Espaço do Leitor

Situação do campo da “Liga 1º de Maio” revolta moradores de Juazeiro-BA

Um dos nossos leitores faz uma denúncia sobre a situação do campo da “Liga 1º de Maio” e sobre a falta de apoio da prefeitura de Juazeiro para o campeonato de futebol realizado anualmente pela liga.

“Olha só como está a situação do campo da “Liga 1º de Maio” É determinante um descaso absurdo, onde esse ano a liga 1º de Maio faz 52 anos de sua existência, liga essa que revelou grande nomes que por aqui passaram. Sendo que o campeonato não aconteceu ano passado, pelos simples motivo. A Prefeitura Municipal de Juazeiro , juntamente com a secretaria de esporte, não deram se quer o seu apoio. O esporte é uma inclusão social, seu prefeito Isaac Carvalho, e é por isso que a criminalidade em Juazeiro só aumenta. Cadê o apoio do senhor secretário de esporte? a liga completou 50 anos de sua experiência, e sabe porque teve campeonato nesse ano?! Porque as equipes custearam 85% do mesmo. A pergunta que fica. “A liga 1º de Maio vai se acabar mesmo?!” Observa a foto que está editada com uma seta, essa rua da acesso a casa do Deputado Estadual que mora aqui em Juazeiro, e é ligado ao seu partido prefeito, deputado esse que foi eleito com a ajuda da maioria dos atletas que jogam esse campeonato.”.

Eclair Libório- Morador de Juazeiro-BA.

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Notícias

Conheça sete fatos sobre o Brasileirão Feminino 2016 que começa hoje

Nesta quarta-feira (20), a partida entre Flamengo (RJ) e Vitória (PE) abre a competição (disputada por 20 equipes e que vai até o dia 25 de maio), às 16h30.

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Mal a edição de 2015 do Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino terminou, a bola voltará a rolar. Nesta quarta-feira (20), a partida entre Flamengo (RJ) e Vitória (PE) abre a competição (disputada por 20 equipes e que vai até o dia 25 de maio), às 16h30. Para você ficar por dentro do que vai rolar na transmissão, segue sete fatos (positivos e negativos) sobre a maior competição do futebol feminino no Brasil. Também há um fato “bônus”.

1 – Última chance para as Olimpíadas

Com os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro se aproximando, o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino é uma das últimas chances de as atletas que jogam por aqui buscar uma vaga. Apesar de existir uma seleção feminina permanente, o técnico Vadão declarou que o grupo ainda não está fechado.

2 – Chance de ver atletas da seleção

Para os torcedores, o Campeonato Brasileiro de Futebol Feminino também é uma oportunidade de ver como estão as jogadoras da seleção permanente. Assim como em 2015, as atletas que vestem a amarelinha serão escolhidas pelos times por meio de um draft para jogar as fases finais do Brasileirão.

3 – Times tradicionais disputam o campeonato

Torcedores de alguns dos “grandes” do futebol brasileiro terão um motivo extra para apoiar seus times. Flamengo, Santos, Vasco e Corinthians disputam o campeonato deste ano. Com exceção do Vasco (que entrou pelo ranking da CBF), as outras equipes estão na competição por causa do regulamento que prevê dez vagas para times que jogaram as séries A e B no futebol masculino. Vitória (BA) e América (MG) também conseguiram as vagas com esses critérios.

4 – Olho na artilheira

O principal motivo que levou o Corinthians a montar um time de futebol feminino foi uma cláusula do Profut (a lei de responsabilidade fiscal do futebol) que exige “manutenção e investimento mínimo no futebol feminino”. Para montar a equipe, o timão fez uma parceria com o Osasco Audax. De “brinde”, vai conseguir com que a artilheira do ano passado, Gabi Nunes, vista a camisa da equipe no campeonato. É bom ficar de olho nela porque se repetir o desempenho de 2015 (pelo Adeco), pode pintar nas Olimpíadas.

5 – Força no interior de SP

Os times “de camisa” vão ter um desafio no Campeonato Brasileiro deste ano: desbancar a soberania das equipes do interior de São Paulo. Em 2015, o Rio Preto (de São José do Rio Preto) e o São José (de São José dos Campos) fizeram a final da competição. Já a Libertadores Feminina foi vencida pela Ferroviária (Araraquara), que ganhou o Brasileirão de 2014. Os três times entram na competição querendo manter a soberania.

6 – Sem jogos às 15h

O episódio que mais causou polêmica no Campeonato Brasileiro do ano passado foi quando as jogadoras do Viana (MA) passaram mal por causa do calor em uma partida disputada às 15h contra o Tiradentes (PI), em Teresina. Procurada pelo Portal EBC, a CBF afirmou que não haverá mais jogos nesse horário na competição.

7 – Organização ainda tem muito que evoluir

Classificado como amador, o campeonato tem times convidados de última hora e desistentes. isso ocorre em parte pela falta de um critério mais claro da Confederação para os participantes. Além do critério “camisa”, um confuso ranking serve para definir quem participa do campeonato. Questionada se pretende mudar regulamentos nos próximos anos, a CBF afirmou que os critérios, “por enquanto, são esses”.

Bônus – Ingressos grátis e jogos na TV

Se você tem algum time na sua cidade, uma forma de acompanhar os jogos é indo aos estádios. Os horários das partidas em 2015 (que concorriam com jogos do masculino) e a falta de interesse do público deixaram estádios vazios. Para quem quer ver o jogo em casa, a TV Brasil transmite cinco jogos na primeira fase. São eles:

20/01 – Quarta-feira – 17h – Santos x Portuguesa

27/01 – Quarta-feira – 18h – Corinthians x Rio Preto

03/02 – Quarta-feira – 18h – Santos x Tiradentes (PI)

10/02 – Quarta-feira – 18h – Flamengo x São Francisco (BA)

17/02 – Quarta-feira – 17h – A definir

Da Agência Brasil

Notícias

Brasil conquista Torneio Internacional de Futebol Feminino pela sexta vez

As meninas da Seleção Brasileira venceram o Canadá de virada por 3 x 1 na final e garantiram a taça da competição disputada em Natal (RN).

imageA Seleção Brasileira feminina de futebol conquistou o sexto título do Torneio Internacional de Futebol Feminino, neste domingo (20.12), em Natal (RN). Com o apoio da torcida, que compareceu em peso à Arena das Dunas, as brasileiras venceram a equipe do Canadá por 3 x 1, com gols de Andressa Alves e Mônica (duas vezes).

Campeãs invictas, as jogadoras comandadas pelo técnico Vadão chegaram à final no primeiro lugar do quadrangular, podendo jogar pelo empate na decisão. Nesta primeira fase, foram duas goleadas – contra Trinidad e Tobago por 11 x 0, e México por 6 x 0 –, e uma vitória simples – 2 x 1 sobre o Canadá.

Mesmo jogando pelo empate, a Seleção Brasileira partiu para o ataque já nos primeiros minutos da partida. Em boa oportunidade, Marta pegou de primeira, de perna esquerda, e chutou muito próximo ao gol canadense. A melhor oportunidade do Canadá no primeiro tempo foi aos 36 minutos. Beckie finalizou com perigo, e Bárbara fez grande defesa. No rebote, Matheson chutou ao gol, e Formiga salvou a bola em cima da linha.

O Canadá começou o segundo tempo assustando. No primeiro minuto, Beckie recebeu da direita e bateu cruzado com tranquilidade para abrir o placar em Natal. Apesar do susto, o Brasil respondeu no minuto seguinte. Debinha recebeu a bola e finalizou em cima da zaga adversária. No rebote, Andressa Alves só empurrou para o fundo da rede para deixar tudo igual: 1 x 1.

O empate já garantia o título ao Brasil, mas ainda cabia mais. Aos 18 minutos, Andressa Alves cobrou escanteio, e Mônica subiu com estilo para marcar de cabeça o segundo gol brasileiro. Para completar, Andressa Alves e Mônica fizeram outra dobradinha que resultou em gol. Aos 35 minutos, a camisa 9 cobrou escanteio, e a zagueira nem precisou subir muito para ampliar de cabeça: 3 x 1 e o hexacampeonato garantido.

 

Com informações do site Brasil2016.

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Santa Cruz, Sport e Vitória: Nordeste volta a ter 3 times na Série A

A permanência do Sport na primeira divisão e o acesso de Santa Cruz (PE) e Vitória (BA) na Série B fez com que a região volte a ter o mesmo número de times da edição de 2014 da competição.

Depois desta edição com apenas um representante na Série A do Campeonato Brasileiro, a região Nordeste volta a ter três equipes na elite do futebol nacional. A permanência do Sport na primeira divisão (o time ainda tem chance, inclusive, de chegar à Libertadores) e o acesso de Santa Cruz (PE) e Vitória (BA) na Série B fez com que a região volte a ter o mesmo número de times da edição de 2014 da competição.

Comentaristas esportivos ouvidos pelo Portal EBC veem como “muito positiva” a chegada de mais times do Nordeste na Série A. Para Cláudio Carsughi, a volta de Vitória e Santa Cruz enriquece a competição: “No Nordeste, há torcedores mais empolgados e que têm menos chances de presenciar grandes eventos esportivos do que no Sul e Sudeste”, diz.

O jornalista Juca Kfouri também acredita ser positivo o aumento de times da região: “A Série A ganha com a ampliação da nacionalização do campeonato e a heterogeneidade que mais times do Nordeste garante”. Tanto Carsughi quanto Kfouri lamentaram o fato do Bahia, time de maior público da Série B, não ter conseguido a volta para a Série A.

Kfouri acredita que uma mudança na forma que os campeonatos são organizados poderia ajudar a aumentar a competitividade dos times da região: “Melhor divisão das quotas de TV e aprofundamento da Copa Nordeste poderia ajudar”. Carsughi aponta que os clubes da região devem procurar por si só uma forma de arrecadar: “Um dos caminhos é tentar usar os grandes estádios para eventos, da forma que Palmeiras e Corinthians estão fazendo”.

Desde que o Campeonato Brasileiro começou a ser disputado em pontos corridos, a melhor posição conquistada por um time do Nordeste foi o quinto lugar do Vitória em 2013. A marca pode ser igualada ou superada pelo Sport, que está em sétimo lugar a duas rodadas para o campeonato acabar.

Da Empresa Brasil de Comunicação S/A – EBC