Dilma, nós não contamos com esse Partido”, disse Teresa Leitão, referindo-se ao PSB, cujos votos foram decisivos para o impeachment e que já havia apoiado a candidatura do tucano Aécio Neves em detrimento da candidatura do Partido dos Trabalhadores, que em Pernambuco recebeu uma votação expressiva à ex-presidenta Dilma, mesmo com o apoio do PSB a Aécio Neves.

“Nós furamos a bolha. A candidatura de Marília hoje não é só do PT e dos mais diversos setores da sociedade!” (Teresa Leitão)

Teresa Leitão ainda lembrou que “o foco é Lula” e que “Lula precisa de um palanque forte em Pernambuco e esse palanque nem pode ser o palanque de Temer, nem pode ser um palanque envergonhado, precisa ser um palanque do PT e a candidatura da vereadora Marília Arraes, ela conseguiu galvanizar tudo isso e esse ato de hoje confirma isso. Marília hoje não é mais só a pré-candidata do PT, Marília hoje é a pré-candidata de vários setores da sociedade que são simpatizantes do PT e que vão fazer dessa campanha uma campanha vitoriosa.”

“O PT de verdade é o que está aqui hoje e não o de bastidores que fica fazendo negociatas nos esgotos do Palácio para passar a ideia de que é um Partido que vai aderir a candidaturas de golpistas.” (Fernando Ferro)

Falando ao Blog, o ex-deputado federal Fernando Ferro também defendeu a necessidade da candidatura própria petista. Para Ferro, “o PT que existe de fato é esse que traz gente aqui pra rua pra conversar sobre política e pra debater a pré-candidatura de Marília Arraes e que pode mostrar o seu rosto límpido, corajoso e sério. Não é o PT de bastidores que fica fazendo negociatas, que fica conchavando nos esgotos do Palácio pra tentar passar a ideia de que esse é um Partido que vai aderir a candidaturas de golpistas. O PT tem cara, tem rosto e tem memória. O PT de verdade tá com Marília governadora e Lula presidente.”

“O Partido já escolheu seu caminho e o caminho é Marília Arraes!” (Luciano Duque)

O prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque, que tem sido apontado como um dos principais fiadores da pré-candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco, também falou ao Blog. Para Duque,   “a candidatura não pertence mais ao Partido, a candidatura tem hoje a aderência da sociedade e por isso estamos todos aqui. Um evento que traz mais de noventa Municípios, os seus representantes, lideranças, políticos e fortalecer e mostrar e dizer aos líderes do nosso Partido, que o Partido já escolheu o caminho e o caminho é Marília.”

“O Partido já escolheu seu caminho e o caminho é Marília Arraes!” (Luciano Duque)

VAIAS A HUMBERTO COSTA POR DEFESA DO APOIO A PAULO CÂMARA

Ao ter seu nome citado pelo Secretário Nacional de Cultura do PT, Márcio Tavares, o senador Humberto Costa levou uma sonora vaia. Tavares, cuja corrente apoia a candidatura de Marília Arraes, iniciou sua fala dizendo que trazia o abraço de dois ex-presidentes da Câmara dos Deputados, os petistas Arlindo Chinaglia e Marco Maia, à candidatura de Marília e também da senadora Fátima Bezerra que é pré-candidata ao governo do Rio Grande do Norte e da deputada federal Maria do Rosário. Mas ao citar o nome de Humberto Costa, a quem atribuiu uma entrevista à Folha de São Paulo onde Humberto teria afirmado que a aliança  com Paulo Câmara estaria selada, Márcio ouviu uma sonora vaia dirigida ao senador pernambucano. Márcio disse que pelo visto Humberto Costa não andava conversando muito com a militância petista.

 

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Professora Liana Cirne anuncia pré-candidatura a deputada federal pelo PT

A candidatura de Liana, ao lado da agora cada vez mais provável candidatura de Marília Arraes ao governo do estado, é um movimento de retomada do PT com seus compromissos ideológicos.

Foto: Liana Cirne

Liana Cirne anunciou no sábado sua pré-candidatura a deputada federal pelo PT. Liana é advogada, professora da faculdade de direito da UFPE e doutora em direito público. Ficou conhecida no cenário político pela denúncia do golpe e da perseguição política contra Lula, através de vídeos que viralizaram nas redes sociais. Ela também é conhecida pela sua atuação no Ocupe Estelita, na briga contra os camarotes VIP do governo, contra a censura aos Maracatus e por sua militância feminista.

Ela pode ser a primeira deputada federal mulher pelo PT pernambucano. O ato da sua filiação, no ano passado, reuniu a cúpula petista e contou com a presença do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e rendeu apoio de várias personalidades, como o cantor Otto, o produtor cultural Roger de Renor, a ativista Elika Takimoto e a estudante secundarista paranaense Ana Júlia.

O anúncio veio logo depois do discurso de Lula no sábado e da notícia da desfiliação de João Paulo e de Osmar Ricardo, que foram para o PCdoB.

Para muitos, trata-se de um momento de renovação do partido em Pernambuco, que vinha sendo embotado pelos interesses de alguns caciques.

A candidatura de Liana, ao lado da agora cada vez mais provável candidatura de Marília Arraes ao governo do estado, é um movimento de retomada do PT com seus compromissos ideológicos.

Leia a íntegra de sua nota na rede social Facebook:

“Ouvindo as palavras de Lula, é impossível não se comover às lágrimas. Confesso ter fraquejado diversas vezes ao longo dos últimos meses e ter desejado o sossego, a calma, a família ao invés das atribulações da vida política, especialmente num momento em que a política tem sido perseguida e criminalizada.

Mas é impossível ouvir as palavras de Lula e não se sentir conclamada à luta. Nosso tempo não nos permite a covardia e a omissão. Esses são tempos difíceis que exigem de nós coragem, indignação e determinação.

Eu sou Lula. E como Lula não vou recuar, nem fraquejar.

Amigas e amigos: quero anunciar publicamente que sou pré-candidata à deputada federal pelo PT de Pernambuco. Espero contar com vocês na defesa da liberdade, da inocência e do legado de Lula.

E espero contar com vocês para que minha futura candidatura seja bem sucedida e para que eu possa ser Lula no Congresso Nacional.”

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Contag e CUT anunciam apoio à candidatura de Marília Arraes

O anúncio foi feito na tarde de hoje (7), após encontro com a vereadora e com presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG), Aristides Santos, anunciou, nesta quarta-feira, que vai apoiar o projeto de Marília Arraes para governadora de Pernambuco.

O anúncio foi feito na tarde de hoje (7), após encontro com a vereadora e com presidente da Central Única dos Trabalhadores de Pernambuco (CUT-PE), Carlos Veras.

“Marília Arraes se comprometeu a incluir em sua plataforma de governo a criação da Secretaria de Agricultura Familiar, caso sua candidatura seja confirmada”, afirmou Carlos Veras.

Por Jamildo

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Em Serra Talhada, Marília Arraes reacende a onda vermelha petista e disputa em alto nível de popularidade com evento de FBC e outros aliados de Temer em Petrolina

Mesmo com toda a mobilização do senador Fernando Bezerra Coelho e do seu filho, Miguel (PSB) – o mais novo Coelho a ocupar a Prefeitura de Petrolina – somada a presença dos mais altos caciques da direita pernambucana e à estrutura que possuem, não foi suficiente para superar a atividade realizada pelos petistas em Serra Talhada.

Foto: Ascom Marília Arraes

A eleição de 2018 para o Governo de Pernambuco registrou neste sábado (27/02), duas imagens que certamente demarcam os rumos que estão colocados para o Estado. De um lado, em Petrolina, a autoproclamada frente de oposição, que reúne os até recentemente aliados do Governador Paulo Câmara (PSB), Fernando Bezerra Coelho (PMDB) e família, Bruno Araújo (PSDB) e Mendonça Filho (DEM), além de Armando Monteiro Neto (PTB), promoveu mais um encontro recheado de velhos e cansados nomes da política pernambucana junto com seus herdeiros, acompanhados de centenas de cabos eleitorais, apadrinhados e beneficiários de favores políticos.

No mesmo dia, em Serra Talhada, a vereadora do Recife Marília Arraes (PT), foi oficialmente lançada pré-candidata ao Governo pelo Partido dos Trabalhadores. Em ato completamente diferente, a vereadora petista contou principalmente com a presença do povo, militantes do PT e simpatizantes, comprometidos com as lutas e conquistas dos governos petistas e solidários ao difícil momento pelo qual passa o presidente Lula e o partido no enfrentamento ao golpe. Gente que se deslocou voluntariamente para endossar a proposta de renovação da política pernambucana.

As imagens falam por si. Não se trata de tirar conclusões precipitadas. O fato, tão concreto quanto os infelizes e alarmantes índices de violência deixados pelo PSB durante o Governo Paulo Câmara, é que a eleição para o Palácio do Campo das Princesas será polarizada. Ela terá de um lado os setores que elegeram Paulo Câmara e colocaram Michel Temer na cadeira de Presidente da República e de outro os setores populares que resistem as reformas ilegítimas e defendem a retomada de um governo democrático, voltado para mudar a vida da maioria dos trabalhadores.

Foto: Ascom Prefeitura de Petrolina

Nesse cenário, as duas atividades realizadas neste dia 27 expressam o potencial que ambas as forças possuem. Nesta avaliação, cabe ressaltar que mesmo toda a mobilização do senador Fernando Bezerra Coelho e do seu filho, Miguel (PSB) – o mais novo Coelho a ocupar a Prefeitura de Petrolina – somada a presença dos mais altos caciques da direita pernambucana e à estrutura que possuem, não foi suficiente para superar a atividade realizada pelos petistas em Serra Talhada, com recursos mínimos e com toda a campanha antipetista que se desenvolve diariamente nos grandes meios de comunicação.

Sem nenhuma dúvida, esta será a toada de toda a campanha eleitoral. Fernando Bezerra Coelho Filho, responsável por realizar a venda da Eletrobrás, afirmou em seu discurso que “mais pessoas virão para o nosso lado porque somos capazes de juntar muita gente boa para inaugurar um novo tempo em Pernambuco”. Novo tempo é a consigna de seu irmão à frente da prefeitura de Petrolina, que até o momento amarga baixíssimos índices de aprovação e faz um governo inexpressivo, com as caras da velha política que marcaram as gestões de seu pai.

Vale destacar ainda que, entre os nomes do campo que representa o programa do Governo Michel Temer, o nome que aparece melhor nas pesquisas é o do Senador Armando Monteiro, candidato ao Governo nas eleições de 2014. Ainda assim, em todas as pesquisas, Armando aparece tecnicamente empatado com a vereadora Marília Arraes, que pela primeira vez se coloca em uma disputa estadual. Logo, o que se apresenta é uma eleição de grande antagonismo, em que caberá a maioria do povo escolher qual caminho deseja seguir.

O vereador Gilmar Santos, presente ao ato de Serra, fez a seguinte avaliação: “o lançamento da pré-candidatura de Marília Arraes ao governo de Pernambuco mexe profundamente com o sentimento de uma população que identifica na companheira a herança política de personalidades jamais esquecidas pelo povo, a exemplo de Arraes, Lula e Dilma, mas para além disso, por sua capacidade de apresentar propostas e projetos que tirem o Estado do abismo em que se encontra, pela coragem de enfrentar os golpistas de plantão que continuam ameaçando a dignidade do nosso país. A forte presença do povo em Serra Talhada sinaliza que Pernambuco terá sua primeira governadora”.

 

Por Patrick Campos Vice-presidente do PT

Ascom Mandato Coletivo do Vereador Gilmar Santos

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Marília Arraes: a mulher que pode resgatar a história do PT em Pernambuco

A neta de Arraes pode unir os interesses políticos, sociais e internos da legenda, para formar um palanque forte e vitorioso em 2018.

Confraternização de Marília Arraes (PT), em Recife, na última semana.

O Partido dos Trabalhadores (PT) terá a oportunidade de resgatar sua história em Pernambuco e começar a trilhar um novo caminho em 2019. Aos 33 anos, Marília Arraes assumiu a missão de restaurar uma sigla e dar um novo rumo à vida da sociedade pernambucana.

Filha da psicóloga Sônia Valença Rocha Arraes e do administrador de empresas, Marcos Arraes de Alencar, Marília Arraes é a primeira neta do ex-governador Miguel Arraes. Em 2018, pretende, pela primeira vez, disputar um cargo majoritário para seguir os passos do avô que, por três vezes, comandou o Governo do Estado. Na sua trajetória, que já conta com três mandatos de vereadora do Recife, Marília terá muitos desafios, entre eles desbancar o projeto subserviente do senador Humberto Costa (PT) e chegar ao segundo turno para poder vencer Paulo Câmara (PSB).

Em recente pesquisa, a neta de Arraes aparece com 10% das intenções de voto e empatada tecnicamente com Armando Monteiro (PTB) e Mendonça Filho (DEM). O resultado dessa avaliação eleitoral incomodou os caciques da legenda, a citar: senador, Humberto Costa; ex-prefeito do Recife, João Paulo e o presidente da sigla no estado, Bruno Ribeiro.

Na última sexta-feira, dia 15, nem um dos citados acima apareceu na confraternização da pré-candidata, Marília Arraes, alertando a militância que o trio negocia, nos bastidores do poder, a aliança entre PT e PSB para a corrida eleitoral de 2018. Nos bastidores, os militantes do partido, alertam que a cúpula vendeu a sigla à Frente Popular de Pernambuco, mas tem dificuldade de entregar o produto, tendo em vista que a militância apoia o projeto de candidatura própria com Marília Arraes, que continua despontando na capital e no interior do estado.

O senador Humberto Costa anda tão incomodado com a candidatura de Marília Arraes que afirma aos quatro ventos que não apoiará um projeto “olímpico” em 2018, no entanto, desconstrói seu discurso, caso venha a fechar uma aliança com Paulo Câmara. Humberto está tentando a todo custo, nos bastidores do poder, essa aliança entre PT e PSB para surfar no aporte financeiro da Frente Popular de Pernambuco, assim como embarcar no palanque do governador.

Na última semana, Marília Arraes aproveitou sua confraternização, no centro do Recife, para lançar Silvio Costa candidato ao Senado na sua chapa majoritária, dando um verdadeiro escanteio ao petista Humberto Costa. Já o ex-prefeito do Recife, João Paulo, que poderia disputar um cargo a deputado federal acabou esfriando entre a militância, deixando o espaço para o presidente da CUT-PE, Carlos Veras, que deverá ser o deputado mais votado pelo Partido dos Trabalhadores (PT).

Nessa conjuntura, Marília Arraes, ainda, terá que se desdobrar para tentar convergir os interesses de todas essas lideranças e chegar a 2018 tendo o apoio de Carlos Veras, Humberto Costa, João Paulo, Bruno Ribeiro, somados a Fernando Ferro, Luciano Duque e demais lideranças, para fazer um palanque forte e vitorioso, nem que seja no segundo turno da corrida eleitoral.

Marília Arraes é a mulher que pode unir os interesses políticos, sociais e internos da legenda, para formar um palanque forte e vitorioso em 2018

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Secretaria LGBT do PT se posiciona contra candidatura de Odacy Amorim e declara apoio a Marília Arraes

Por uma Candidatura Própria, colorida e pró-LGBT do PT ao Governo do Estado de Pernambuco!

Após um processo de reflexão, a *Secretaria LGBT do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco* torna público seu posicionamento pela candidatura própria do PT ao Governo de Pernambuco no ano de 2018. A conjuntura que se apresenta exige que o nosso partido apresente uma *candidatura própria* que ofereça uma alternativa ao desgoverno Paulo Câmara e aos partidos golpistas da base do Presidente Ilegítimo Michel Temer.

Nessa direção, a *Secretaria LGBT do PT de Pernambuco* defende a candidatura da companheira Marília Arraes ao Governo do Estado, tendo a compreensão que é essa candidatura que representa nossas demandas pela cidadania LGBT e pelo enfrentamento à LGBTfobia.

Inclusive, Marília Arraes é a presidenta da Frente Parlamentar em defesa da cidadania LGBT de Recife e conta com o apoio maciço dos movimentos sociais de diversidade sexual e gênero da nossa cidade e do nosso Estado.

Também rechaçamos a possibilidade do PT indicar como pré candidato majoritário ao Governo do Estado de Pernambuco parlamentar que reiteradamente se posiciona de forma contrária aos direitos da população LGBT, a exemplo do seu voto contrário à criação da frente parlamentar LGBT na ALEPE em 2015, da sua participação efetiva na frente parlamentar em defesa da família que discrimina e exclui as composições familiares dos LGBTs , entre outros . Em tempos de derrocada de direito, se faz necessário apontar políticas de inclusão cidadã e não retroceder aos tempos medievais de negação da nossa diversidade.

Assim, convidamos todas as secretarias e setoriais do PT de Pernambuco a se posicionarem nesse cenário apontando ao diretório estadual o desejo da base de filiados/as que constrói cotidianamente o nosso partido.

É *Marília Arraes* governadora . É 13!

Recife, 14 de dezembro de 2017.

Secretaria LGBT do Partido dos Trabalhadores de Pernambuco.

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Marília Arraes é o melhor caminho para o Partido dos Trabalhadores no estado, reafirma Gilmar Santos

“Qualquer candidatura contrária a esse cenário ou é projeto pessoal ou serve a grupos que desejam prejudicar o PT. A candidatura de Odacy Amorim sinaliza para uma dessas duas opções”, disse o vereador.

Foto: Fernando Pereira

No último dia 30, o deputado estadual Odacy Amorim, PT, declarou sua pretensão em ser pré-candidato ao governo do estado de Pernambuco em 2018. Odacy Amorim procura Executiva do PT e anuncia pré-candidatura ao Governo do Estado. A notícia causou surpresa a muita gente, principalmente a militância do partido, que já tinha como praticamente certo, o nome da vereadora de Recife, Marília Arraes, PT, para encarar essa disputa.

Em Petrolina, o vereador Gilmar Santos, PT, ao ser procurado pelo Ponto Crítico para comentar o assunto, saiu em defesa do partido. O parlamentar disse que o Partido dos Trabalhadores é uma conquista histórica e patrimônio da própria classe trabalhadora e dos setores marginalizados da sociedade. “O PT é um partido que tem compromisso com a democracia e com a vida de milhões de empobrecidos do nosso país, o que ficou comprovado com as ações concretas dos governos Lula e Dilma”, afirmou.

Porém, para Gilmar Santos, enquanto instrumento de lutas contra grupos privilegiados e por ser originado de uma sociedade cheia de contradições, o PT é um partido brutalmente perseguido e até disputado por setores da própria burguesia, das oligarquias e lacaios que dominam a vida política do país. E Pernambuco não está fora desse processo, pontuou: “ Temos agora uma oportunidade histórica de retomada do protagonismo do partido no estado com a candidatura da companheira Marília Arraes. Mulher de coragem e de conteúdo político, que representa o melhor da tradição de lutas dos trabalhadores e trabalhadoras. Tem carisma, juventude, entusiasmo e contagia. A maior parte da militância e de simpatizantes do PT defende o seu nome e é esse o melhor caminho que acreditamos para o partido no estado. Qualquer candidatura contrária a esse cenário ou é projeto pessoal ou serve a grupos que desejam prejudicar o PT.  A candidatura de Odacy Amorim sinaliza para uma dessas duas opções”.

Durante encontro de vereadores do PT, realizado nos dias 20 e 21 de outubro último foi divulgada uma carta em que vereadores do partido já declaravam apoio a companheira Marília Arraes. Confira a carta aqui

O nome da neta de Miguel Arraes tem sido destaque no cenário político de Pernambuco, em pesquisa divulgada recentemente pelo Instituto Múltipla, de Arco Verde, e divulgada no blog de Inaldo Sampaio, Marília que é vereadora de Recife saiu-se muito bem, inclusive na simulação de segundo turno em que disputaria com o atual governador Paulo Câmara. Paulo Câmara lidera pra governador, seguido Armando, Mendonça e Marília Arraes. Outro dado importante da pesquisa é quando os entrevistados são perguntados em quem não votariam de jeito nenhum, em que dos pré-candidatos o senador Fernando Bezerra Coelho aparece como o mais rejeitado, enquanto que Marília é a menos rejeitada.

 

 

 

Notícias

Em carta aberta, vereadores petistas de Pernambuco declaram apoio a Marília Arraes ao governo do Estado

“Se algum partido tem legitimidade e enraizamento social para apresentar à Pernambuco, um projeto de renovação das esperanças, esse partido é o PT”, diz a nota.

O Primeiro encontro de vereadores petista de Pernambuco aconteceu nos dias 20 e 21, na cidade de Serra Talhada e reuniu além de vereadores de todo o estado, várias lideranças políticas do Partido dos trabalhadores a exemplo do senador Humberto Costa e de Bruno Ribeiro, presidente do partido.

A iniciativa do encontro foi do vereador Daniel Finizola, da cidade de Caruaru. Entre as atividades do encontro destaque para o debate ‘Modo Petista de Legislar’ com a participação de Dilson Peixoto e a oficina de comunicação com Rafael Vilela do Mídia Ninja. As conjunturas Nacional e Estadual com vistas às eleições de 2018 também foram temas de debates no encontro, tendo como debatedores o senador Humberto Costa, Bruno Ribeiro e o prefeito de Serra Talhada, Luciano Duque. Dentro dessa programação, a professora Liana Cirne apresentou a obra de sua co-autoria,”Comentários de uma sentença anunciada: o processo Lula”, escrita por 122 juristas, advogados e intelectuais do mundo jurídico.

Ao final das atividades os vereadores apresentaram uma carta aberta defendendo candidatura própria do partido e Marília Arraes como o nome para disputar o governo do Estado de Pernambuco em 2018.

Leitor da carta, o  vereador Gilmar Santos, PT, de Petrolina, fez a seguinte avaliação do I encontro de Vereadores de Pernambuco : “esse encontro é um marco para a história do partido em Pernambuco, já que fortalece a atuação dos vereadores e vereadoras em cada município e possibilita a partilha de experiências entre todos para a construção de um projeto que transforme o nosso estado em um ambiente de maior inclusão social, mais democracia e justiça social para o  povo pernambucano. A apresentação do nome da companheira Marília Arraes sinalize positivamente para afirmar o protagonismo do nosso partido na defesa desse projeto“.

Confira abaixo a carta dos vereadores:

“O Brasil e o mundo clamam por renovação política. Às vésperas dos 30 anos da promulgação da constituição de 88, que nos devolveu o Regime Democrático, vemos essa mesma democracia cambaleante, seja pelo golpe de 2016, seja pelo distanciamento na identificação entre a sociedade e as lideranças partidárias.

A força social que levou o PT ao comando de governos, sindicatos e entidades sociais, nasceu da expressão renovadora da geração que lutou pela redemocratização.

Três décadas depois, o PT é o partido com maior presença na vida real do povo brasileiro. Deve-se a isso, o resultado de 13 anos de inclusão social à frente do Governo Federal a ser o partido responsável por tirar nosso país do mapa da fome.

A crise de representatividade que atinge o cenário político atual exige do nosso partido a capacidade de, a um só tempo, manter-se fiel aos princípios de inclusão social que sempre nos nortearam e de renovar nossa atuação política, dano voz aos novos atores e atrizes, que disputam o protagonismo político, acompanhados de novas linguagens, símbolos, demandas e identidades.

Se algum partido tem legitimidade e enraizamento social para apresentar à Pernambuco, um projeto de renovação das esperanças, esse partido é o PT. Mas pra isso, é preciso coragem e desprendimento individual. Por isso, saudamos efusivamente a decisão do Diretório Estadual por candidatura própria do PT ao governo do Estado.

Pernambuco anseia por mudança. Do litoral ao sertão, reclama-se a inércia, incompetência e ausência do Governador Paulo Câmara e suas políticas. O PT tem a obrigação de responder a essa necessidade popular. Não há outra alternativa realmente inclusiva capaz de resgatar a dignidade do povo pernambucano, que sofre com índices superiores a de conflitos e guerras internacionais.

Por tudo isso, estamos convictos de que o PT deve apresentar candidatura própria ao Governo de Pernambuco nas eleições de 2018. Para renovar-se a si mesmo e também ao Palácio das Princesas. Consideramos que dentre os nomes ventilados, o da companheira Marília Arrares, Vereadora do Recife, eleita com mais 11 mil votos, mulher, combativa e qualificada, enraizada nas melhores tradições e práticas da esquerda, reúne as condições de reencantar Pernambuco com o PT, colaborar com a eleição de Lula Presidente e implementar um programa de gestão capaz de resgatar Pernambuco das páginas policiais.

É hora de mudança. É hora de ousadia. É hora de Marília Governadora e Lula Presidente!

Serra Talhada, 21 de outubro de 2017.

VEREADORES E VEREADORAS DO PT.

DANIEL FINIZOLA – CARUARU

ERNESTO MAIA – SANTA CRUZ

DEOMEDES BRITO – SANTA CRUZ

SINÉZIO RODRIGUES – SERRA TALHADA

MANOEL ENFERMEIRO – SERRA TALHADA

ALMIR DOS SANTOS – CEDRO

GILMAR SANTOS – PETROLINA

ANDRÉ CACAU – SALGUEIRO

ORESTES ALBUQUERQUE – SERTÂNIA

IVETE RAMOS – SURUBIM

ARISTÓTELES MONTEIRO – TABIRA

ADEILTON PATRIOTA – FLORES

KILDARES NUNIS – ITACURUBA

EZEQUIEL SANTOS – CABO DE SANTO AGOSTINHO

EVERALDO VALÉRIO – OURICURI

LUCIANO DUQUE – PREFEITO DE SERRA TALHADA.