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Maioria da população não confia em Bolsonaro, aponta Ibope

51% dos entrevistados não confiam em Bolsonaro e não aprovam sua maneira de governar

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Mais da metade da população brasileira (51%) não confia no presidente Jair Bolsonaro. O dado é um dos revelados pela Pesquisa Ibope divulgada nesta quinta-feira (27). Encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), a pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios no período de 20 a 23 de junho.

A pesquisa foi feita entre os dias 20 e 23 de junho e ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios. O nível de confiança da pesquisa é de 95%, considerando a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Confia: 46%

Não confia: 51%

Não sabe/não respondeu: 3%

Rejeição ao governo Bolsonaro cresce 5 pontos

Outro ponto levantado pela pesquisa é que a rejeição ao governo Bolsonaro cresceu 5 pontos em apenas dois meses. O levantamento mostra que para 32% da população a atuação do presidente é ruim/péssima, ante a 27% divulgada na pesquisa de abril.

Já o percentual de pessoas que avaliam o governo ótimo/bom caiu de 35% em abril para 32%. E quem considera o governo regular subiu de 31% para 32%.

Ótimo/bom: 32%;

Regular: 32%;

Ruim/péssimo: 32%;

Não sabe/não respondeu: 3%.

Maioria desaprova maneira de governar

Outro ponto revelado pela pesquisa é que a maioria da população brasileira desaprova a maneira que Bolsonaro vem governando o País. 48% dos brasileiros desaprovam contra 46 que estão de acordo com as atitudes do presidente.

 

 

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Ibope: 73% dos brasileiros são contra liberação do porte de armas

Maioria da população também repudia discurso segundo o qual o armamento tornaria a sociedade mais segura

Discordância com decreto de Bolsonaro é maior na região Nordeste e entre as mulheres / Agência Brasil

Pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (3) mostra que 73% da população brasileira é contra a liberação do porte de armas, bandeira de campanha do então candidato Jair Bolsonaro e um de seus primeiros atos como presidente.

Em janeiro deste ano, um decreto de Bolsonaro liberou o porte (uso da arma nas ruas) e facilitou as regras para a posse (uso dentro de casa). Este segundo ponto também é desaprovado por 61% dos entrevistados.

Apenas 26% são favoráveis ao porte e 37% à facilitação da posse. Foram ouvidas 2.002 pessoas de 143 cidades entre 16 e 19 de março.

A medida de Bolsonaro tem mais apoio na região sul (48%) e entre homens (50%). Na outra ponta, 66% do Nordeste são contrários, bem como 73% das mulheres.

Além disso, a maioria da população também discorda da assertiva segundo a qual o “aumento de pessoas armadas torna a sociedade mais segura”, repetida por Bolsonaro e seus seguidores.

 

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Mais de 200 mulheres buscam MP de Goiás para denunciar João de Deus por abuso sexual

Promotoria do Estado criou força-tarefa para o caso, que veio à tona com depoimento de 13 pessoas em programa da TV Globo

João de Deus, durante atendimento em 2012. PEDRO LADEIRA AFP

Mais de 200 mulheres buscam MP de Goiás para denunciar João de Deus por abuso sexual Oito semanas e 500 quilômetros, a distância percorrida entre um estupro e o atendimento médico correto

O Ministério Público de Goiás realizou, até o final da tarde desta terça-feira, 206 atendimentos a mulheres que se apresentam como vítimas do médium João Teixeira de Faria, 76, conhecido como João de Deus. De acordo com a procuradoria, a maioria das possíveis vítimas – 156, até o momento – fizeram contato por e-mail, um canal criado exclusivamente para essa finalidade. Elas se identificaram como sendo de Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Pernambuco, Espírito Santo, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul, além de duas que residem no exterior: uma, nos Estados Unidos, e outra, na Suíça.

As vítimas estão sendo orientadas a procurarem o Ministério Público de seus Estados. Nesta terça, o MP de Minas Gerais informou ter feito dois atendimentos sobre o caso. Em Goiás, cinco promotores e estão à frente da investigação sobre as supostas ocorrências, reveladas pelo Programa do Bial, da TV Globo, na sexta-feira, quando ao menos 13 mulheres relataram terem sido vítimas de crimes sexuais promovidos pelo líder religioso. Para coletar depoimentos que possam surgir de fora de Goiás, Estado onde o médium vive e trabalha, o MP anunciou uma coordenação nacional entre os promotores de outros Estados.

Antes mesmo de um balanço ser divulgado, o promotor Luciano Miranda Meireles, coordenador do Centro de Apoio Operacional Criminal (CAO) do MP-GO, já havia sinalizado que as supostas vítimas não se restringiriam somente a Goiás. “Sabemos que há vítimas no país inteiro e fora do país”, afirmou durante entrevista coletiva na manhã de segunda-feira. “Não será necessário que elas venham até aqui. Elas podem prestar depoimento no Ministério Público local”.

Desde que as denúncias se tornaram públicas, na madrugada do sábado para o domingo na TV, a repercussão do caso só cresceu. O médium, que nega todas as acusações, se tornou famoso internacionalmente por tratar celebridades e políticos, como o ex-presidente Lula, e já foi entrevistado por Oprah Winfrey.

De acordo com os relatos feitos pelas mulheres ao programa, os casos ocorreram entre 2010 e fevereiro de 2018. “Sabemos que muitas vezes as vítimas que sofrem esse tipo de violência demoram um tempo até denunciar”, afirmou a procuradora Patrícia Otoni, coordenadora do CAO de Direitos Humanos do MP de Goiás, que também faz parte da força-tarefa. Ela classificou as acusações como “gravíssimas”. Para facilitar o processo de coleta das eventuais denúncias, foi criado um e-mail para receber os relatos: denuncias@mpgo.mp.br. A promotoria afirmou garantir o sigilo dos depoimentos, não expor a vítima e, se necessário, providenciar segurança para elas. “Sabemos da influência que a pessoa que está sendo denunciada possui na localidade. Talvez a vítima que more aqui tenha menos coragem de denunciar”, reconheceu a promotora.

Absolvido em 2012

Os cinco promotores à frente do caso também contarão com o apoio de duas psicólogas para dar suporte às eventuais vítimas. Meireles explicou que os depoimentos podem ser suficientes para uma eventual condenação, já que se trata de um crime que muitas vezes não encontra provas materiais. “É claro que não vamos encontrar vestígios do crime, nem lesão corporal, ou algum tipo de ferimento na mulher. Principalmente se já passou algum tempo”, diz. “Então, o depoimento da vítima em algumas situações pode sim ser o único meio a levar a uma condenação. E não há por que duvidar de uma mulher que venha até o Ministério Público, que corre o risco de se expor, a troco de nada”.

A promotoria explica que, a partir dos depoimentos, será possível definir os rumos do processo e as eventuais medidas cautelares a serem tomadas, como intimar o acusado a depor ou até mesmo interditar o templo do médium, mantido em Abadiânia (GO). “Se for verificado que aquele ambiente era um ambiente voltado para a prática do crime, a interdição do estabelecimento vai ser uma dinâmica necessária”, afirmou Meireles.

Ao portal G1, o advogado Alberto Toron, que defende o médium, afirmou que seu cliente nega as acusações “enfaticamente”, e que ele está à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos. Toron também disse que o “padrão” de atendimento de João de Deus é em grupo e não individualmente, ao contrário do que as supostas vítimas apontaram nos relatos.

Caso um inquérito seja aberto, esse não será o primeiro envolvendo denúncias por abusos sexuais contra João de Deus. Em 2012, o médium chegou a ser denunciado por assédio sexual, mas foi absolvido na sequência, por falta de provas. Agora, se virar réu, ele pode responder por estupro, violação sexual mediante fraude e estupro de vulnerável.

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À véspera da eleição, pesquisas confirmam crescimento de Haddad

Ibope e Datafolha divulgaram os últimos levantamentos eleitorais antes da votação

Haddad participa do último ato de campanha, em Heliópolis, São Paulo / Foto: Ricardo Stuckert

Os institutos Datafolha e Ibope divulgaram, na noite deste sábado (27), as últimas pesquisas de intenção de voto para presidente antes da votação em segundo turno, neste domingo (28).

De acordo com o levantamento do Datafolha, Jair Bolsonaro (PSL) teria 55% dos votos, contra 45% de Fernando Haddad (PT). Já o Ibope registrou 54% para o militar reformado e 46% das intenções de voto para o ex-ministro da Educação.

Em quatro dias, a vantagem de Bolsonaro na disputa pela Presidência da República caiu de 14 para 8 pontos percentuais na Pesquisa Ibope. Já o levantamento Datafolha registrou que a vantagem do candidato do PSL sobre o petista caiu de 18 para 10 pontos em nove dias.

Os eleitores inclinados a votar em branco ou a anular o voto são 8%, segundo o Datafolha – 5% disseram que ainda não sabem em quem votar. Em resposta à pesquisa Ibope, 10% afirmaram que pretendem votar branco ou nulo e 2% disseram que não têm candidato.

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Haddad 43% x 41% Bolsonaro no segundo turno, aponta Ibope

Militar da reserva segue na liderança do primeiro turno com 32%; Haddad pontua 23%

Haddad concede coletiva de imprensa na tarde desta quarta-feira (3) / Foto: Ricardo Stuckert

O Ibope divulgou, na noite desta quarta-feira (3), um novo levantamento eleitoral realizado com 3.010 eleitores em 209 municípios, por encomenda do jornal O Estado de S.Paulo e da TV Globo. Até o primeiro turno das eleições gerais, no próximo domingo (7), o instituto divulgará pesquisas de intenção de voto para presidente diariamente.

A sondagem aponta que o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, tem hoje 32% das intenções de voto entre os entrevistados. Fernando Haddad (PT) é o segundo lugar com 23% e, se a eleição fosse hoje, disputaria o segundo turno contra o militar da reserva. Ciro Gomes (PDT, 10%), Geraldo Alckmin (PSDB, 7%) e Marina Silva (Rede, 4%) completam a lista de cinco primeiros colocados na pesquisa.

O Ibope aponta ainda um empate técnico na disputa de segundo turno entre os dois candidatos melhor colocados na pesquisa: Haddad tem hoje 43% das intenções de voto, contra 41% de Bolsonaro.

Os dois primeiros colocados na disputa também sofrem a maior rejeição por parte do eleitorado: 42% dos entrevistados afirmaram ao Ibope que não votariam de jeito nenhum em Bolsonaro, e 37%, em Haddad.

A margem de erro do levantamento é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos.

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Ibope dá início a divulgação diária de pesquisas até as eleições

Primeiro levantamento da reta final das eleições aponta Bolsonaro com 31% das intenções de voto, contra 21% de Haddad

Candidatos participam de debate eleitoral na TV Record / Foto: Cláudio Kbene

O Ibope divulgou, nesta segunda-feira (1º), o resultado de sua mais recente pesquisa de intenção de votos para as eleições gerais deste ano, dando início a uma semana de divulgação diária de levantamentos, já registrados junto à Justiça Eleitoral.

Segundo o levantamento, o candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL) consolidou a liderança do primeiro turno da disputa, com 31% das intenções de voto entre os entrevistados –crescimento de quatro pontos percentuais em relação à última pesquisa divulgada pelo instituto, em 26 de setembro. Fernando Haddad (PT), mais provável adversário do militar da reserva no segundo turno, pontuou 21% na pesquisa, mesmo resultado do último levantamento.

Em seguida, vêm Ciro Gomes (PDT), com 11% das intenções de voto; Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%; Marina Silva (Rede), com 4%; João Amoêdo (Novo), com 3%; Alvaro Dias (Podemos), com 2%; Henrique Meirelles (MDB), com 2% e Cabo Daciolo (Patriota), com 1%. Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram. Votos “Branco/nulos” somam 12%.

A margem de erro da pesquisa, realizada entre sábado (29) e domingo (30), é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Rejeição

O Instituto também questionou em quais candidatos os eleitores não votariam. Nesse quesito, os entrevistados puderam apontar mais de um candidato, e, por isso, os resultados somam mais que 100%. O candidato do PSL lidera o índice de rejeição: 44% das pessoas ouvidas não votariam em Bolsonaro em nenhuma hipótese.

Em seguida, vêm Haddad, com 38%; Marina, com 25%; Alckmin, com 19%; Ciro, com 18%; Meirelles, com 10%; Cabo Daciolo, com 10%; Eymael, com 10%; Boulos, com 10%; Vera, com 9%; Alvaro Dias, com 9%; Amoêdo, com 8%; e João Goulart Filho, com 7%.

Simulações de segundo turno

Bolsonaro também cresceu na preferência dos eleitores para o segundo turno e alcançou Haddad. Os candidatos figuram ambos com 42% das intenções de voto nesse cenário.

O militar da reserva, porém, seria derrotado por Ciro Gomes (45% x 39%), e Alckmin (42% x 39%). De acordo com o levantamento, Bolsonaro sairia vitorioso de um embate direto contra Marina (43% x 38%).

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Ibope: Bolsonaro tem 28%; Haddad vai a 22% e Ciro mantém 11%

Candidato do PSL e do PT isolam-se na disputa, mostra novo levantamento

Bolsonaro e Haddad se isolam na disputa; Ciro vem em terceiro.@jairbolsonaro, Ricardo Stuckert e Leo Canabarr

Nova pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira 24 indica que Jair Bolsonaro, do PSL, manteve 28% dos votos, mesmo patamar medido pelo instituto há uma semana.

Segundo o instituto, Fernando Haddad, do PT, subiu três pontos percentuais na última semana: foi de 19% para 22%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Ciro Gomes, do PDT, registrou 11%%, mesmo patamar que tinha na pesquisa anterior. Geraldo Alckmin, do PSDB, manteve-se estagnado: tem 8% (tinha 7%). Já Marina Silva, da Rede, registrou 5% (tinha 6%).

A rejeição a Bolsonaro subiu, de acordo com o instituto. Em uma semana, foi de 42% a 46%. Na sequência, os mais rejeitados são Haddad (30%), Marina (25%), Alckmin (20%) e Ciro (18%). O indíce do petista se manteve na margem de erro: há uma semana, era rejeitado por 29%.

Nos cenários de segundo turno medidos pelo Ibope, Bolsonaro perderia para todos os concorrentes, com exceção de Marina Silva, com quem empata. Contra o candidato do PSL, Haddad ganharia por 43% a 37%. Já Ciro teria 46%, contra 35% do capitão reformado do Exército. Alckmin venceria o postulante do PSL por 41% a 36%.

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Ibope: PT é o partido preferido dos brasileiros e supera a soma de todos os outros

De acordo com a pesquisa Ibope mais recente, o PT tem 29% da preferência do eleitorado brasileiro, número que supera a soma de 34 partidos..

Foto: Divulgação

Na época do impeachment da ex-presidenta Dilma Rousseff e com o cerco se fechando contra Lula, muitos analistas políticos se apressaram ao dizer que o PT “morreu”.

A pouco mais de dois meses para o primeiro turno das eleições de 2018, pesquisas de opinião dizem o contrário. Além de o candidato do partido, Lula, liderar as intenções de voto para a presidência em todos os levantamentos, a pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (20) apontou, ainda, que o PT é o partido preferido dos brasileiros.

29% dos entrevistados disseram ter maior “preferência ou simpatia” pela legenda de Lula e Dilma. O índice de aptidão do PT diante do eleitorado supera a soma de todos os outros demais partidos registrados no TSE. Por outro lado, 39% dos entrevistados disseram não ter preferência por nenhuma sigla.

O levantamento é o mesmo que apontou Lula com 37% das intenções de voto.

Confira, abaixo, a lista completa de preferência partidária, de acordo com o Ibope.

PT – 29%

PSDB – 5%

PDT, MDB, PSB, PSOL – 2%

DEM, PCdoB, PP, PSC, PSD, PSL, PTB, PV, Solidariedade, Novo, PMB – 1%

PCB, PCO, PTC, Avante, Podemos, Patriota, PHS, Pros, PMN, Rede, PPL, PR, PPS, PRB, PRP, PRTB, Democracia Cristã, PSTU – menos de 1%

Nenhum/Não tem preferência – 39%

Não sabe/Não respondeu – 7%

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Ibope: Michel Temer é pior do que Dilma, dizem eleitores

Assim como o Datafolha, o Ibope também aponta que o governo Temer é considerado pior que a gestão Dilma. Instituto divulgou hoje levantamento sobre a avaliação do governo e expectativas para o futuro. Confira os números

Presidente Michel Temer tem alto índice de rejeição
Presidente Michel Temer tem alto índice de rejeição

Apenas 13% dos brasileiros consideram o governo Temer como ótimo ou bom, revela nova pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (16). No levantamento do Datafolha divulgado no início da semana, o número é ainda pior: 10%.

A pesquisa foi realizada antes de vir a público a delação do ex-executivo da Odebrecht Cláudio Melo Filho, que citou ter acertado o repasse de R$ 10 milhões ao PMDB durante uma reunião com Temer e o então presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht, no Palácio do Jaburu, residência oficial do vice-presidente.

De acordo com a pesquisa, 72% dizem não confiar no presidente Michel Temer (ante 68% em outubro); outros 23% dizem confiar (ante 26%) e 5% não sabem ou não responderam (ante 6%).

— Ótimo/bom: 13%

— Regular: 35%

— Ruim/péssimo: 46%

— Não sabe/não respondeu: 6%

Pior do que Dilma

A pesquisa também ouviu os brasileiros sobre a comparação entre os governos de Temer e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Para 42% da população, o governo Temer está sendo igual ao de Dilma; para 34%, é pior; para 21%, é melhor do que o de Dilma e 3% não sabem ou não responderam.

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A pesquisa traz ainda as notícias mais lembradas pelos entrevistados (veja abaixo as cinco mais citadas):

— 7%: “PEC 241, que estabelece um teto para os gastos públicos nos próximos 20 anos”

— 5%: “Manifestações contra a corrupção”

— 5%: “Protestos contra a PEC 241”

— 4%: “Manifestações pelo Brasil (sem especificar)”

— 4%: “Manifestações contra o governo Temer”

O gerente executivo de pesquisa e competitividade do CNI, Renato da Fonseca, afirma que houve uma migração de entrevistados que antes se diziam indecisos e agora passaram a manifestar uma avaliação negativa sobre o governo Temer.

O levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), foi realizado entre os dias 1º e 4 de dezembro e ouviu 2.002 pessoas, em 141 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

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