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Livro sobre a representação do sertão na mídia será lançado na próxima sexta, na UNEB

O evento acontecerá durante o Intercom Nordeste, um dos maiores congressos de comunicação do país, que estará acontecendo na Uneb.

A professora, jornalista e pesquisadora Fabíola Moura lançará, no próximo dia 6, sexta, seu livro intitulado “O Sertão que a TV não vê: o Jornalismo Contextualizado com o Semiárido Brasileiro”. O lançamento ocorrerá às 18h na biblioteca do Departamento de Tecnologia e Ciências Sociais da Universidade do Estado da Bahia, campus III, em Juazeiro.

Fabíola Moura já atuou como repórter e hoje é professora do curso de Jornalismo em Multimeios da Uneb, trabalha na produção da TV Caatinga, além disso, tem pesquisas relacionadas a representação do Semiárido brasileiro pela mídia e propõe uma forma diferente de pautar esses territórios, mostrando suas riquezas e potencialidades ao invés de um ambiente seco, pobre e hostil. Sua obra tem o mesmo objetivo: “é um livro que propõe uma outra reflexão sobre a forma que enxergamos (ou que nos fizeram enxergar) o Semiárido. E mais, uma obra que já exercita um olhar para as viabilidades desses territórios e para nós mesmos, uma vez que nos provoca para ver o que a maioria não atentou ainda”, conta Fabíola Moura sobre seu livro.

O evento acontecerá durante o Intercom Nordeste, um dos maiores congressos de comunicação do país, que estará acontecendo na Uneb. A Universidade do Estado da Bahia fica localizada na Rua Edgar Chastinet, no bairro São Geraldo em Juazeiro. As informações são da assessoria.

 

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Hélio de Araújo lança nesta quarta (30) no Sesc o livro O Anoitecer de Aurora

Hélio de Araújo narra o cotidiano dos sertanejos, a maneira como vivem e sobrevivem. Tudo a partir do olhar solidário e amoroso de Aurora, uma mulher, uma sobrevivente cuja a peleja possibilitou as vivências de outras gerações.

A trajetória e luta de uma sertaneja pela sobrevivência na área de sequeiro e os desafios para criar 14 filhos. Esta é a história que o professor Hélio de Araújo conta no livro ‘O Anoitecer de Aurora’, que será lançado nesta quarta-feira (30) às 19h na Biblioteca do Sesc Petrolina.

Autor dos livros ‘Andanças’ (1999), ‘O Quarteto’ (2001) e ‘História de Luta das Pessoas com Deficiência em Petrolina’ (2015), Hélio de Araújo narra agora, em 114 páginas de um livro produzido na Companhia Editora de Pernambuco – Cepe, o cotidiano dos sertanejos, a maneira como vivem e sobrevivem. Tudo a partir do olhar solidário e amoroso de Aurora, uma mulher, uma sobrevivente cuja a peleja possibilitou as vivências de outras gerações.

De acordo com o jornalista Jota Menezes, que assina o texto da orelha da obra, o livro é “Um bálsamo para corações feridos pela desumanização do mundo. Porém, a obra com sua inolvidável simplicidade, é uma narrativa sobre experiências singulares, alegres, tristes, divertidas, doloridas, compartilhadas por uma mulher em seu contexto territorial e sociocultural”.

Hélio de Araújo é especialista em Ensino da Matemática, e vem atuando como professor da Rede Municipal de Educação do Município de Petrolina no setor da educação inclusiva. O escritor também é ativista na área da inclusão social e vai falar sobre o processo de elaboração e autografar a obra.

Por Carlos Laerte

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Depois de 20 anos pesquisadora francesa retorna à comunidade do Caititu

Veronique Bulteau produziu um livro há mais de vinte anos, sobre o Sertão Nordestino a partir da visão da comunidade de Caititu, zona rural de Petrolina.

13173777_776658082435432_7773559663158506630_nAlunos da Escola Municipal Nossa Senhora Aparecida, em Caititu, interior de Petrolina, tiveram um encontro diferente e marcante, a visita da pesquisadora e escritora francesa, Veronique Bulteau, que produziu um livro, há mais de vinte anos, sobre o Sertão Nordestino a partir da visão da comunidade de Caititu.

A pesquisadora visitou a comunidade acompanhada da coordenadora pedagógica da Seduc, Joelma Reis e a Professora Mestre em teoria da literatura, Elizabet Moreira. O objetivo da visita era entregar o resultado da pesquisa, o livro “Para uma antropologia do sertão: ecologia e sociologia do cotidiano” e reencontrar a comunidade que a acolheu durante o tempo que ficou na cidade, isso em 1992.

“Uma das coisas mais encantadoras na obra de Veronique é que o livro dela aborda uma visão positiva do Nordeste. Alguém de fora que enxerga a beleza e alegria de viver do Sertanejo, ” disse a professora Elizabet Moreira, que traduziu o livro da pesquisadora para português.13165990_776655802435660_3733186194246470145_n

Veronique Bulteau destacou a importância da colaboração dos moradores “a forma acolhedora e amorosa com que a comunidade me recebeu foi fundamental para que a pesquisa tenha dado certo. Esse não é um trabalho só meu, mas de todos nós”. Veronique conversou com os alunos do período da manhã e da tarde e reencontrou com moradores e amigos, que já não via há décadas, desde que retornou à França.

Espaço do Leitor

Professor de Matemática Petrolinense Lança Livro com Enigma de 2000 anos

Texto do leitor Antonio Damião Oliveira da Silva, Guarda Municipal Petrolina e Graduado em Matemática FFPP.

Vezes por outra aparecem pessoas com conhecimentos acima da média que assombra o mundo com tal genialidade. Nesse artigo quero blindar meus caros leitores, com a extraordinária capacidade do professor Sóstenes.

Ele não reside num país distante, ou lugar exótico desse imenso planeta, pelo contrário, na cidade de Petrolina no Estado de Pernambuco. Sóstenes é um amigo particular que tem minha admiração por ser extremamente simples, um coração voltado para Deus e que não tem nenhuma vaidade por ter uma mente fértil e um conhecimento aguçado relacionado à sua área de formação: Especialista em metodologia do ensino da Matemática, pela Universidade de Pernambuco- UPE e professor do IF Sertão Petrolina.

Espero que tal proeza possa despertar interesse de alguma revista ou telejornal de nosso país, vez que é a primeira pessoa que chega a algumas conclusões relacionadas ao tema proposto. Não existe livro ou registro que traga considerações a respeito do assunto no mundo.

O jovem professor através de acuradas investigações e estudando nas altas madrugadas o relato do milagre dos pães e peixes em duas ocasiões (Mt14:13-21; Mc6:30-44; Jo6:1-14; Lc9:10-17), decifrou ou descobriu a quantidade de peixes do segundo milagre de Jesus, pois, a Bíblia afirma que havia apenas sete pães e alguns peixinhos, e alimentou quatro mil homens, fora as mulheres e crianças como afirmam os evangelhos (Mt15:32-39; Mc8:1-10;). Quantos eram as quantidades de peixes do segundo milagre de Jesus nessa ocasião? Profundamente religioso, buscou persistentemente uma resposta a fim de exaltar e engrandecer o nome de Cristo em suas pesquisas e descobertas. Ele conceituou como o Enigma matemático de Jesus Cristo.

Zero o número de Deus é um livro de cunho religioso e matemático e aborda assuntos relacionados com a Bíblia e mostra de forma cristalina a relação existente entre ambas. Embora acredite que existem alguns números que represente a Deus, o zero segundo ele, representa o Todo Poderoso com mais propriedade.

Além disso, todo número tem seu simétrico, ou seja, seu oposto, como Deus é único, e, isso é uma verdade contida na Bíblia, o mesmo não pode ser representado por outro número, exceto o zero, por não ter simétrico. O arguto professor faz uma série de comparações, assim como não podemos medir a grandeza de Deus, também não podemos medir o zero. Como Deus o pai eterno é o centro de toda obra da criação, o zero, é o centro da reta real. Além disso, o zero tem a característica da onipresença, pois, em qualquer conjunto cujo número de elementos é zero, o mesmo está presente. Prosseguindo em sua linha de raciocínio, ele mostra em símbolos matemáticos a relação entre Deus o pai e seu filho Jesus Cristo.

Conclusivamente, o Pai e o filho estão numa mesma relação de igualdade, poder, natureza, espécie, essência e divindade absoluta, tendo como base a afirmação do evangelho de João capítulo 10, onde é dito que “Eu e o Pai somos um”, declaração do próprio Cristo. Graficamente através da reta dos quadrantes é demonstrado que somente o Criador pode equilibrar o mais e o menos infinito. De igual modo, o zero é o ponto de equilíbrio matemático da reta real, porque a sua direita tem o mais infinito e sua esquerda o menos infinito. Como o zero é a origem dos eixos cartesianos em matemática, assim Deus também é a origem de todas as coisas perfeitas. Maiores explicações buscar o brilhante matemático Aroldo Ferreira Leão, professor da UNIVASF que sabe melhor definir a beleza do zero puro.

Voltando a questão do Enigma matemático, o autor argumenta com bastante convicção que existe uma relação do primeiro milagre com o segundo, são situações correlacionadas. O jovem professor utilizou conhecimento de matemática básica, relação trigonométrica, tangente, e simetria. Para ter uma base de sustentação sólida, o mesmo utilizou a teoria do círculo perfeito e imperfeito, o círculo do relógio, porque acredita que Deus o instruiu a chegar a essas conclusões, portanto, é uma relação de fé e de ciência matemática. Argumenta que o circulo fechado mostra perfeição e um círculo inacabado são as obras humanas, porque tudo o que o Senhor começa ele termina e os homens sempre deixam a desejar em algum aspecto. O círculo geométrico tem sido utilizado no cristianismo como símbolo de eternidade, por não ter princípio e nem fim, como de igual modo é Deus o eterno. Na verdade Jesus sendo o centro do relógio e os 12 discípulos representando as horas, uma perfeita divisão em partes iguais. Até os dias de hoje não surgiu ninguém que tenha chegado a essa conclusão.

Os cálculos levaram o autor afirmar que a totalidade de peixes do segundo milagre foram 10, embora lá registre alguns peixinhos.  A resolução de tal enigma como o professor conceituou, fora validado por dois grandes professores conceituados em suas áreas. O professor, doutor em matemática, Mário Luiz Crispino, da Universidade Federal de Pernambuco-UFPE, câmpus Recife, autor de vários livros na área de ciências exatas, dentre eles, Variedades Lineares e Hiperplanares, um dos grandes matemáticos do país no campo da análise matemática e o PHD em física, professor Cleomácio Miguel da Silva. Eu o convido a mergulhar de corpo e alma no livro Zero o número de Deus, link no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=t6L0ZKPy5wE

Antonio Damião Oliveira da Silva (damis.oliver@hotmail.com)

Guarda Municipal Petrolina

Graduado em Matemática FFPP

 

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Livro “Candomblé e umbanda no Sertão: cartografia social dos terreiros de Petrolina/PE e Juazeiro/BA” está disponível na internet

O livro fala sobre a vida de diferentes babalorixás e yalorixás da região do Vale do São Francisco, pode ser encontrado na internet e está disponível para download.

20151116_CandombléeUmbandanoSertão-CartografiaSocialdosTerreirosdePetrolinaPEeJuazeiroBA (1)O livro “Candomblé e umbanda no Sertão: cartografia social dos terreiros de Petrolina/PE e Juazeiro/BA“, está disponível na internet, para download. A Obra narra a vida de diferentes babalorixás e yalorixás da região, e foi lançada no dia 08 deste mês, data em que se reverencia Oxum, orixá das águas doces, e que foi instituída como o Dia Municipal dos Povos de Terreiro, nas duas cidades ribeirinhas.

Em Petrolina e Juazeiro, segundo um mapeamento da Associação Espírita e de Culto Afro Brasileira, há mais de 400 terreiros de candomblé e umbanda. Desse número, mais de 30 foram cartografados pelo livro, que é o resultado de dois anos de pesquisa realizada pelo professor da Universidade do Estado da Bahia (UNEB), Dr. Juracy Marques, pelo médico Joaquim Novaes e por outros pesquisadores.

Para Marques, que vem desenvolvendo esse tipo de pesquisa, no Semiárido, há quase uma década, os terreiros são testemunhos da diáspora africana vivida por negros que foram trazidos para o Brasil. “São religiões afro-brasileiras. Ficamos surpresos com a quantidade de casas, terreiros e centros que cultuam suas ancestralidades, quer sejam orixás, pretos velhos ou mesmo entidades ligadas à matriz indígena, além de outros encantos”, revela.

Ainda de acordo com o professor, ao longo da pesquisa, foram presenciadas diversas práticas de racismo, discriminação e intolerância religiosa, nos dois municípios. “Espero que o livro contribua para que as pessoas possam conhecer melhor essas religiões, por conseguinte, atuando para o fim da intolerância e de diversas outras formas de preconceitos relacionados à identidade negra”, finaliza.