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Seminário da Caprinovinocultura denuncia em carta aberta ameaças ao modo tradicional de criar caprinos e ovinos

Além de denúncias, o documento aponta saídas para o fortalecimento da atividade

Foto: Reprodução

Com o objetivo de denunciar as graves ameaças ao sistema tradicional de criação de caprinos e ovinos, as/os participantes do Seminário Regional da Caprinovinocultura no Semiárido Baiano elaboraram uma carta aberta, a ser entregue aos concorrentes ao Governo do Estado da Bahia.

Além de denúncias, o documento apresenta informações que dão conta da importância econômica, social, ambiental e cultural do sistema tradicional da caprinovinocultura no Semiárido e aponta saídas para o fortalecimento da atividade.

O documento pode ser lido no link

Via IRPAA

 

 

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PGR denuncia deputado Adalberto Cavalcanti por empregar servidora fantasma

Parlamentar é acusado de se apropriar de R$ 93 mil em salários. Raquel Dodge pede perda do mandato e indenização por danos morais.

Foto: Reprodução

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) denúncia contra o deputado federal Adalberto Cavalcanti (Avante/PE) por empregar, durante nove meses, uma servidora fantasma em seu gabinete na Câmara dos Deputados. Ao todo, foram desviados R$ 93 mil em salários, valor utilizado para efetuar pagamentos, fazer compras com cartão de crédito e financiamentos. A denúncia foi enviada à Corte na sexta-feira (13).

No documento, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pede a decretação da perda do mandato do parlamentar, acusado de peculato. Além disso, requer a reparação do prejuízo causado aos cofres públicos e indenização por danos morais no dobro do valor desviado em razão do abalo à credibilidade das instituições. O esquema ocorreu de dezembro de 2015 a agosto de 2016, com auxílio dos assessores do deputado Sônia Maria de Souza e João Wellington Pereira, à época, casados.

De acordo com investigações, a secretária parlamentar Sônia Martins solicitou documentos a uma funcionária que trabalhava na chácara de seu cônjuge e pediu que ela assinasse procurações em seu nome para a abertura de três contas em bancos diferentes. Como justificativa, informou que o deputado pagaria aos servidores, e aos funcionários deles, auxílio de R$ 500, mas que não sabia dizer em qual banco o benefício seria depositado. A vítima somente passou a receber o valor prometido depois de ter cobrado a quantia da secretária parlamentar.

Apesar de ter conhecimento de que a funcionária nunca tinha trabalhado em seu gabinete, o deputado Adalberto Cavalcanti alterou por duas vezes o nível remuneratório da servidora: em fevereiro e em maio de 2016. Para dar aparência de regularidade ao esquema, a secretária Sônia Martins atestava a frequência da suposta servidora no sistema da Câmara dos Deputados, inserindo dados falsos.

A vítima só soube da fraude em agosto de 2016, quando teve seu nome negativado no cadastro do SPC/Serasa. Após tentar uma solução junto a Sônia Martins de Souza e João Wellington Pereira, acabou sendo demitida da chácara onde trabalhava e também foi exonerada pelo gabinete do parlamentar. Ao final do documento enviado ao STF, Raquel Dodge afirma serem gravíssimos os crimes cometidos porque contribuem “para o descrédito da Câmara dos Deputados perante a sociedade e próprio serviço público”.

 

Íntegra da denúncia

http://www.mpf.mp.br

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Mesmo depois da seleção, alunos da rede municipal de ensino em Petrolina estão sem aula por falta de professores

“A gestora disse aos pais que não há previsão para o retorno às aulas. A secretária de educação sabe do problema, mas não encaminhou novos professores”, contou Rita Alencar que tem uma filha no 1º ano da Escola Laura Vicuña.

Foto: Emissora Rural

Nesta segunda-feira (19), mães de alunos da Escola Municipal Laura Vicuña procuraram a Comissão de Educação da Câmara de Vereadores para denunciar que os alunos do 1º e 5º anos estão sem aulas por falta de professores. A Vereadora Cristina Costa (PT), presidente da comissão, visitou a escola com duas dessas mães. Na secretaria da escola tomou conhecimento de que não tem professor substituto para os anos que estão sem aula. Uma professora está de licença médica por três meses, e a outra, foi aprovada na seleção municipal, e assumiu o novo posto porque era professora substituta.  Dois requerimentos já foram encaminhados à secretaria municipal de educação, sem resposta até o momento. Com isso, 57 crianças  estão sem aulas e os pais sem respostas da escola.  “A gestora disse aos pais que não há previsão para o retorno às aulas. A secretária de educação sabe do problema, mas não encaminhou novos professores”, contou Rita Alencar que tem uma filha no 1º ano da Escola Laura Vicuña.

Foto: Ascom vereadora Cristina Costa

A deficiência no quadro funcional da escola atinge também a secretaria. Desde julho de 2017, a escola não tem secretário, e o fato já foi comunicado à secretaria pela nova gestora Joelma de Souza Coelho, que assumiu a unidade este ano. Burocracia que dificulta a vida dos profissionais em educação, dos pais, e prejudicam os alunos. Das carências da escola, outra, é a dificuldade de comunicação com os pais. Na unidade não existe telefone fixo, e o único celular é pré-pago, e os créditos não são suficientes para atender a demanda. A filha de Ana Cristina da Silva Holanda, de 10 anos, passou mal na semana passada e a mãe não foi avisada. “Encontrei ela sentada na secretaria, com febre alta, e a escola me disse que não avisou porque o celular estava sem crédito”, contou a mãe indignada.

Foto: Ascom vereadora Cristina Costa

Na Escola Laura Vicuña, que funciona no Centro Maria Auxiliadora de Assistência Pró Menor Carente, no Bairro Gercino Coelho atende mais de 300 crianças da rede municipal de ensino.  A Vereadora Cristina Costa vai tentar se reunir com a Secretária de Educação para saber quando as demandas da escola serão atendidas especialmente com os novos professores. “A Secretaria de Educação fez uma seleção, e porque no mês de março ainda tem escola  sem professores? A bancada de situação rejeitou meu requerimento na sessão da última quinta-feira (15),  onde eu pedi informações sobre professores selecionados e sobre os contratados em  2017. Estão escondendo informações porque estão desorganizados.” Declarou Costa.

 

Assessoria de Imprensa

Vereadora Cristina Costa – PT

 

 

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Janot denuncia Jucá, Renan, Sarney, Garibaldi e Raupp

Denúncias são por corrupção e lavagem de dinheiro. Peemedebistas são acusados de receber propina em contratos da Transpetro e Odebrecht Ambiental

(Foto: Geraldo Magela/Agência Senado)

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou nesta sexta-feira 25, ao Supremo Tribunal Federal (STF), quatro senadores do PMDB, dois ex-senadores do partido e mais três pessoas no âmbito da Operação Lava Jato.

Os principais nomes são os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Garibaldi Alves (RN) e Valdir Raupp (RO), além do aliado do presidente Michel Temer e líder do governo no Senado, Romero Jucá (RR).

Estão também na lista de denunciados o ex-presidente José Sarney, o ex-presidente da Transpetro e ex-senador Sérgio Machado, os administradores da NM Engenharia e da NM Serviços  Luiz Maramaldo e Nelson Cortonesi Maramaldo e o executivo Fernando Reis, da Odebrecht Ambiental.

Segundo a denúncia, os crimes de corrupção ativa, corrupção passiva e lavagem de dinheiro foram cometidos entre 2008 e 2012. De acordo com o Ministério Público Federal (MPF), há farto conjunto probatório reunido a partir dos acordos de colaboração de Sérgio Machado, Fernando Reis e Luiz Fernando Maramaldo.

Conforme a denúncia, os senadores e o ex-presidente do Senado, solicitaram, em razão de seus cargos, vantagem indevida ao então presidente da Transpetro, Sérgio Machado. Para ocultar e dissimular a natureza do dinheiro, os senadores e o presidente da Transpetro ajustaram o pagamento da vantagem indevida por meio de doação efetivada a diretórios estaduais e municipais do PMDB, indicados pelos políticos.

Para viabilizar os pagamentos, Sérgio Machado solicitou aos administradores a operação, via doação oficial a diretórios. Em contrapartida a esses pagamentos, Sérgio Machado praticou atos de ofício para promover, autorizar e direcionar as licitações e contratações da Transpetro em favor da NM Engenharia.

Esses valores seguiram, parcialmente, conforme relata a denúncia, para aliados de José Sarney, mediante diversas operações fracionadas, de forma a ocultar e dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação e propriedade de valores provenientes, direta ou indiretamente, de prática de crime contra a administração pública. Havia uma outra parte do pagamento das vantagens indevidas que era feito em espécie, por meio de intermediários.

O mesmo esquema de corrupção ocorreu na Odebrecht Ambiental. Os senadores Renan Calheiros e Valdir Raupp solicitaram a Fernando Reis pagamento de vantagem indevida mediante doação oficial ao diretório nacional do partido. Em 2012, Raupp procurou Sérgio Machado para ajudar financeiramente a campanha da Gabriel Chalita para prefeito de São Paulo, a pedido de Michel Temer. Por se tratar de fatos estranhos ao mandato de presidente da República, existe vedação constitucional para promover investigação.

O dinheiro foi repassado aos seguintes diretórios: Diretório Estadual do PMDB no Rio Grande do Norte em 2008; Diretório Estadual de Roraima do PMDB em 2008, Diretórios Estaduais do PMDB, o do Maranhão e o do Amapá em 2008; e Diretório Nacional do PMDB em 2012 (Gabriel Chalita); Diretório Municipal de Aracaju do PMDB em 2008; Diretório Estadual do Tocantins do PMDB em 2010; Comitê Financeiro Único do PSDB em Alagoas em 2010.

“Os dados mostram que os estados de alguns dos membros do PMDB que são alvo da Operação Lava Jato receberam em 2010 e em 2014 recursos em montante desproporcional ao tamanho do eleitorado. Por outras palavras, os estados de domicílio eleitoral desses investigados ou denunciados, e não os de maior eleitorado, receberam os maiores volumes de recursos”, explica Janot, em nota à imprensa. Esses 12 estados, apesar de concentraram apenas um terço dos eleitores, receberam dois terços dos recursos das campanhas majoritárias do PMDB de 2010 e de 2014.

Sérgio Machado tinha o apoio político de senadores do PMDB, inclusive dos denunciados, e do ex-presidente José Sarney, para sua manutenção no cargo de presidente da Transpetro. Esse fato foi, inclusive, demonstrado em gravação feita pelo ex-presidente da subsidiária.

Em troca do apoio, omitiram-se quanto ao cumprimento do dever parlamentar de fiscalização da administração pública federal, viabilizando assim, indevidamente, o funcionamento de organização criminosa voltada para a prática de vários crimes, entre os quais corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro no âmbito da subsidiária da Petrobras. A sistemática de apoio político em troca de vantagens indevidas se repetiu exaustivamente na Petrobras, como revelado pelas investigações da Operação Lava Jato.

No caso da Transpetro, o ex-presidente da subsidiária participava de reuniões individuais, mensais ou bimestrais, com os políticos e os presidentes e controladores das empresas pagadoras de vantagem indevida para acertar o montante que seria pago. Tais reuniões ocorriam na sede da Transpetro ou, em se tratando de políticos, em Brasília.

Isso era fato conhecido por outros parlamentares, a exemplo do ex-senador Delcídio do Amaral. Fernando Luiz, da Odebrecht Ambiental, em depoimento, disse que Sérgio Machado apresentou-se como arrecadador de vantagem indevida para o PMDB em 2008, especificamente para Renan Calheiros e Romero Jucá.

Machado disse que sua atividade na Transpetro era guiada por duas diretrizes: “extrair o máximo possível de eficiência das empresas contratadas pela estatal, tanto em qualidade quanto em preço, e o máximo possível de recursos ilícitos para repassar aos políticos que o garantiam no cargo”.

As empresas que não aderissem ao pagamento de vantagem indevida ou cessassem unilateralmente o pagamento delas depois não conseguiam novos contratos. Na gestão de Sérgio Machado, a NM Engenharia foi a segunda empresa com maior montante de recursos recebidos, à frente de empreiteiras como a Queiroz Galvão, a Galvão Engenharia e a Camargo Corrêa.

 

Da Carta Capital

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Maioria do STF aceita denúncia e Renan vira réu

O senador é acusado de usar o lobista de uma empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento.

O peemedebista também é acusado de ter adulterado documentos para justificar os pagamentos. (Marcelo Camargo/ Agência Brasil)
O peemedebista também é acusado de ter adulterado documentos para justificar os pagamentos. (Marcelo Camargo/ Agência Brasil)

Por 8 votos a 3, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu hoje (1º) aceitar denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em 2013 contra o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), pelo crime de peculato. Com a decisão, o senador se torna réu na Corte pela primeira vez.

Apesar de aceitar a denúncia por peculato, a Corte também entendeu, seguindo voto do relator, ministro Edson Fachin, que as acusações de falsidade ideológica e uso de documento falso prescreveram em 2015, oito anos depois de a infração ter sido cometida.

A Corte julgou nesta tarde denúncia na qual Renan é acusado de usar um lobista de uma empreiteira para pagar pensão a uma filha que teve fora do casamento. O peemedebista também é acusado de ter adulterado documentos para justificar os pagamentos. O caso foi revelado em 2007. Na época, as denúncias levaram à renúncia do cargo de presidente da Casa.

Votos a favor da denúncia

Para o relator do inquérito, ministro Edson Fachin as provas apresentadas no processo mostram que há indícios de que Renan Calheiros usou em 2007 notas fiscais para mascarar desvios de verba indenizatória do Senado para simular os contratos de prestação de serviços de locação de veículos.

“A denúncia imputa ao acusado a celebração de mútuo fictício com a empresa Costa Dourada Veículos para fim de, artificialmente, ampliar sua capacidade financeira e justificar perante o Conselho de Ética do Senado capacidade de arcar com o pagamento de pensão alimentícia”, disse o ministro.

O ministro Luiz Roberto Barroso votou diferente do relator, aceitando a denúncia em relação aos três crimes. “Considero como documentos públicos um número maior do que o relator considerou”, disse Barroso para justificar sua decisão. Os crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso só estariam prescritos se os documentos que embasam essas acusações forem considerados particulares.

Apesar de acompanhar o relator, o ministro Teori Zavascki disse que a denúncia apresentada pelo Ministério Público “não é um modelo de denúncia” e disse que “os indícios são precários e estão no limite”. O ministro, que é relator da Operação Lava Jato, também disse que Corte não pode ser responsabilizada pela demora no julgamento do processo.

“Dos 100 inquéritos que tenho aos meus cuidados envolvendo pessoas com prerrogativa de foro, 95 não estão em meu gabinete e cinco estão de passagem, e apenas dois dependem de exame de recebimento da denúncia. O Supremo é juiz, não é investigador, não é ele que busca a prova, ele que julga”, explicou.

Rosa Weber, Luiz Fux, Marco Aurélio, Celso de Mello e presidente, Cármen Lúcia, também acompanharam o voto do relator pelo recebimento parcial da denúncia.

Votos contra a denúncia

Os ministros Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski votaram pela rejeição total da denúncia por entenderem que não há indícios para o recebimento da denúncia.

Toffoli considerou as acusações como “criação mental” do Ministério Público. “Não se logrou na investigação provar que o serviço [da locadora de veículos] não foi prestado, mas como não houve trânsito de valores em contas bancárias, [se] deduz que o serviço não foi prestado para o recebimento da denúncia.”, criticou Toffoli.

Lewandowski também criticou a falta de provas na denúncia disse que “houve certa criatividade” por parte da PGR.

“Por mais contundentes que sejam os indícios de prática criminosa, o inquérito não pode se transformar em instrumento de devassa na vida do investigado, como se todos os atos profissionais e sociais por ele praticados ao longo de anos fossem suspeitos ou merecessem esclarecimentos. A denúncia deve ser objetiva.”, disse Lewandowski.

Mendes disse que a PGR deveria ter “honestidade intelectual” de pedir o arquivamento. “Nós temos um clássico caso de inépcia, já reconhecido pelo relator [Fachin], quando disse que [a prova] está na zona limítrofe, na franja.”, afirmou.

Acusação

Na denúncia formalizada em 2013, a PGR acusou Renan dos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso, por utilizar meios fraudulentos para justificar a origem de R$ 16,5 mil pagos mensalmente à jornalista Mônica Veloso entre janeiro de 2004 e dezembro de 2006, segundo a procuradoria.

Em processo aberto no Conselho de Ética do Senado quando o escândalo veio à tona, em 2007, Renan apresentou recibos de venda de gado para comprovar uma renda compatível com os pagamentos. Segundo laudo pericial da PGR, os documentos são falsos e não correspondem a transações comerciais verdadeiras. Um dos compradores teria negado expressamente a compra de cabeças de gado do senador.

A PGR acusou ainda Renan do crime de peculato, por ter desviado, entre janeiro e julho de 2005, a verba indenizatória a que tem direito como senador. Apesar de ter apresentado notas fiscais para comprovar o aluguel de dois veículos, os investigadores alegam que os documentos, no valor de R$ 6,4 mil cada, são fraudulentos.

“Não foram encontrados lançamentos que possam comprovar a entrada e saída de valores [nas contas da locadora de veículos e do senador], situação que comprova que a prestação de serviços não ocorreu”, disse o vice-procurador-geral da República, José Bonifácio Borges de Andrada, ao ler o relatório da PGR, durante a sessão.

Defesa

Durante o julgamento, o advogado do presidente do Senado defendeu o arquivamento detoda a denúncia por falta de provas. “Quando se recebe uma denúncia inepta o constrangimento é ilegal. Não há indícios suficientes sequer para o recebimento da denúncia”, disse Junqueira.

Agência Brasil

http://domtotal.com/

Espaço do Leitor

Lixo em terreno baldio, centro de Petrolina, prejudica moradores que pedem providências à prefeitura

Lixo é depositado há mais de um ano no local, várias denúncias já foram feitas, mas até o momento a prefeitura não resolveu o problema

Lixo depositado em terreno baldio rua Araripina - centro de Petrolina. Foto: angela Santana - Ponto Crítico
Lixo depositado em terreno baldio – rua Araripina – centro de Petrolina. Foto: Angela Santana – Ponto Crítico

Lixo depositado em terreno baldio em Petrolina é prática recorrente. Um exemplo disso acontece há mais de um ano na rua Araripina, no centro da cidade, próximo a travessa Mario Melo, sentido Orla I. Moradores jogam diariamente lixo e entulhos em um pequeno terreno, que fica no fundo de uma residência, causando transtornos para quem reside nas proximidades.

Uma moradora, que não quis se identificar, procurou o nosso blog para reclamar e pedir providências.

“Mais uma vez eu venho apelar à prefeitura, que faça alguma coisa, todo tipo de lixo é jogado nesse terreno: bicho morto, sobras de comida, garrafas, entulhos, pneus, é um horror! O carro do lixo passa aqui três dias na semana, mas não adianta, as pessoas se habituaram a jogar o lixo aí e não tem jeito, agora eu, que moro vizinho sou quem mais sofre com ratos, baratas, muriçoca que vem tudo para dentro de minha casa”, desabafou.

Foto Angela Santana - Ponto Crítico
Foto: Angela Santana – Ponto Crítico

A moradora disse que já denunciou o problema por diversas vezes à Secretaria de Infraestrutura que prometeu resolver, mas até agora nada foi feito. “Eles me disseram que o dono do terreno seria o responsável, então por que não localizam o proprietário e resolve isso de uma vez?”, questionou.

Com a palavra as Secretaria de Infraestrutura de Petrolina.

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Entidades brasileiras denunciam na ONU desmonte do sistema de direitos humanos

Organizações entregaram relatório que critica PEC 241 e Orçamento da União para o próximo ano

pec241protestoEmbasados na Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 241/2016 e do Projeto de Lei do Orçamento 2017, organizações escreveram um relatório denunciando o retrocesso dos direitos sociais e das políticas públicas no País após a posse de Michel Temer (PMDB) como presidente da República. O documento foi entregue na última quarta-feira (05) ao Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, em Genebra, na Suíça.

Por meio da iniciativa, a Conferência da Família Franciscana do Brasil (CFFB), a Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), a Cáritas Brasileira, a Comissão Pastoral da Terra (CPT) e o Serviço Interfranciscano de Justiça, Paz e Ecologia (Sinfrajupe) pretendem contribuir com o terceiro ciclo do processo da Revisão Periódica Universal (URP), que ocorrerá em 2017, durante a 27ª sessão do Conselho de Direitos Humanos da ONU. A última vez em que o Brasil foi submetido à URP foi em 2012.

De acordo com o documento, a PEC 241, que tramita no Congresso Nacional e limita os gastos públicos ao introduzir um novo regime fiscal para os próximos 20 anos, poderá promover o desmonte do Sistema Único de Saúde (SUS) e outras áreas dos direitos humanos. As entidades destacam que o orçamento aprovado para 2017 prevê cortes bilionários de recursos para setores como habitação popular, desenvolvimento regional e reforma agrária.

Com base nas informações, as organizações fazem recomendações ao Estado brasileiro para que se preserve as garantias constitucionais e para que se mantenha os avanços sociais e políticos conquistados.

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Sindicatos se manifestam pela liberdade de expressão

“Liberdade de pensamento, de expressão e de organização sindical são tanto princípios quanto conquistas!”

Passeata dos Servidores Públicos Federais, Petrolina (2012)
Passeata dos Servidores Públicos Federais, Petrolina (2012)

O Sindicato dos Docentes da Universidade Federal do Vale do São Francisco (SINDUnivasf) e o Sindicato dos Servidores Federais – IF SERTÃO PE – (Sinasefe) estão se manifestando contra a utilização de regulações de tecnologias de informação e comunicação nas Instituições Federais, segundo eles, com intuito de tolher as liberdades constitucionais da  categoria e, particularmente, o direito de organização e atuação político-sindical! Confira a nota na íntegra:

“NOTA PÚBLICA PELA LIBERDADE SINDICAL E CONTRA A CENSURA

Nosso país tem vivido nos últimos meses uma de suas mais dramáticas experiências ao longo de sua ainda frágil experiência republicana. Um Golpe Parlamentar se estabeleceu. Uma presidenta democraticamente eleita foi destituída por um Congresso que representa os interesses dos grandes grupos econômicos, antes que à Vontade Popular, ameaçando o lento e difícil processo de reconstrução democrática que iniciamos desde o fim da Ditadura Militar na década de 1980.

A pressa nos retrocessos para a legislação trabalhista, a violência policial exacerbada sobre manifestações populares que ela muito ao invés, deveria proteger e garantir, tem como contrapeso a perseverança nos estádios, shows, praças e avenidas de todo o país. Vamos resistir e desmoralizar o Golpe! No lugar de “Escola sem Partido” ou de partido único, precisamos é de EDUCAÇÃO PÚBLICA, GRATUITA, DE QUALIDADE E LAICA PARA TOD@S, pela qual historicamente lutamos.

É nesse contexto que os sindicatos de trabalhadores da educação federal em nossa região, SINASEFE – IF Sertão PE e SINDUNIVASF, vêm a público posicionar-se de forma veementemente contrária a toda forma de utilização de regulações da utilização de tecnologias de informação e comunicação em nossas instituições com a finalidade tolher as liberdades constitucionais de nossa categoria e, particularmente, o direito de organização e atuação político-sindical!

Colegas do IF Sertão PE tiveram bloqueadas contas de email funcional e correm o risco de ter processos abertos junto à Comissão de Ética institucional por defenderem firmemente seus direitos de posicionamento político, afirmando e reafirmando, em coro com o país: #ForaTemer! #NãoaoGolpe! #LutarSempre!

Na condição de entidades de representação política de nossas categorias e classe, CONCLAMAMOS NOSS@S COLEGAS SERVIDORES E TODA SOCIEDADE PARA QUE NÃO SE ACEITE UM SÓ PASSO ATRÁS.

Estão em risco direitos trabalhistas e civis arduamente conquistados por várias gerações.

A liberdade de pensamento, de expressão e de organização sindical são tanto princípios quanto conquistas!

Existimos, resistimos, VENCEREMOS.

#ForaTemer! #NãoaoGolpe! #LutarSempre!

SINASEFE – IF Sertão PE e SINDUNIVASF”

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Médicos do HU denunciam em carta, situação de penúria dos pacientes que aguardam cirurgias e pedem providências

Na carta os médicos ortopedistas e traumatologistas ameaçam tomarem medidas rigorosas caso o problema não seja resolvido nos próximos dias.

12342796_924813517614939_7462426477750943303_nEm carta enviada ao nosso blog, médicos ortopedistas e traumatologistas, que atendem no Hospital Universitário (HU) de Petrolina, denunciam estado de penúria dos pacientes que aguardam por cirurgias ortopédicas naquela unidade de saúde. Embora reconheçam o esforço da atual administração do HU-Univasf em tentar resolver os problemas, os profissionais repudiam a falta de compromisso das autoridades púbicas responsáveis pelo que chamaram de “falida e desigual rede PEBA”. Confira:

HU-Univasf – Carta Aberta – Equipe de Ortopedia e Traumatologia

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Lixo em terreno baldio no centro de Petrolina prejudica moradores

Há mais de dois meses os moradores reclamam do lixo e até agora nenhuma providência foi tomada.

13199497_973537412742371_1158240922_oOs moradores das proximidades da rua Araripina no centro de Petrolina estão revoltados com o acúmulo de lixo em um terreno baldio sem que nenhuma providência seja tomada.

Há mais de dois meses o lixo vem se amontoando no local: pneus, animais mortos, galhos, entulhos, garrafas, tudo é descartado nesse local, atraindo ratos, baratas e muriçocas, inclusive o risco do mosquito da dengue, aedes aegyptipois, se alojar nesse local.

Segundo uma moradora que não quis se identificar, por diversas vezes a Secretaria de Ordem Pública foi informada sobre o problema, mas até o momento não adotou nenhuma providência. “É preocupante essa situação, pagamos em dia nossos impostos, inclusive o IPTU, e quando precisamos não somos atendidos e nem respeitados em nossos direitos”, desabafou.13170675_973537419409037_97820746_o

A moradora informou ao nosso blog, que no último contato com a Secretaria de Ordem Púbica foram informados que a demanda era grande, mas tomariam as providências cabíveis o mais  rápido possível. Porém, o lixo continua no mesmo local, se amontoando cada dia mais.

Os moradores estão revoltados com o descaso.