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Vox Populi: Bolsonaro e Haddad estão empatados

Segundo o instituto, os candidatos têm 50% de votos válidos e 43% em relação ao eleitorado total

Fernando Frazão/Agência Brasil / Ricardo Stuckert

Neste sábado 27, o Instituto Vox Populi, em parceria com o Brasil 247, divulgou nova pesquisa à corrida presidencial. Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) aparecem empatados com 50% das intenções de votos válidos.

Nos votos totais, as intenções de voto também registram empate, com 43% para cada candidato. Brancos e nulos representam 9%. Outros 5% não souberam ou não quiseram responder.

Na pesquisa espontânea, sem citar os nomes dos candidatos, Bolsonaro aparece com 51% dos votos, contra 49% de Haddad.

A pesquisa mostra queda de Bolsonaro desde a semana passada. No último levantamento Bolsonaro tinha 53% e Haddad 47% dos votos válidos.

Foram entrevistados 2.000 eleitores de 16 anos ou mais, em 121 municípios. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, estimada em um intervalo de confiança de 95%.

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À véspera da eleição, pesquisas confirmam crescimento de Haddad

Ibope e Datafolha divulgaram os últimos levantamentos eleitorais antes da votação

Haddad participa do último ato de campanha, em Heliópolis, São Paulo / Foto: Ricardo Stuckert

Os institutos Datafolha e Ibope divulgaram, na noite deste sábado (27), as últimas pesquisas de intenção de voto para presidente antes da votação em segundo turno, neste domingo (28).

De acordo com o levantamento do Datafolha, Jair Bolsonaro (PSL) teria 55% dos votos, contra 45% de Fernando Haddad (PT). Já o Ibope registrou 54% para o militar reformado e 46% das intenções de voto para o ex-ministro da Educação.

Em quatro dias, a vantagem de Bolsonaro na disputa pela Presidência da República caiu de 14 para 8 pontos percentuais na Pesquisa Ibope. Já o levantamento Datafolha registrou que a vantagem do candidato do PSL sobre o petista caiu de 18 para 10 pontos em nove dias.

Os eleitores inclinados a votar em branco ou a anular o voto são 8%, segundo o Datafolha – 5% disseram que ainda não sabem em quem votar. Em resposta à pesquisa Ibope, 10% afirmaram que pretendem votar branco ou nulo e 2% disseram que não têm candidato.

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Entrevistas

Guilherme Boulos: “No nosso vocabulário não existe a palavra covardia”

Ex-candidato presidencial pelo PSOL fala em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato sobre sua participação na campanha

Guilherme Boulos sela apoio a Fernando Haddad no segundo turno das eleições 2018 / Ricardo Stuckert

“Boa noite, presidente Lula”. Com essa frase, Guilherme Boulos inaugurou sua participação em debates presidenciais no primeiro turno das eleições gerais de 2018. Aos 36 anos de idade, o psicanalista e coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) representou uma aliança entre o Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), o Partido Comunista Brasileiro (PCB) e diversos movimentos sociais, inclusive o movimento indígena de sua candidata a vice, Sônia Guajajara.

No próprio domingo, 7 de outubro, após a divulgação dos resultados, Boulos declarou apoio ao candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) Fernando Haddad e, desde então, segue em campanha pelo país. Em entrevista exclusiva ao Brasil de Fato ele comenta sua participação na campanha, os temas polêmicos do segundo turno e afirma: “Estaremos na rua, fazendo a resistência”.

Confira abaixo a íntegra da entrevista com Guilherme Boulos:

Brasil de Fato: Guilherme, como foi a sua experiência de participar das eleições como candidato presidencial?

Guilherme Boulos: Essa foi uma eleição completamente atípica, uma eleição marcada por muito ódio, por muito medo. E isso se traduziu nos resultados eleitorais, inclusive no nosso. É evidente que o número da nossa votação, o nosso desempenho eleitoral, ficou muito aquém daquilo que a gente esperava. Por outro lado, conseguimos contribuir para que o PSOL praticamente dobrasse a sua bancada e, mais do que isso, nós passamos uma mensagem de mudança durante o processo eleitoral que não se mede apenas pela quantidade de votos. Nossa campanha plantou sementes de um projeto de futuro, fez a denúncia, inclusive nos debates de televisão, em rede nacional, do que é o projeto dos bancos para o Brasil, do quanto o sistema político brasileiro está apodrecido, falido, precisando de uma mudança profunda, levou pautas importantes como a da reforma agrária, a luta por moradia, a defesa dos movimentos sociais, a defesa de pautas das mulheres, dos negros e negras, dos LGBTs que, se não fosse pela nossa candidatura, teriam sido silenciadas durante esse debate. A única vez que “reforma agrária” foi citada em um debate foi por nós, assim como temas essenciais e caros à esquerda brasileira e aos enfrentamentos que a gente julga necessários. Então, nós plantamos sementes de um projeto de futuro. Quando a gente planta uma semente, nem sempre o tempo do florescer é aquele que a gente deseja, nem sempre é o tempo de uma eleição. Mas nós não temos a menor dúvida de que acumulamos forças muito importantes para que esse projeto seja vitorioso.

Como você, como ex-candidato presidencial e representante do PSOL pretende atuar nessa reta final da campanha eleitoral?

A gente não vacilou um só minuto em tomar posição nesse segundo turno. No próprio domingo [7] à noite eu declarei publicamente o nosso apoio ao Fernando Haddad, o PSOL se posicionou logo na sequência em sua reunião da executiva nacional, porque para nós, o que está em jogo não é somente a disputa entre duas candidaturas, mas a disputa entre a democracia brasileira, um projeto que assegure direitos sociais, e um projeto ditador, de alguém que tolhe liberdades, de alguém que elogia a tortura, alguém que afirma o seu saudosismo em relação à ditadura militar no país. Então, a encruzilhada é muito grave. Desde o primeiro momento, nós já nos posicionamos, chamamos um ato com milhares de pessoas da Frente Povo Sem Medo na Avenida Paulista, na semana passada, eu tenho rodado o país durante essa semana em atividades em universidades no Rio de Janeiro, em São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Fortaleza e vamos participar não somente da agenda que o Haddad vai construir, como também vamos fazer uma grande mobilização da Frente Povo Sem Medo e da Frente Brasil Popular na quarta-feira (24), em São Paulo, com milhares de pessoas para a mobilização pela virada.

Te surpreendeu a denúncia feita na semana passada pela Folha de São Paulo em relação ao caixa dois da campanha de Jair Bolsonaro?

Não me surpreendeu porque já estava bastante evidente para todo o país que o Jair Bolsonaro estava fazendo uma guerra suja no subterrâneo do WhatsApp. Isso não é de graça, isso custa dinheiro. O que a gente não sabia era como isso estava sendo operado e de onde vinha esse dinheiro. E a denúncia deixou claro que esse dinheiro está vindo de empresas privadas que apoiam o Bolsonaro e está sendo operado pelo mesmo esquema da Cambridge Analytics, que foi denunciada ao mundo depois da eleição de Donald Trump, nos Estados Unidos. Que é a compra de dados pessoais sigilosos que foram desviados por essas empresas e que estão alimentando a máquina de mentiras do Bolsonaro no Whatsapp.

Embora a denúncia do pagamento desse serviço tenha sido revelada somente na semana passada, o bombardeio de fake news ocorre desde o primeiro turno. Porque não houve uma ação dos partidos democráticos antes?

Acho que houve um erro no primeiro turno, tanto por parte da campanha do PT como da campanha do Ciro Gomes, porque os dois queriam ter Bolsonaro como adversário no segundo turno, por conta da rejeição dele. E ninguém bateu no Bolsonaro. A nossa campanha, desde o princípio, entendeu esse risco e bateu no Jair Bolsonaro nos debates de televisão, pelo menos naqueles que ele foi, e mantivemos o posicionamento público durante todo o primeiro turno. Mas eu acho que é preciso saudar a reportagem da Folha, uma reportagem jornalística séria, com fundamento, da Patrícia Campos Melo, e aproveito para repudiar os ataques, as ofensas que ela tem sofrido nas redes sociais por apoiadores de Jair Bolsonaro.

Manuela D’Ávila, Lula e Guilherme Boulos, no encerramento da Caravana Lula pelo Sul, em Curitiba (PR), em março de 2018/ Ricardo Stuckert

A mídia hegemônica, exceto a Folha, deu pouca visibilidade a esse caso, vide o Jornal Nacional. Qual a sua avaliação da cobertura da grande mídia nessas eleições?

Uma parte da grande mídia que acredita que Jair Bolsonaro vai ganhar a eleição já está fazendo negociações com ele. Só isso pode explicar a completa falta de repercussão de um escândalo tão grave como o que foi divulgado. Veja que aí está em jogo dois crimes eleitorais que poderiam levar à cassação da chapa do Jair Bolsonaro. Há crime de caixa dois, que é a utilização de recursos não contabilizados provenientes de empresas privadas, que são proibidas de financiar campanhas eleitorais no Brasil. Ou seja, não se trata somente de recursos não contabilizados, eles sequer poderiam ser repassados para a campanha. E há um segundo crime que é o disparo de mensagens de Whatsapp com compra de dados das pessoas. Então, a gravidade disso, naturalmente, é passível, se o TSE tiver um julgamento sério e duro, da cassação da chapa de Jair Bolsonaro. E isso foi tratado como um mero incidente eleitoral pela mídia, quando foi tratado.

Independente de quem ganhe as eleições, qual a sua avaliação de como será o próximo período de luta política para os movimentos populares, com essa nova composição do Congresso?

Nós estaremos nas ruas e na resistência. No nosso vocabulário não existe a palavra covardia. Nós não vamos nos acovardar, independente de qual seja o resultado do próximo dia 28. Vamos trabalhar durante esses próximos dias para que Fernando Haddad seja eleito e que a gente consiga derrotar o projeto do atraso, representado por Bolsonaro. Mas, independente disso, no que depender de nós, os movimentos sociais brasileiros, vão estar nas ruas, defendendo os nossos direitos, levantando a bandeira da democracia e construindo e fortalecendo o nosso projeto. Não podemos nos deixar intimidar por aqueles que tentam, no grito ou na violência, silenciar pessoas ou bloquear a luta social. Nós vamos seguir lutando.

Após as eleições, caso o candidato que você apoia ganhe, você assumiria algum cargo em um eventual governo de Fernando Haddad?

Isso não está colocado. Esse debate não foi feito em nenhum espaço. Eu fui candidato a presidente da República como parte de um projeto político, um projeto de esquerda, com vários atores envolvidos, numa aliança que envolveu o PSOL, o PCB, a Mídia Ninja, o MTST, o movimento indígena, a Intersindical, um conjunto de movimentos sociais, de juventude e diversos outros que estiveram juntos com a gente nesse processo. E passando as eleições, nós vamos definir os rumos que essa aliança vai tomar. Até aqui, nesse momento, a nossa preocupação fundamental é a de derrotar Jair Bolsonaro e preservar a democracia no país.

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Declaração de Eduardo Bolsonaro é golpista, diz Celso de Mello

Os ministros Rosa Weber e Marco Aurélio Mello também reagiram à afirmação de que ‘um soldado e um cabo são suficientes para fechar o STF’.

‘Votações expressivas não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica’

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello classificou a afirmação do deputado federal eleito Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) – de que bastam um soldado e um cabo para fechar a Corte – de “inconsequente e golpista”.

Na tarde do domingo 21 um vídeo com a declaração do filho do candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) passou a circular na internet e chegou aos ministros do STF.  Na gravação, feita há cerca de quatro meses em uma palestra no Paraná, ele afirma que “se quiser fechar o STF […] manda um soldado e um cabo”. Em tom de ameaça, disse que se o STF impugnar a candidatura do pai “terá que pagar para ver o que acontece”. “Será que eles vão ter essa força mesmo?”, pergunta.

Na ocasião, ao ser questionado sobre a possibilidade de o Supremo Tribuna Federal impedir que Bolsonaro assumisse a presidência se ele vencesse no primeiro turno das eleições e se o Exército poderia agir nesse caso, o deputado respondeu:

“Aí já está encaminhando para um estado de exceção. O STF vai ter que pagar para ver. E aí quando ele pagar para ver, vai ser ele contra nós. Você tá indo para um pensamento que muitas pessoas falam, e muito pouco pode ser dito. Mas se o STF quiser arguir qualquer coisa – recebeu uma doação ilegal de cem reais do José da Silva e então impugna a candidatura dele. Eu não acho isso improvável, não. Mas aí vai ter que pagar para ver. Será que eles vão ter essa força mesmo? O pessoal até brinca lá: se quiser fechar o STF, você sabe o que você faz? Você não manda nem um jipe. Manda um soldado e um cabo. Não é querer desmerecer o soldado e o cabo não.”

Ele continuou: “O que que é o STF, cara? Tira o poder da caneta de um ministro do STF, o que que ele é na rua? Você acha que a população… Se você prender um ministro do STF, você acha que vai ter uma manifestação popular a favor do ministro do STF?”. Impugnações de candidaturas, no entanto, cabem ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e não ao STF.

Ao jornal Folha de S. Paulo, o decano do STF Celso de Mello, enviou uma declaração por escrito e pediu para que a publicação fosse na íntegra:

“Essa declaração, além de inconsequente e golpista, mostra bem o tipo (irresponsável) de parlamentar cuja atuação no Congresso Nacional, mantida essa inaceitável visão autoritária, só comprometerá a integridade da ordem democrática e o respeito indeclinável que se deve ter pela supremacia da Constituição da República!!!! Votações expressivas do eleitorado não legitimam investidas contra a ordem político-jurídica fundada no texto da Constituição! Sem que se respeitem a

Constituição e as leis da República, a liberdade e os direitos básicos do cidadão restarão atingidos em sua essência pela opressão do arbítrio daqueles que insistem em transgredir os signos que consagram, em nosso sistema político, os princípios inerentes ao Estado democrático de Direito”.

A ministra Rosa Weber, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), disse que a magistratura se mantém firme. “No Brasil, as instituições estão funcionando normalmente. E juiz algum no país, juízes todos no Brasil [que] honram a toga, se deixa abalar por qualquer manifestação que eventualmente possa ser compreendida como conteúdo inadequado”, afirmou ela.

Marco Aurélio de Mello, também ministro do STF, disse que vivemos “tempos sombrios”. “Vamos aguardar, com toda a serenidade, os acontecimentos”. O vice-procurador-geral eleitoral, Humberto Medeiros, não comentou.

Ainda de acordo com a Folha, os ministros agora aguardam a chegada do presidente da Corte, Dias Toffoli, para discutir um posicionamento. Ele estava em Veneza para compromissos profissionais e deve chegar nesta segunda-feira 22 em Brasília.

“Desculpas”

Após a repercussão, Eduardo Bolsonaro usou o Twitter para se manifestar sobre o vídeo, dizendo que apenas respondeu a uma “hipótese esdrúxula” sobre a impugnação de Jair Bolsonaro sem qualquer fundamento. Ele afirmou que jamais acreditou nessa possibilidade, mas que, se algo parecido acontecesse seria algo fora da normalidade democrática. E que citou apenas uma brincadeira que diz ter ouvido na rua. Eduardo Bolsonaro disse que se foi infeliz e atingiu alguém, pede desculpa tranquilamente e diz que não era a intenção dele.

Já seu pai, Jair Bolsonaro, ao ser questionado sobre a afirmação e antes de saber que a fala era de seu filho, afirmou que “não existe crítica sobre fechar STF. Se alguém falou em fechar STF, precisa consultar um psiquiatra”. Quando foi informado que a declaração era de seu filho, disse: “Eu desconheço. Duvido. Alguém tirou de contexto.”

Durante entrevista em São Luís (MA), Fernando Haddad, que concorre à Presidência com o ex-militar, classificou a família de Bolsonaro como “grupo de milicianos” e “gente de quinta categoria”. Haddad disse que “o filho dele chegou a gravar um pensamento, se é que pode se chamar assim o que eles falam, em que diz que vai fechar o Supremo Tribunal Federal, se eles desafiassem o Poder Executivo. Mandariam um cabo e um soldado, nem de jipe precisaria. Esse pessoal é uma milícia. Não é um candidato a presidente. É um chefe de milícia. Os filhos deles são milicianos, são capangas. É gente de quinta categoria.”

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso também comentou a fala de Eduardo Bolsonaro no Twitter, dizendo que “cheira a fascismo” e “merece repudio dos democratas”.

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PDT de Ciro Gomes anuncia ‘apoio crítico’ a Haddad

O pedetista tinha adiantado que, no segundo turno, era “ele não, sem dúvida”

O partido diz que o apoio é “para evitar a vitória das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil”

O PDT de Ciro Gomes anunciou nesta quarta-feira 10 que dará um “apoio crítico” a Fernando Haddad, do PT. Segundo nota da legenda, o objetivo é “evitar a vitórias das forças mais reacionárias e atrasadas do Brasil e a derrocada da Democracia”. Ciro ainda não se manifestou sobre o acordo.

Após ficar em terceiro lugar no primeiro turno, com pouco mais de 12% dos votos válidos, Ciro garantiu que era “ele não, sem dúvida”. “Uma coisa eu posso adiantar: minha história de vida é em defesa da democracia e contra o ‘fascismo'”, garantiu o pedetista, que não chegou a verbalizar o apoio a Haddad na ocasião.

Em aceno ao pedetista, o candidato do PT disse querer ter Ciro ao seu lado e lembrou a união entre os partidos no Ceará, onde seu colega de partido Camilo Santana foi reeleito.

“Um abraço ao Ciro Gomes, que teve uma votação expressiva no Ceará. É um democrata, que já declarou que vai lutar contra o fascismo, portanto é uma voz muito respeitada no Pais, e queremos tê-lo ao lado”, disse o petista na terça-feira 9.

Ao lado de Santana, governador do PT e aliado de longa data de Ciro e Cid Gomes no estado nordestino, Haddad lembrou que os petistas e o PDT governam juntos no Ceará. “Vamos repetir o êxito do Ceará no Brasil”, garantiu.

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Ibope dá início a divulgação diária de pesquisas até as eleições

Primeiro levantamento da reta final das eleições aponta Bolsonaro com 31% das intenções de voto, contra 21% de Haddad

Candidatos participam de debate eleitoral na TV Record / Foto: Cláudio Kbene

O Ibope divulgou, nesta segunda-feira (1º), o resultado de sua mais recente pesquisa de intenção de votos para as eleições gerais deste ano, dando início a uma semana de divulgação diária de levantamentos, já registrados junto à Justiça Eleitoral.

Segundo o levantamento, o candidato de extrema-direita Jair Bolsonaro (PSL) consolidou a liderança do primeiro turno da disputa, com 31% das intenções de voto entre os entrevistados –crescimento de quatro pontos percentuais em relação à última pesquisa divulgada pelo instituto, em 26 de setembro. Fernando Haddad (PT), mais provável adversário do militar da reserva no segundo turno, pontuou 21% na pesquisa, mesmo resultado do último levantamento.

Em seguida, vêm Ciro Gomes (PDT), com 11% das intenções de voto; Geraldo Alckmin (PSDB), com 8%; Marina Silva (Rede), com 4%; João Amoêdo (Novo), com 3%; Alvaro Dias (Podemos), com 2%; Henrique Meirelles (MDB), com 2% e Cabo Daciolo (Patriota), com 1%. Guilherme Boulos (PSOL), Vera Lúcia (PSTU), Eymael (DC) e João Goulart Filho (PPL) não pontuaram. Votos “Branco/nulos” somam 12%.

A margem de erro da pesquisa, realizada entre sábado (29) e domingo (30), é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Rejeição

O Instituto também questionou em quais candidatos os eleitores não votariam. Nesse quesito, os entrevistados puderam apontar mais de um candidato, e, por isso, os resultados somam mais que 100%. O candidato do PSL lidera o índice de rejeição: 44% das pessoas ouvidas não votariam em Bolsonaro em nenhuma hipótese.

Em seguida, vêm Haddad, com 38%; Marina, com 25%; Alckmin, com 19%; Ciro, com 18%; Meirelles, com 10%; Cabo Daciolo, com 10%; Eymael, com 10%; Boulos, com 10%; Vera, com 9%; Alvaro Dias, com 9%; Amoêdo, com 8%; e João Goulart Filho, com 7%.

Simulações de segundo turno

Bolsonaro também cresceu na preferência dos eleitores para o segundo turno e alcançou Haddad. Os candidatos figuram ambos com 42% das intenções de voto nesse cenário.

O militar da reserva, porém, seria derrotado por Ciro Gomes (45% x 39%), e Alckmin (42% x 39%). De acordo com o levantamento, Bolsonaro sairia vitorioso de um embate direto contra Marina (43% x 38%).

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CNT/MDA: Bolsonaro (28,2%) e Haddad (25,2%) empatados tecnicamente

Haddad leva vantagem entre os indecisos, 19,3% disseram que votariam no candidato petista

Segundo pesquisa, Haddad (PT) e Bolsonaro disputariam segundo turno das eleições

Os candidatos à presidência Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) aparecem tecnicamente empatados de acordo com a pesquisa CNT/MDA, divulgada pela Confederação Nacional do Transporte no domingo 30. O relatório da pesquisa mostra Bolsonaro com 28,2% das intenções de voto e Haddad com 25,2%. No entanto, como a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, o candidato do PSL pode ficar entre 30,4 e 26% e o petista entre 27,4 e 23% das intenções de voto.

Em comparação à última pesquisa, feita de 12 a 15 de setembro, Haddad registrou crescimento de 7,6 pontos percentuais em intenções de voto – de 17,6 para 25,2 –  e Bolsonaro se manteve estagnado com 28,2%.

Ciro Gomes (PDT) aparece em terceiro lugar, tecnicamente empatado com Geraldo Alckmin (PSDB), com 9,4% e 7,3% de intenções de voto, respectivamente.

Confira como ficaram as intenções de voto em um primeiro turno:

Jair Bolsonaro (PSL) 28,2%

Fernando Haddad (PT) 25,2%

Ciro Gomes (PDT) 9,4%

Geraldo Alckmin (PSDB) 7,3%

Marina Silva (Rede) 2,6%

Henrique Meirelles (MDB) 2,0%

João Amoêdo (Novo) 2,0%

Alvaro Dias (Podemos) 1,7%

Cabo Daciolo (Patriota) 0,7%

Guilherme Boulos (PSOL) 0,4%

Vera (PSTU) 0,3%

Eymael (DC) 0,1%

João Goulart Filho (PPL) 0,1%

Branco / Nulo 11,7%

Indeciso 8,3%

O levantamento foi feito entre os dias 27 e 28 de setembro, a partir de mais de 2 mil entrevistas realizada por amostragem em 137 municípios brasileiros.

Haddad e Bolsonaro são os candidatos que mais se destacam em relação a um voto definitivo do eleitorado, ambos ficam na faixa dos 80%. Já entre os que se declaram indecisos quanto ao voto à Presidência, Haddad leva vantagem de 1,8 ponto percentual em relação a Bolsonaro. 19,3% dos indecisos disseram que votariam no candidato do PT, 18,7% em Ciro Gomes (PDT) e 17,5% no candidato do PSL.

Número de títulos cancelados mais que dobrou entre 2016 e 2018

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno, considerando a intenção de voto estimulada entre os eleitores, quando o nome dos candidatos é apresentado. Confira:

Fernando Haddad 42,7%

Jair Bolsonaro 37,3%

Branco / Nulo 16,1%

Indeciso 3,9%

 

Ciro Gomes 42,7%

Jair Bolsonaro 35,3%

Branco / Nulo 17,8%

Indeciso 4,2%

 

Jair Bolsonaro 37,0%

Geraldo Alckmin 33,6%

Branco / Nulo 25,1%

Indeciso 4,3 %

 

Ciro Gomes 34,0%

Fernando Haddad 33,9%

Branco / Nulo 26,9%

Indeciso 5,2%

 

Ciro Gomes 41,5%

Geraldo Alckmin 23,8%

Branco / Nulo 29,1%

Indeciso 5,6%

 

Fernando Haddad 39,8%

Geraldo Alckmin 28,5%

Branco / Nulo 26,4%

Indeciso 5,3%

Bolsonaro tem o maior índice de rejeição entre os pesquisados: 55,7% disseram que não votariam no candidato de jeito nenhum; seguido por Alckmin (52,8%), Haddad (48,3%) e Ciro Gomes (37,1%).

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Ibope: Bolsonaro tem 28%; Haddad vai a 22% e Ciro mantém 11%

Candidato do PSL e do PT isolam-se na disputa, mostra novo levantamento

Bolsonaro e Haddad se isolam na disputa; Ciro vem em terceiro.@jairbolsonaro, Ricardo Stuckert e Leo Canabarr

Nova pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira 24 indica que Jair Bolsonaro, do PSL, manteve 28% dos votos, mesmo patamar medido pelo instituto há uma semana.

Segundo o instituto, Fernando Haddad, do PT, subiu três pontos percentuais na última semana: foi de 19% para 22%. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Ciro Gomes, do PDT, registrou 11%%, mesmo patamar que tinha na pesquisa anterior. Geraldo Alckmin, do PSDB, manteve-se estagnado: tem 8% (tinha 7%). Já Marina Silva, da Rede, registrou 5% (tinha 6%).

A rejeição a Bolsonaro subiu, de acordo com o instituto. Em uma semana, foi de 42% a 46%. Na sequência, os mais rejeitados são Haddad (30%), Marina (25%), Alckmin (20%) e Ciro (18%). O indíce do petista se manteve na margem de erro: há uma semana, era rejeitado por 29%.

Nos cenários de segundo turno medidos pelo Ibope, Bolsonaro perderia para todos os concorrentes, com exceção de Marina Silva, com quem empata. Contra o candidato do PSL, Haddad ganharia por 43% a 37%. Já Ciro teria 46%, contra 35% do capitão reformado do Exército. Alckmin venceria o postulante do PSL por 41% a 36%.

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Revitalização do Rio São Francisco e Educação foram motes principais do discurso de Haddad em visita a Juazeiro, BA e Petrolina, PE

Uma multidão acompanhou o petista e comitiva em caminhada de Juazeiro para Petrolina, lotando a Ponte Presidente Dutra

Foto: Chico Egídio

Domingo, 23, uma multidão acompanhou a visita do presidenciável Fernando Haddad (PT) e comitiva ao Vale do São Francisco nas cidades de Juazeiro, BA e Petrolina, PE. Em ambas cidades uma das falas do petista se reportou a revitalização do rio São Francisco, começando pelas suas nascentes. “Viemos ao Nordeste nos comprometer às margens do Rio São Francisco de que nós não vamos parar de investir no rio. Não é só levar água para outros estados é cuidar das nascentes, porque se não cuidar das nascentes o rio vai morrer. Então é preciso ter consciência ambiental, consciência educacional”, disse.

Haddad, que é professor e que foi Ministro da Educação no governo do ex-presidente Lula por 7 anos, destacou que a educação é o caminho para que o povo se desenvolva. “A gente tem que continuar educando a nossa gente oferecendo oportunidade de trabalho e oportunidade de educação, com trabalho e educação todo povo se desenvolve. Ninguém quer mais guerra, nós queremos paz, nós queremos voltar a ser feliz de novo. O Brasil tem as bases para voltar a sonhar e realizar, porque o Brasil sempre sonhou, mas com Lula realizou e a gente quer voltar a sonhar com esse Brasil que a gente acredita, mas não é um Brasil para um terço das pessoas, é um Brasil para todo mundo”, afirmou.

Foto: Chico Egídio

O presidenciável se referiu a uma visita que fez ao vale do são Francisco há mais de dez anos, junto com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando decidiram construir a Universidade federal do Vale do São Francisco (Univasf) na cidade de Petrolina com campus em Juazeiro.  Segundo ele começou ali uma época de ouro do acesso à educação superior no país, iniciou a interiorização da educação, contou também com o Prouni, que permitiu que 4 milhões de brasileiros filhos de trabalhadores e trabalhadoras pudessem entrar em uma universidade, coisa que não era comum no Brasil do século e 20. “Infelizmente o Brasil atrasou muito o acesso à educação superior e se não fosse um nordestino sem curso superior isso estava não teria acontecido até hoje, essa é que é a verdade”.

Conforme Haddad no governo do ex-presidente Lula o pobre teve acesso não só na universidade. “O pobre entrou no avião, o pobre entrou no restaurante, o pobre entrou no banco, o pobre entrou em todo canto, porque o pobre se tornou cidadão como tem que ser e no mercado de trabalho e no mercado de consumo. Foram 20 milhões de empregos em 12 anos, ou seja, nós não estaríamos vivendo a crise que estamos vivendo hoje se não tivesse sido sabotado por esses golpistas que estão no poder”, pontuou.

Foto: chico Egídio

O presidenciável se comprometeu com o resgate dos programas sociais que segundo ele fizeram a história da recuperação e emancipação do povo. “Ninguém quer mais guerra, nós queremos paz, nós queremos voltar a ser feliz de novo. O Brasil tem as bases para voltar a sonhar e realizar, porque o Brasil sempre sonhou, mas com Lula realizou e a gente quer voltar a sonhar com esse Brasil que a gente acredita, mas não é um Brasil para um terço das pessoas, é um Brasil para todo mundo”, disse.

Foto: Chico Egídio

Fernando Haddad ainda criticou as declarações de um candidato a vice que afirmou que a delinquência no país é por que as mães e as avós estão educando sozinha. “O investimento que nós fizemos na família é um investimento que vai superar todas as dificuldades e se tem uma mãe sozinha nós vamos cuidar, vamos acolher, vamos respeitar e não estimular mais preconceito porque 46% das famílias brasileiras são chefiadas por mulheres e o Minha Casa Minha Vida, agricultura familiar, o Bolsa Família todos tiveram foco na mulher porque elas muitas vezes carregam nas costas uma 3 a 4 jornadas de trabalho. Vamos cuidar das nossas mulheres, das mulheres negras porque são as mais descuidadas desse país, vamos cuidar do país inteiro, nós não temos o direito de deixar ninguém para trás. Esse Brasil é rico não precisamos ninguém passar fome, porque é um direito de cada brasileiro e brasileira”, concluiu.

Foto: Chico Egídio

Haddad estava acompanhado da esposa Ana Estela, do governador da Bahia, Rui Costa (PT), Governador do Piauí, Wellington Dias (PT), do governador de Pernambuco, Paulo Câmara (PSB) e a candidata a vice-governadora em Pernambuco, Luciana Santos (PCdoB), de senadores, deputados federais e estaduais, vereadores, entre ouros.

Manuela D’Avila (PCdoB), candidata a vice de Haddad não participou da visita, segundo a organização do evento ela estava em outra agenda no Rio Grande do Norte.

 

 

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PT anuncia Haddad como candidato a presidente após justiça impugnar Lula

Ex-prefeito de SP assume disputa presidencial pelo PT e denuncia que Lula foi tirado do pleito por “ato de força”

Ato em frente a sede da Polícia Federal em Curitiba para anunciar a substituição da candidatura de Lula pela de Fernando Haddad / Ricardo Stuckert

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, preso político há 158 dias, escolheu Fernando Haddad (PT) e Manuela D’Ávila (PCdoB) para continuarem a disputa eleitoral à presidência pela coligação O Brasil Feliz de Novo. O ex-ministro da Educação vai substituir Lula, enquanto Manuela assume como vice da chapa.

O anúncio foi feito na tarde desta terça-feira (11) em frente à sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR). O ex-presidente escreveu uma carta endereçada ao povo brasileiro. Na mensagem, lida pelo advogado Luiz Eduardo Greenhalgh, um dos fundadores do PT, Lula explica a decisão de indicar o ex-prefeito de São Paulo ao pleito, destacando a atuação de Haddad como ex-ministro da Educação entre 2005 e 2012, e as políticas públicas que inseriram 4 milhões de estudantes no ensino superior durante os governos do PT.

“Proibiram o povo brasileiro de lutar livremente para mudar a triste realidade do país. Nunca aceitei a injustiça nem vou aceitar.(…) Diante dessas circunstâncias tenho que tomar uma decisão (…) Estou indicando ao PT minha substituição pela do companheiro Fernando Haddad, que até esse momento desempenhou com extrema lealdade a posição de candidato a vice-presidente. Se querem calar nossa voz e derrotar nosso projeto para o País, estão muito enganados. Nós continuamos vivos, no coração e na memória do povo. E o nosso nome agora é Haddad”, afirmou Lula, por meio da carta.

O documento finaliza com o pedido do ex-presidente para que seus apoiadores votem em Haddad e nos candidatos do PT aos governos dos estados, ao Senado e à Câmara de Deputados. “Já somos milhões de Lulas, e de agora em diante, Fernando Haddad será Lula para milhões de brasileiros”, encerrou o ex-presidente em sua mensagem.

Durante o discurso em Curitiba, Haddad afirmou que não irá desistir do Brasil e que recebeu de Lula a missão de reerguê-lo. Ele, que também foi prefeito de São Paulo (SP) entre 2013 e 2016, reiterou a importância de Lula para a história do país.

“Não vamos aceitar, vamos nos reerguer, somos brasileiros, e temos uma missão de fazer o povo rememorar os bons dias que vivemos. Eu sinto a dor de muitos brasileiros e brasileiras que vão receber hoje a notícia de que não vão poder votar naquele que gostaríamos de ver subir a rampa do planalto e governar o país a partir do dia 1° de janeiro. É uma dor sentida pelo povo mais caro desse país, que sabe o que representou os nossos governos, do ponto de vista da história, uma história tão cruel, injusta. Nosso Lula, representou e representa um divisor de águas na história do Brasil, o antes e o depois. Ele é saído das entranhas de nosso povo”, disse.

Haddad destacou também que desde os anos 1980 luta pela redemocratização do país, e que nunca imaginou que teria que lutar novamente pela democracia. “Eu imaginava que meus filhos e netos teriam outras frentes de batalha, mas que a democracia estava definitivamente consolidada. O que aconteceu com o Brasil? Bastaram dois anos para que o Brasil voltasse ao mapa da fome e o noticiário estivesse recheado de notícias que há muito tempo não ouvíamos. Eu fico me perguntando porque tanta injustiça com um homem que não fez outra coisa durante sua presidência que não fosse estender a mão para todos os brasileiros”, destacou.

O Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU) reafirmou pela terceira vez, nesta segunda-feira (10), a determinação para que os direitos do ex-presidente de Lula como candidato fossem garantidos. A presidenta do PT, Gleisi Hoffmann, foi a responsável por apresentar a decisão da candidatura de Haddad. Em seu discurso, ela destacou que o PT, os partidos coligados, e os movimentos apoiadores lutaram até o último momento pelo direito de Lula ser candidato.

“Quem participa dessa vigília acompanha o presidente e sabe de todos os enfrentamentos que estamos fazendo. Mesmo preso há mais de 150 dias, Lula mantém a liderança nas pesquisas de opinião. Lutamos muito para fazer Lula candidato a presidente. No dia 15 de agosto, enfrentando todo esse projeto, registramos a candidatura de Lula em uma festa linda em Brasília. Sempre acreditamos que sua candidatura é essencial para tirar o país da crise. É muito triste ver a democracia brasileira, se é que temos uma, vivendo esse processo. Nós aceitamos o desafio do presidente Lula, de não deixar o povo brasileiro sem uma alternativa para a sua luta”, afirmou, antes de anunciar a candidatura de Haddad na chapa “O Brasil Feliz de Novo”.

A pedido de Hoffmann, o ato foi encerrado com um grande “Boa noite Presidente Lula”, manifestação que vem sendo realizada diariamente pelos integrantes do Acampamento Lula Livre, há 158 dias em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba.

Pesquisa

Lula liderava todas as pesquisas de opinião para as eleições de outubro, mas foi impedido de concorrer às eleições por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O PT levou o nome do ex-presidente até o último momento possível determinado pelo TSE.

A primeira pesquisa feita pelo Datafolha sem a menção de Lula foi feita nesta segunda-feira (10) e mostra empate técnico entre Haddad, Geraldo Alckmin (PSDB), Ciro Gomes (PDT) e Marina Silva (Rede).

O ex-ministro da Educação foi o que mais cresceu no último levantamento. Ele alcançou 9% das intenções de voto, 5 pontos percentuais a mais que na última pesquisa, de 22 de agosto, quando o ex-ministro da Educação ainda era apresentado somente em questionário posterior ao que apontava Lula como candidato.

O PT aposta agora no poder de transferência de voto de Lula a Haddad. A mesma pesquisa do Datafolha indica ainda que 33% do eleitorado votaria em um candidato apoiado por Lula e 16% dos entrevistados afirmam que “poderiam votar”.

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