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Segunda edição do Pontes Flutuantes vai discutir a presença do ator em cena

Segunda edição do Pontes Flutuantes vai discutir a presença do ator em cena

Foto: Divulgação.

Acontece entre os dias 13 e 15 de dezembro, em Petrolina (PE) e Senhor do Bonfim (BA), a segunda edição do projeto Pontes Flutuantes – Diálogos para cena. O evento, que propõe o intercâmbio cultural e troca de experiências entre artistas locais e grupos de teatro do Brasil e do Mundo, é realizado pela Cia Biruta de Teatro e esse ano traz como convidado o ator Carlos Simioni, do Lume – Núcleo Interdisciplinar de Pesquisas Teatrais da Unicamp.

A programação começa com a vivência “A presença do ator e o campo magnético”, mediada por Carlos Simioni, no Campus da Universidade do Estado da Bahia (Uneb), em Senhor do Bonfim, no dia 13 de dezembro. Em seguida, nos dias 14 e 15, acontecem a oficina “A Presença do Ator” e a demonstração do trabalho “Prisão para Liberdade”, no Sesc Petrolina.

“O Pontes Flutuantes nasceu não apenas como um espaço de formação e construção de intercâmbios culturais, mas também para alimentar, difundir e estimular a reflexão sobre a pesquisa e o fazer teatrais. Assim, em 2017, nós trouxemos para Petrolina e Juazeiro, Julia Varley e Eugênio Barba, do OdinTeatret (Dinamarca), e agora construímos novas pontes, com Carlos Simioni e com estudantes e professores do curso de Artes Cênicas da Uneb, que é nossa parceira nesse evento, junto com o Sesc”, conta o diretor teatral, ator e dramaturgo, Antônio Veronaldo, um dos responsáveis pelo projeto, frisando o objetivo principal do encontro é fortalecer a cena teatral da região.

Pontes Flutuantes – segunda edição

A segunda edição do Pontes Flutuantes dá continuidade ao diálogo sobre a antropologia teatral e a fisicalidade do ator, iniciada na primeira edição do encontro, em 2017. “Tanto a oficina como a vivência e a demonstração do trabalho trazem uma discussão sobre o teatro físico, a partir dos exercícios práticos e físicos que fazem com que o ator desenvolva o seu ofício no palco. Uma reflexão sobre o trabalho do ator, pensando o corpo como ferramenta, em um processo de entender o teatro para além da parte psicológica e do texto”, revela Cristiane Crispim, que também integra a organização do evento.

Durante a oficina “A presença do ator”, que acontece nos dias 14 e 15 de dezembro, das 9h às 13h, no Sesc Petrolina, os participantes terão a oportunidade de conhecer os últimos resultados das pesquisas que Carlos Simione vem desenvolvendo. “Será um curso prático, continuado. A cada dia uma técnica, sempre dando continuidade ao dia anterior. Os atores vão receber ferramentas para construir o campo magnético ou campo de energia, algo que é invisível, mais perceptível para o público. Será também um momento para um mergulho dentro de si mesmo para acessar e despertar o que está adormecido e expressar através do corpo poesia”, explica o convidado.

Já a demonstração do trabalho “Prisão para a liberdade”, no dia 15 de dezembro, às 19h, também no Sesc Petrolina, mostra o percurso de trinta e cinco anos de pesquisas com o Lume e com outros mestres do fazer teatral.

Para inscrições e mais informações, entrar em contato através do endereço eletrônico birutaciadeteatro@hotmail.com ou pela página www.facebook.com/pontesflutuantes.

Programação

Vivência: “A presença do ator e o campo magnético”, com Carlos Simioni – (vagas preenchidas)

13 de dezembro (sexta-feira)

Horário: 13h às 15h

Local: Uneb – Senhor do Bonfim (BA)

A vivência é um intensivo dos princípios trabalhados na oficina “A presença do ator”. Neste formato, serão feitos exercícios com os atores enquanto observadores assistem ao trabalho.  Carlos Simioni, ator pesquisador, abordará suas pesquisas desenvolvidas no Lume: a presença do ator, emanação de energia, a construção do corpo interior, e a estrutura física da voz. A presença diz respeito a algo íntimo, uma pulsação que transpassa e percorre toda a ação cênica. Nesta oficina serão trabalhadas a dilatação do corpo, a expansão da energia no espaço, o campo magnético, a transformação do peso do corpo em energia, a ação energética e a construção da presença cênica como princípios da dança pessoal, elementos técnicos desenvolvidos LUME durante 40 anos de pesquisa teatral.

Oficina “A presença do Ator”,com Carlos Simioni

14 e 15 de dezembro (sábado e domingo)

Horário: 9h às 13h

Local: Sesc-Petrolina (PE)

Investimento: R$ 100,00

Carlos Simioni, ator pesquisador, abordará suas pesquisas desenvolvidas no Lume: a presença do ator, emanação de energia, a construção do corpo interior, e a estrutura física da voz. A presença diz respeito a algo íntimo, uma pulsação que transpassa e percorre toda a ação cênica. Nesta oficina serão trabalhadas a dilatação do corpo, a expansão da energia no espaço, o campo magnético, a transformação do peso do corpo em energia, a ação energética e a construção da presença cênica como princípios da dança pessoal, elementos técnicos desenvolvidos LUME durante 40 anos de pesquisa teatral.

Escambo Cultural

14 de dezembro (sábado)

Horário: 16h

Local: Sala de Dança – Sesc-Petrolina (PE)

 

(Ascom)

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Cia biruta realiza mostra de arte novembro negro de 11 à 30/11 em Petrolina e Orocó

Com o tema “Liberdade é não ter medo de brilhar”, a Cia Biruta realiza sua primeira mostra de arte no mês das consciências negras com oficinas, contações de histórias, apresentações teatrais e musicais, feirinha cultural, baile black e muito mais.

Nesse Novembro Negro, a Cia Biruta, junto ao Núcleo Biruta de Teatro, apresenta à comunidade uma programação que extrapola o espaço do palco para refletir sobre as presenças negras na sociedade e a importância da reafirmação como comunidade na luta contra o preconceito, resultado de um histórico ainda presente de graves violações de direitos, como o genocídio da juventude negra, a violência contra mulher negra, o abandono e criminalização das crianças negras e a negação das culturas e religiões de origem afro. Uma data no calendário possibilita a articulação de diversos debates e ações, porém, a luta do povo negro, quilombola e indígena nesse país é todo o dia.

Nascida em maio de 2008, a Cia Biruta de Teatro tem atuado no sertão de Pernambuco, especificamente na cidade de Petrolina, optando por aliar a produção teatral com ações de formação artística de jovens da periferia, de que é resultado a criação do Núcleo Biruta de Teatro, há 4 anos. Na concepção de seus espetáculos, a Cia e o Núcleo Biruta têm procurado dialogar com as questões sociais e políticas do Brasil contemporâneo, apostado na pesquisa antropológica dos processos e práticas populares de cultura e resistência das margens do rio São Francisco, e no intercâmbio criativo com experiências e grupos de teatro locais, nacionais e internacionais.

A realização dessa primeira mostra de arte voltada para o novembro negro, reafirma a produção cultural do grupo com questões socioeducativas e de formação artística e social agregada à projetos de democratização do acesso à cultura. O grupo teatral conta com a parceria e o apoio de diversos companheiros, como a Abajur Soluções em Audiovisual, Brechó Quilombo Urbano, Projeto SouPeriferia, Projeto Malê e SerTão Poeta. A programação é gratuita e se entende até o dia 30 deste mês com oficinas, contações de histórias, apresentações teatrais e musicais, feirinha cultural, baile black e muito mais.

As atividades acontecem na zona oeste de Petrolina, nos bairros São Gonçalo I e II, Jardim Petrópolis, Rio Corrente e Cohab 6, locais onde residem os parceiros e onde o grupo faz sua ocupação e produção artística. A mostra será expandida e acontecerá em Orocó, na comunidade quilombola Mata de São José, com a apresentação do novo trabalho do grupo junto ao Núcleo Biruta, o espetáculo “Corpo Fechado”, que está com nova temporada nos 16, 17 e 30.

Espetáculo Corpo Fechado

Confira a programação completa:

11 (seg)

9h às 12h | 13h às 16h – Oficina de vídeo e fotografia (Camila Rodrigues)

Local: Escola Paulo Freire – São Gonçalo II

17h – Contação de História “Menina Bonita do Laço de Fita” (Cia Biruta)

Local: Rua 11 – São Gonçalo

12 (ter)

9h às 12h – Oficina de vídeo e fotografia (Camila Rodrigues)

Local: Escola Paulo Freire – São Gonçalo II

14h às 16h – Oficina de Lambe-lambe (Juliene Moura)

Local: Escola Simão Amorim – Rio Corrente

17h – Contação de História “Itã” (Núcleo Biruta de Teatro)

Local: Avenida Tapuio – Rio Corrente

13 (qua)

17h – Contação de História “O pequenino” (Cia Biruta de Teatro)

Local: Rua 3 – Jardim Petrópolis

14 (qui)

17h – Contação de História “Compadres Corcundas” (Cia Biruta)

Local: Rua José Ferreira dos Anjos – São Gonçalo II

16 e 17 (sáb e dom)

16h30 – Performance “Caminho de Cura” (Juliene Moura)

Local: CEU das Águas – Rio Corrente

17h – Espetáculo “Corpo Fechado” (Cia Biruta/NBT)

Local: CEU das Águas – Rio Corrente

18 (seg)

13h às 16h – Oficina de dança (Ramon Cantilino e Laiane Amorim)

Local: EREM Jornalista – Cohab VI

14h às 17h – Oficina de Máscaras (Cristiane Crispim)

Local: Escola Ariano Suassuna – Cohab VI

19 (ter)

09h às 12h – Oficina “N’ Ginga” (Projeto Malê)

Local: Escola Eduardo Campos – São Gonçalo I

16h – Recital “Ponto Poético” (Cia Biruta/NBT)

Local: Escola João Batista – São Gonçalo I

16h30 – Roda de Conversa “A história que os livros não contam – que escola queremos?” (com Antonio Veronaldo, Juliano Varela e Núcleo Biruta de Teatro)

Local: Escola João Batista – São Gonçalo I

20 (qua)

9h às 12h – Oficina de Teatro de Formas Animadas (Antonio Veronaldo)

Local: Escola João Batista – São Gonçalo I

16h – Roda de conversa “Saúde mental e políticas públicas para o povo negro” (com Gilmar Santos, Luís Marcelo, Elias Fernandes, Ailma Barros e Projeto Malê) – Apresentação de Performance com Luís Marcelo

Local: CEU das Águas – Rio Corrente

18h – Vadiação de Capoeira Angola (Projeto Malê)

Local: CEU das Águas – Rio Corrente

21 (qui)

9h às 12h – Oficina de Teatro de Formas Animadas (Antonio Veronaldo)

Local: Escola João Batista – São Gonçalo I

14h às 17h – Oficina de Abayomi (Leticia Rodrigues)

Local: Escola Ariano Suassuna – Cohab VI

22 (sex)

13h às 14h30 – Oficina de Jogos Teatrais (Núcleo Biruta)

Local: EREM Evanira Souza – São Gonçalo I

24 (dom)

17h às 22h – Feira “Quilombo Urbano” e Baile Black (Dj Gafanhoto Rei e Mestre de Cerimônia Thierri) com apresentações culturais

Local: CEU das Águas – Rio Corrente

30 (sáb)

19h – Espetáculo “Corpo Fechado” (Cia Biruta/NBT)

Local: Comunidade Quilombola Mata de São José – Orocó-PE

 

Para mais informações, acesse as redes sociais da Cia Biruta:

Facebook: https://www.facebook.com/ciabiruta

Instagram: https://www.instagram.com/ciabiruta/

Email: birutaciadeteatro@hotmail.com

Contato: 087988042239

 

Via Cia Biruta

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Cia Biruta de Teatro participa da programação da I Mostra Pernalonga de Teatro

De 22 a 27 de agosto, a Mostra recebe os espetáculos vencedores do 1º Prêmio Roberto França (Pernalonga) de Teatro

“Chico e flor contra os monstros da ilha do fogo”

Premiada na categoria “Espetáculo para a Infância e Juventude”, com a peça “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo”, a Cia Biruta de Teatro (Petrolina/PE) será um dos grupos participantes da I Mostra Pernalonga de Teatro, promovida pelo Governo de Pernambuco, por meio da Secretaria de Cultura e da Fundarpe. A mostra, que acontece de 22 a 27 de agosto, em Recife e Ingazeira, recebe os espetáculos vencedores do 1º Prêmio Roberto França de (Pernalonga) de Teatro.

Anunciado em dezembro de 2018, o concurso premiou espetáculos de todo o estado, em cinco categorias. “Esse prêmio é importante para que a gente mostre cada vez mais o potencial da nossa região. Chico e Flor é um trabalho construído basicamente com artistas do Vale do São Francisco. Atores, direção e texto foram feitos por artistas da região, assim como a trilha sonora original, que é fruto de uma aliança com os músicos Moesio Belfort (Juazeiro/BA) e Carlos Hyuri (Petrolina/PE)”, avalia Antônio Veronaldo, que é ator, diretor, dramaturgo e co-fundador da Cia Biruta de Teatro.

Para Cristiane Crispim, que também é co-fundadora da Cia Biruta, o prêmio possibilita ampliar o alcance dos espetáculos produzidos no interior de Pernambuco. “É importante fazer com que esse prêmio traga um olhar para os fazedores de teatro e de arte aqui do Vale do São Francisco, especialmente para Petrolina que é onde estamos ancorados. Para nós esse prêmio foi uma grande surpresa, é uma alegria ter esse reconhecimento, especialmente no momento em que estamos cada vez mais buscando trazer para o teatro a história e a linguagem do nosso lugar e do nosso povo”, conta o artista.

O Espetáculo

 “Chico e Flor contra os monstros da Ilha do Fogo” narra a história do barqueiro Chico, que viaja pelo rio São Francisco a procura da sua família, e da corajosa Flor, sua companheira de aventuras. A peça apresenta a poética de vivência com o Rio e o seu entorno a partir das lendas ribeirinhas e de uma narrativa de aventura e superação que tem como pano de fundo a relação que o ser humano estabelece com a cultura e a natureza, fundamentada na criação de elementos fantásticos e mágicos como modos de explicação, elaboração e transformação de mundo.

No palco, a história ganha vida com as atuações de Juliene Moura e AntonioVeronaldo, que também assina o texto e a direção do espetáculo, e a criação cenográfica com Uriel Bezerra. A Iluminação tem concepção de Carlos Thiago e execução de Deborah Harummy, trilha sonora e sonoplastia de Moesio Belfort e Carlos Hyuri, produção d Cristiane Crispim e apoio técnico de Camila Rodrigues e Letícia Rodrigues.

Desde a sua estreia, em maio de 2015, o espetáculo vem participando de festivais relevantes para a cena artística voltada para as crianças. Entre os principais eventos e premiações estão o 11º Festival Nacional de Teatro Infantil de Feira de Santana – Fenatifs (Bahia, 2018); a III Mostra Internacional de Teatro da Paraíba (Sousa, 2017); o 23º Festival Janeiro de Grandes Espetáculos (Festival Internacional de Artes Cênicas de Pernambuco, Recife – PE, 2017), no qual foi indicado a 7 prêmios e ganhou  3 (melhor trilha sonora, melhor iluminação e melhor atriz); o II Festival de Teatro Wellington Monteclaro (Juazeiro – BA, 2017), onde foi premiado na categoria demelhor atriz e escolhido o segundo melhor espetáculo.

Cia Biruta de Teatro

Criada em maio de 2008, o grupo tem atuado no sertão de Pernambuco, optando por aliar a produção teatral com ações de formação artística de jovens da periferia, o que deu origem ao Núcleo Biruta de Teatro, há 4 anos. Na concepção de seus espetáculos, a Cia procura dialogar com as questões sociais e políticas do Brasil contemporâneo, apostando na pesquisa antropológica dos processos e práticas populares de cultura e resistência às margens do rio São Francisco, e no intercâmbio criativo com experiências e grupos de teatro locais, nacionais e internacionais.

Além da Mostra Pernalonga de Teatro, a Cia Biruta também está em cartaz em Petrolina, até 31 de agosto, no Festival Aldeia do Velho Chico.

 

Encontre a Cia Biruta de Teatro nas redes sociais

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Cia Balançarte leva Batuques à Ilha do Massangano

Na comunidade, foram realizadas duas apresentações, uma ontem (02) aberta ao público e outra hoje (03) pela manhã para os alunos da Escola Municipal Santo Antônio.

Foto: Fernando Pereira /Abajur Soluções

A companhia de dança Balançarte embarcou para a Ilha do Massangano nos últimos dias levando na bagagem o seu espetáculo Batuques e a exposição ‘Veredas: Caminhos da Cia. Balançarte de Dança’. Na comunidade, foram realizadas duas apresentações, uma ontem (02) aberta ao público e outra hoje (03) pela manhã para os alunos da Escola Municipal Santo Antônio.

A comunidade ribeirinha foi uma das inspirações para a criação do espetáculo que celebra a cultura negra. “Apresentar aqui é importantíssimo para a gente, pois trazemos para a cena todas essas referências da ilha e do samba. Até hoje a gente bebe nessa fonte. Que se mantenha acesa essa chama da tradição, principalmente para os pequenininhos que serão realmente a continuidade disso tudo”, comentou Marcos Aurélio, diretor do grupo.

Com olhares atentos e ouvidos bem abertos para a musicalidade, as crianças da escola acompanharam a obra que, dentre tantas coisas, fala também do seu povo. Richarlyson dos Santos, de apenas 08 anos, estava na plateia acompanhando tudo. “Eu achei muito bonito. A parte que mais gostei foi a do navio”, disse o menino, revelando o que imaginou durante a apresentação. As crianças também se divertiram interagindo com a exposição que conta com imagens e objetos da trajetória da companhia em seus 13 anos de atividades.

A professora Delizeth Alves de Souza confirma a importância dessas atividades para os alunos e a reverberação da ação na sala de aula. “É uma maravilha. Aqui é uma comunidade quilombola e é muito bom que tenha essas atividades para os alunos. (…) Eles chegam na sala e é batucando, cantando as canções do que assistiram”, conta Delizeth.

A Ilha do Massangano é a quinta comunidade a receber o projeto ‘Batuques nos terreiros’, uma manutenção de temporada que conta com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do edital Funcultura Geral 2016/2017. As atividades continuam nas próximas semanas, a programação pode ser conferida nas redes sociais da Balançarte: facebook.com/ciabalancarte e instagram @ciabalancarte.

 

Via Adriano Alves / Agência Virabólica

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Sesc comemora Semana do Meio Ambiente em Petrolina

Programação acontece de 4 a 7 de junho com oficinas e jogos didáticos

Foto: Divulgação.

A partir desta terça-feira (4/6), o Sesc Petrolina comemora a Semana do Meio Ambiente com diversas atividades. Até 7 de junho, alunos da unidade e de outras instituições vão poder participar de oficinas para o reuso de materiais recicláveis e jogos didáticos que orientam para a preservação do meio ambiente.

A programação tem início nesta terça (4/6), às 9h, com a oficina para Confecção de Ecobag e reuso de banners. Até a sexta (7/6), os estudantes inscritos para as oficinas terão acesso a técnicas de confecção de brinquedos e organizadores com materiais recicláveis, aromatizadores de ambientes e jogos didáticos.

“A Semana do Meio Ambiente é celebrada por meio deste projeto de educação ambiental orientando crianças e jovens sobre a reciclagem de diversos materiais, o processo de preservação ambiental, consumo responsável e desperdício”, explica a supervisora pedagógica do Sesc Petrolina, Maricelma Barreto.

Sesc – O Serviço Social do Comércio (Sesc) foi criado em 1946. Em Pernambuco, iniciou suas atividades em 1947. Oferece para os funcionários do comércio de bens, serviços e turismo, bem como para o público geral, a preços módicos ou gratuitamente, atividades nas áreas de educação, saúde, cultura, recreação, esporte, turismo e assistência social. Atualmente, existem 20 unidades do Sesc do Litoral ao Sertão do estado, incluindo dois hotéis, em Garanhuns e Triunfo. Essas unidades dispõem de escolas, equipamentos culturais (como teatros e galerias de arte), restaurantes, academias, quadras poliesportivas, campos de futebol, entre outros espaços e projetos. Para conhecer cada unidade, os projetos ou acessar a programação do mês do Sesc em Pernambuco, basta acessar www.sescpe.org.br.

 

Via Fabiano Barros

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Aldeia Vale Dançar começa nesta terça-feira (23/4)

Com o tema “Corpos Dissidentes”, programação homenageará Chagas Sales, um dos precursores do movimento de Dança em Petrolina

Foto: Divulgação.

Começa nesta terça-feira (23/4) a décima segunda edição da Aldeia Vale Dançar – Festival de Dança do Vale do São Francisco. Realizada pelo Sesc, a programação integra as ações do projeto nacional Palco Giratório e acontece em Petrolina e Juazeiro (BA) até o dia 1º de maio . Na grade, haverá ações formativas, espetáculos de dança, shows musicais e intercâmbio entre artistas de Pernambuco e de outros estados, como Rio de Janeiro e Amapá.

Tendo como tema “Corpos Dissidentes”, este ano o festival homenageia Chagas Sales, um dos precursores do movimento de Dança em Petrolina. Chagas participou do movimento cultural da Escola Marechal Antonio Alves Filho (EMAAF), nos anos 1970, e em 1984 criou as primeiras coreografias do grupo Batuk-ajé. Hoje, é produtor da Festa de Santo Antônio e do Samba de Veio da Ilha do Massangano. “Com a história de Chagas, nossa proposta é discutir os diversos corpos que estão à margem dos padrões, o que é um ato político”, afirma o coordenador da Aldeia, Jailson Lima.

A programação acontecerá no Sesc, na Ilha do Massangano e no CEU das Águas,  em Petrolina e no Espaço Filhos de Zaze, em Juazeiro.  A abertura será nesta terça-feira (23/4), às 20h, no Teatro Dona Amélia, com o espetáculo “Abayomi”, que será apresentado por Camila Yasmine com participação do Grupo Batuk-ajé. Em seguida, será exibido o documentário “Chagas, um homem rio”, de Fernando Pereira.

Única no Brasil com programação totalmente voltada à dança, a Aldeia Vale Dançar é braço cultural do projeto Palco Giratório, que nesta edição traz a Petrolina, no dia 26 de abril, às 20h30, no Teatro Dona Amélia, o espetáculo “Cria”, da Cia Suave / Alice Ripoll (Rio de Janeiro-RJ). Já no dia 27, às 19h, no CEU das Águas, será encenado o espetáculo “Chica, Fulô de Mandacaru”, da Cia Casa Circo (Macapá-AP). No dia 30, no Teatro Dona Amélia, às 20h, a Cia Casa Circo (Macapá-AP), apresentará o espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo”.

Como acontece tradicionalmente em todas as edições, o encerramento da Aldeia Vale Dançar ocorrerá no dia 1º de maio, a partir das 9h, com o “OverDança”. Serão 12 horas ininterruptas de programação, com dança, intervenções, mercado cultural, música com a DJ Candite (Petrolina) e show da cantora Márcia Castro (Salvador–BA), que traz o repertório do seu último disco, “Treta”.

Parte da programação é gratuita, exceto as que acontecem no Teatro Dona Amélia, com ingresso a R$10 para o público em geral e R$ 5 para trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes. Para o Overdança, a entrada custa R$ 5 ou 1 kg de alimento não-perecível.

Serviço: Aldeia Vale Dançar

Data: De 23 de abril a 1º de maio

Locais: Teatro Dona Amélia (Rua Pacífico da Luz, 618, Centro, Petrolina); Espaço Cultural Filho de Zaze (Avenida Dom José Rodrigues, 566, Quidé, Juazeiro-BA); CEU das Águas (Rua do Tamarindo, Rio Corrente, Petrolina); e Ilha do Massangano.

Informações: (87) 3866-7454

Programação:

23/04 – (Terça)                

20h – Teatro D. Amélia | Espetáculo “Abayomi” | Camila Yasmine (Petrolina-PE) e Participação do Grupo Batuk-ajé (Petrolina-PE) | e Exibição do documentário “Chagas, um homem rio” | Fernando Pereira (Petrolina-PE) | 60min

24/04 – (Quarta)     

16h – Teatro D. Amélia | Vetor | Coletivo Incomum de Dança e APAE (Petrolina-PE)

19h – CEU das Águas | Barcool | Confraria 27 (Petrolina-PE) | 120 min | 18 anos                                                                         19h30 – Teatro D. Amélia | Exibição do filme “Corpo Elétrico” e Conversa Corpos elétricos em diálogos | Lucas Andrade (São Paulo-SP), Élson Rabelo (Petrolina-PE), Eduardo Rocha (Juazeiro-BA) e Naruna Freitas (Recife-PE)

25/04 – (Quinta) 

16h – Sala de Teatro | Pensamento Giratório: Cia Suave (Rio de Janeiro-RJ) e Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE)           19h – CEU das Águas | O Nascimento do Grito | Natalia Agla (Petrolina-PE) | 40 min | 18 anos                                                  19h – Biblioteca | Lançamento do Livro “Angel Vianna através da história – a trajetória da dança da vida” | Juliana Ribeiro (João Pessoa-PB) | 60 min                                                                                                                                                                20h30 – Teatro D. Amélia | Rio de Contas | Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE) | 45 min

26/04 – (Sexta)                                                                                                                                                                                               16h – Sala de Teatro | Corpo, Dança e Envelhecimento | Denise Stutz (Rio de Janeiro-RJ), Juliana Ribeiro (João Pessoa-PB), Leidy Costa (Petrolina-PE) e Clara Isis (Juazeiro-BA)

19h – CEU das Águas | Ossain em trânsito | Marilza Oliveira (Salvador-BA) | 15min | Livre                                                       20h30 – Teatro D. Amélia | Cria | Cia Suave / Alice Ripoll | (Rio de Janeiro-RJ) | 50 min | 14 anos – Palco Giratório                                                                                                                                                                     21h – Espaço Filhos de Zaze | Festa de GuerreirX | Tamboriadores (Petrolina-PE), Afoxé Filhos de Zaze (Juazeiro-BA) e Coco de Umbigada (Olinda-PE) | 180 min | Livre

27/04 – (Sábado) 

16h – Sala de Teatro | Corpo e Ancestralidade | Marilza Oliveira (Salvador-BA), Beth de Oxum (Olinda-PE), Edna Rosa (Juazeiro-BA)  e João José S. Borges (Juazeiro-BA)

19h – CEU das Águas | Chica, Fulô de Mandacaru | Cia Casa Circo (Macapá-AP) | 45 min | 12 anos – Palco Giratório                                                                                                                                           20h30 – Teatro D. Amélia | Só | Denise Stutz (Rio de Janeiro-RJ) | 50 min | 14 anos

22h – Espaço Cubículo | Dança ao Cubo | Brena Gonçalves (Ilhéus-BA) e Sandra Guimarães (Petrolina-PE)

28/04 – (Domingo)     

15h – Teatro D. Amélia | Mostra Dia Internacional da Dança

16h – Ilha do Massangano | Baronesa | Laís Bione e Yane Andrade (Juazeiro-BA)

Debaixo D’Água | Coletivo Trippé (Petrolina-PE/Juazeiro-BA) | 50min | Livre

17h – Ilha do Massangano | Hortênsia | Daniela Amoroso (Salvador-BA) | 40 min | Livre

18h – Ilha do Massangano | Reisado do Lambedor (Lagoa Grande-PE), Reisado da Mata de São José (Orocó-PE) e Baque Opara (Petrolina-PE) e Exibição do documentário “Chagas, um homem rio” | Fernando Pereira (Petrolina-PE) | 120 min | Livre

20h – Ilha do Massangano | Coco de Umbigada (Olinda-PE) e Samba de Veio da Ilha do Massangano (Petrolina-PE) | 100 min | Livre

29/04 – (Segunda)   

16h – Sala de Teatro | Pensamento Giratório: Ane Caroline (Macapá-AP) e Daniela Amoroso (Salvador-BA) e Laís Bione (Juazeiro-BA)

19h – Sala de Dança | O homem que Dança: a presença do corpo masculino na dança contemporânea (Demonstração da pesquisa) | Qualquer Um dos 2 Cia de Dança (Petrolina-PE) | 40 min | 16 anos

20h30 – Teatro D. Amélia | A Notícia | Caleidos Cia de Dança (São Paulo-SP) | 45 min | 16 anos

30/04 – (Terça)         

16h – Biblioteca | Palestra “Corpos Dissidentes” | Isabel Marques (São Paulo-SP)

19h – Sala de Dança | Sobre o tempo | Grupo IntensIDADE  e Solo Sem idade | Grupo de Dança da 3ª Idade do Sesc (Petrolina-PE)

20h – Teatro D. Amélia | A Mulher do Fim do Mundo | Cia Casa Circo (Macapá-AP) | 35 min – Palco Giratório

01/05 – (Quarta) – OverDança 

09h – Sala de Teatro | Seminário Pensamento de Um corpo que Dança| Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE)                        13h – Espaço da Cantina | DJ Candite (Petrolina-PE)

14h – Sala de Dança | Palestra “Descomplicando a acessibilidade para projetos culturais” | Andreza Nóbrega   (Recife-PE)

15h – Salão | O espetáculo é a periferia: encontro de danças urbanas

16h – Teatro D. Amélia | Debaixo D’Água | Coletivo Trippé (Petrolina-PE/Juazeiro-BA) | 50min                                             17h – Corredor  e Salão | Mercado Cultural

17h – Palco Alternativo | Magdalenas | 60min | Livre                                                                                                                           18h – Teatro D. Amélia | Em Movimento | Grupo Moendança (Goiana-PE) | 40min | Livre

19h – Salão  | Não Alimente os Animais | Jaqueline Vasconcellos (Salvador-BA)

19h – Palco Alternativo | Made in Quebrada | Juazeiro-BA | 90min | 16 anos

20h – Espaço da Cantina | Há Dois | Cia Dance Mais (Petrolina-PE)                                                                                              21h – Teatro D. Amélia | Procedimento Chão | Interior Coletivo (Belo Jardim-PE) | 40 min | Livre

21h – Rua | Dança no Asfalto | SerTão Pé Quente (Petrolina-PE)                                                                                                      22h – Palco Alternativo | Treta | Márcia Castro (Salvador-BA) | 90 min | 16 anos

 

Via Fabiano Barros

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Aldeia Vale Dançar em Petrolina homenageia Chagas Sales

A programação acontecerá no Sesc, na Ilha do Massangano e no CEU das Águas, em Petrolina e no Espaço Filhos de Zaze, em Juazeiro

Foto: Divulgação.

De 23 de abril a 1º de maio, Petrolina volta a ser a capital da dança no Sertão, com a décima segunda edição da Aldeia Vale Dançar – Festival de Dança do Vale do São Francisco. Realizada pelo Sesc, a programação integra as ações do projeto nacional Palco Giratório e acontece em Petrolina e Juazeiro (BA). Na grade, haverá ações formativas, espetáculos de dança, shows musicais e intercâmbio entre artistas de Pernambuco e de outros estados, como Rio de Janeiro e Amapá.

Tendo como tema “Corpos Dissidentes”, este ano o festival homenageia Chagas Sales, um dos precursores do movimento de Dança em Petrolina. Chagas participou do movimento cultural da Escola Marechal Antonio Alves Filho (EMAAF), nos anos 1970, e em 1984 criou as primeiras coreografias do grupo Batuk-ajé. Hoje, é produtor da Festa de Santo Antônio e do Samba de Veio da Ilha do Massangano. “Com a história de Chagas, nossa proposta é discutir os diversos corpos que estão à margem dos padrões, o que é um ato político”, afirma o coordenador da Aldeia, Jailson Lima.

A programação acontecerá no Sesc, na Ilha do Massangano e no CEU das Águas, em Petrolina e no Espaço Filhos de Zaze, em Juazeiro.  A abertura será na terça-feira (23/4), às 20h, no Teatro Dona Amélia, com o espetáculo “Abayomi”, que será apresentado por Camila Yasmine com participação do Grupo Batuk-ajé. Em seguida, será exibido o documentário “Chagas, um homem rio”, de Fernando Pereira.

Única no Brasil com programação totalmente voltada à dança, a Aldeia Vale Dançar é braço cultural do projeto Palco Giratório, que nesta edição traz a Petrolina, no dia 26 de abril, às 20h30, no Teatro Dona Amélia, o espetáculo “Cria”, da Cia Suave / Alice Ripoll (Rio de Janeiro-RJ). Já no dia 27, às 19h, no CEU das Águas, será encenado o espetáculo “Chica, Fulô de Mandacaru”, da Cia Casa Circo (Macapá-AP). No dia 30, no Teatro Dona Amélia, às 20h, a Cia Casa Circo (Macapá-AP), apresentará o espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo”.

Como acontece tradicionalmente em todas as edições, o encerramento da Aldeia Vale Dançar ocorrerá no dia 1º de maio, a partir das 9h, com o “OverDança”. Serão 12 horas ininterruptas de programação, com dança, intervenções, mercado cultural, música com a DJ Candite (Petrolina) e show da cantora Márcia Castro (Salvador–BA), que traz o repertório do seu último disco, “Treta”.

Parte da programação é gratuita, exceto as que acontecem no Teatro Dona Amélia, com ingresso a R$10 para o público em geral e R$ 5 para trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes. Para o Overdança, a entrada custa R$ 5 ou 1 kg de alimento não-perecível.

Oficinas – A Aldeia Vale Dançar também traz ações formativas voltadas para iniciantes e artistas profissionais ou com alguma experiência. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas enquanto houver vagas. No dia 25, das 9h às 12h, o Palco Giratório promove a oficina “Passinho/Dancinha”, que será ministrada por dançarinos da Cia Suave (Rio de Janeiro-RJ). No dia seguinte, também das 9h às 12h, a professora Denise Stutz, do Rio de Janeiro, ministrará a oficina “Dramaturgia do corpo presente”.

Para jovens a partir de 16 anos, o público poderá participar, nos dias 26 e 27 de abril, das 09h às 12h, da oficina “Dança da Poética de Ossain”, com Marilza Oliveira e Ricardo Costa (Salvador-BA). Nos mesmos dias e horários, das 9h às 13h, haverá a Oficina Texto e Movimento Expressivo, do Palco Giratório, ministrada por Jones Barsou e Ana Caroline (Macapá-AP).

Nos dias 29 e 30 de abril, serão realizadas três oficinas: “Dança dos Afetos: consciência corporal e experiência sensível de si-mesmo”, das 8h às 11h, com Renata Camargo (Recife-PE);  “O giro de Hortênsia: dançando nossas fissuras”, das  9h às 13h, com Daniela Amoroso (Salvador-BA); e “Laban no Contexto – Contatos e Relações”,  voltada para o público maior de 18 anos, das 9h às 13h, com Isabel Marques (São Paulo-SP). A inscrição pode ser feita no Ponto de Atendimento Sesc Petrolina e custa R$ 20. Trabalhadores do comércio e dependentes têm desconto e pagam R$ 10. Para se inscrever, é necessário possuir o Cartão do Sesc atualizado. A emissão do cartão custa R$8 para o público geral e R$ 4 para trabalhadores do comércio e dependentes.

 

Serviço: Aldeia Vale Dançar

Data: De 16 a 28 de abril

​Locais: Teatro Dona Amélia (Rua Pacífico da Luz, 618, Centro, Petrolina); Espaço Cultural Filho de Zaze (Avenida Dom José Rodrigues, 566, Quidé, Juazeiro-BA); CEU das Águas (Rua do Tamarindo, Rio Corrente, Petrolina); e Ilha do Massangano.

Informações: (87) 3866-7454

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Aldeia Vale Dançar homenageia Chagas Sales

Com o tema “Corpos Dissidentes”, programação ocorrerá de 23 de abril a 1º de maio, em Petrolina e Juazeiro. Inscrições para oficinas já estão abertas.

Foto: Gui Paganini

De 23 de abril a 1º de maio, Petrolina volta a ser a capital da dança no Sertão, com a décima segunda edição da Aldeia Vale Dançar – Festival de Dança do Vale do São Francisco. Realizada pelo Sesc, a programação integra as ações do projeto nacional Palco Giratório e acontece em Petrolina e Juazeiro (BA). Na grade, haverá ações formativas, espetáculos de dança, shows musicais e intercâmbio entre artistas de Pernambuco e de outros estados, como Rio de Janeiro e Amapá.

Tendo como tema “Corpos Dissidentes”, este ano o festival homenageia Chagas Sales, um dos precursores do movimento de Dança em Petrolina. Chagas participou do movimento cultural da Escola Marechal Antonio Alves Filho (EMAAF), nos anos 1970, e em 1984 criou as primeiras coreografias do grupo Batuk-ajé. Hoje, é produtor da Festa de Santo Antônio e do Samba de Veio da Ilha do Massangano. “Com a história de Chagas, nossa proposta é discutir os diversos corpos que estão à margem dos padrões, o que é um ato político”, afirma o coordenador da Aldeia, Jailson Lima.

A programação acontecerá no Sesc, na Ilha do Massangano e no CEU das Águas,  em Petrolina e no Espaço Filhos de Zaze, em Juazeiro.  A abertura será na terça-feira (23/4), às 20h, no Teatro Dona Amélia, com o espetáculo “Abayomi”, que será apresentado por Camila Yasmine com participação do Grupo Batuk-ajé. Em seguida, será exibido o documentário “Chagas, um homem rio”, de Fernando Pereira.

Única no Brasil com programação totalmente voltada à dança, a Aldeia Vale Dançar é braço cultural do projeto Palco Giratório, que nesta edição traz a Petrolina, no dia 26 de abril, às 20h30, no Teatro Dona Amélia, o espetáculo “Cria”, da Cia Suave / Alice Ripoll (Rio de Janeiro-RJ). Já no dia 27, às 19h, no CEU das Águas, será encenado o espetáculo “Chica, Fulô de Mandacaru”, da Cia Casa Circo (Macapá-AP). No dia 30, no Teatro Dona Amélia, às 20h, a Cia Casa Circo (Macapá-AP), apresentará o espetáculo “A Mulher do Fim do Mundo”.

Como acontece tradicionalmente em todas as edições, o encerramento da Aldeia Vale Dançar ocorrerá no dia 1º de maio, a partir das 9h, com o “OverDança”. Serão 12 horas ininterruptas de programação, com dança, intervenções, mercado cultural, música com a DJ Candite (Petrolina) e show da cantora Márcia Castro (Salvador–BA), que traz o repertório do seu último disco, “Treta”.

Parte da programação é gratuita, exceto as que acontecem no Teatro Dona Amélia, com ingresso a R$10 para o público em geral e R$ 5 para trabalhadores do comércio de bens, serviços e turismo e seus dependentes. Para o Overdança, a entrada custa R$ 5 ou 1 kg de alimento não-perecível.

Oficinas – A Aldeia Vale Dançar também traz ações formativas voltadas para iniciantes e artistas profissionais ou com alguma experiência. As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas enquanto houver vagas. No dia 25, das 9h às 12h, o Palco Giratório promove a oficina “Passinho/Dancinha”, que será ministrada por dançarinos da Cia Suave (Rio de Janeiro-RJ). No dia seguinte, também das 9h às 12h, a professora Denise Stutz, do Rio de Janeiro, ministrará a oficina “Dramaturgia do corpo presente”.

Para jovens a partir de 16 anos, o público poderá participar, nos dias 26 e 27 de abril, das 09h às 12h, da oficina “Dança da Poética de Ossain”, com Marilza Oliveira e Ricardo Costa (Salvador-BA). Nos mesmos dias e horários, das 9h às 13h, haverá a Oficina Texto e Movimento Expressivo, do Palco Giratório, ministrada por Jones Barsou e Ana Caroline (Macapá-AP).

Nos dias 29 e 30 de abril, serão realizadas três oficinas: “Dança dos Afetos: consciência corporal e experiência sensível de si-mesmo”, das 8h às 11h, com Renata Camargo (Recife-PE);  “O giro de Hortênsia: dançando nossas fissuras”, das  9h às 13h, com Daniela Amoroso (Salvador-BA); e “Laban no Contexto – Contatos e Relações”,  voltada para o público maior de 18 anos, das 9h às 13h, com Isabel Marques (São Paulo-SP). A inscrição pode ser feita no Ponto de Atendimento Sesc Petrolina e custa R$ 20. Trabalhadores do comércio e dependentes têm desconto e pagam R$ 10. Para se inscrever, é necessário possuir o Cartão do Sesc atualizado. A emissão do cartão custa R$8 para o público geral e R$ 4 para trabalhadores do comércio e dependentes.

 

Serviço: Aldeia Vale Dançar

Data: De 23 de abril a 1º de maio

Locais: Teatro Dona Amélia (Rua Pacífico da Luz, 618, Centro, Petrolina); Espaço Cultural Filho de Zaze (Avenida Dom José Rodrigues, 566, Quidé, Juazeiro-BA); CEU das Águas (Rua do Tamarindo, Rio Corrente, Petrolina); e Ilha do Massangano.

Informações: (87) 3866-7454

Programação:

23/04 – (Terça)

20h – Teatro D. Amélia | Espetáculo “Abayomi” | Camila Yasmine (Petrolina-PE) e Participação do Grupo Batuk-ajé (Petrolina-PE) | e Exibição do documentário “Chagas, um homem rio” | Fernando Pereira (Petrolina-PE) | 60min

24/04 – (Quarta)                                                                                                                                                                                           16h – Teatro D. Amélia | Vetor | Coletivo Incomum de Dança e APAE (Petrolina-PE)

19h – CEU das Águas | Barcool | Confraria 27 (Petrolina-PE) | 120 min | 18 anos                                                                        19h30 – Teatro D. Amélia | Exibição do filme “Corpo Elétrico” e Conversa Corpos elétricos em diálogos | Lucas Andrade (São Paulo-SP), Élson Rabelo (Petrolina-PE), Eduardo Rocha (Juazeiro-BA) e Naruna Freitas (Recife-PE)

25/04 – (Quinta)

16h – Sala de Teatro | Pensamento Giratório: Cia Suave (Rio de Janeiro-RJ) e Cia de Dança do Sesc (Petrolina-PE)           19h – CEU das Águas | O Nascimento do Grito | Natalia Agla (Petrolina-PE) | 40 min | 18 anos

 

Via Fabiano Barros

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Mulheres da Cadeia Feminina de Petrolina aprendem ritmos regionais em oficina do Circuito de Dança na Periferia

Projeto ainda deve chegar em outras instituições nas próximas semanas

Foto: Antonio Carvalho/Cia Balançarte.

A dança fez as reeducandas da Cadeia Feminina de Petrolina viajarem sem sair do lugar. Vestidas de todas as cores, as mulheres dançaram Maracatu, Frevo e Maculelê. Na última sexta (01), usando o movimento do próprio corpo, elas fizeram acontecer uma verdadeira folia naquele lugar que, em instantes, deixou de ser um ambiente rude para um local cheio de sorrisos. 15 detentas demonstraram os resultados da oficina realizada pelo 1º Circuito de Dança na Periferia em uma apresentação para suas colegas de pena no pátio da colônia penal.

Durante uma semana, essas mulheres que estão cumprindo seus deveres com a justiça tiveram encontros para aprender os ritmos populares da Cultura pernambucana em aulas ministradas pela bailarina Ingrid Beatriz. “Tivemos dias tristes, felizes e até envergonhados. Independente do que elas fizeram, elas merecem sorrir, dançar e serem vistas. Espero que tenha ficado um pouco da alegria da Dança Popular nelas”, afirma a instrutora de dança.

S. F., uma das participantes, disse que ainda não conhecia alguns ritmos apresentados nas aulas. “Achei muito bom, todos interagiram muito bem. (…) Muitas pessoas ficam aqui muito reservadas e essa é uma oportunidade de aprender cada vez mais”, disse. E, sua colega, a reeducanda M. R. disse que quer continuar dançando depois que estiver em liberdade. “Cadeia todo mundo sabe como é parado e isso é animação. Essa é a nossa Cultura, a gente tem que aprender”, comentou.

Esse foi o intuito da chegada do projeto, através dos ritmos regionais incluir dinâmica e criatividade nas atividades das 52 detentas da unidade, que participaram das aulas ou assistiram seu resultado. A supervisora da cadeia Paula Oliveira Freire diz que elas ainda não têm atividades regulares de arte, mas acredita que isso ajuda na ressocialização dessas mulheres. “Quando acontece, eu observo que elas ficam mais integradas e esquecem um pouco o peso da pena. Dá uma sensação de felicidade, não só para quem participa diretamente, mas para todas. Deixa o ar mais leve”, comenta.

Circuito de Dança na Periferia continua oferecendo oficinas em fevereiro

O projeto da Cia. Balançarte, que conta com o incentivo financeiro do Governo do Estado de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2017, realiza atividades artísticas em diversos espaços da cidade, devendo chegar à mais duas instituições nesse mês de fevereiro. Essas ações fazem parte do segundo ciclo do circuito, sediado na Associação das Mulheres Rendeiras, que também atende mulheres e jovens em situação de risco social.

De segunda (04) a sexta (08), será ministrada uma oficina de dança experimental no Centro de Recuperação Evangélico Livres para Servir (CRELPS), pela manhã. Entre 11 a 15 deste mês de fevereiro, outra instituição ainda deve receber aulas de dança contemporânea. “A gente também visualiza algumas periferias no centro da cidade, lugares que precisam de um olhar. Entendemos que quem frequenta esses lugares vem de várias periferias para cá”, explica Marcos Aurélio Soares, coordenador do circuito.

 

Texto: Adriano Alves / Agência Virabólica

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Sesc Petrolina inscreve para cursos de Cultura

Estão sendo oferecidas aulas de teatro, dança e artes visuais para crianças e adultos

O Sesc Petrolina está com inscrições abertas para cursos de Cultura. A partir desta segunda-feira (14/1), os alunos veteranos podem efetuar suas matrículas. Para novos alunos, as inscrições terão início na quinta-feira (17/1).  As aulas estão previstas para começar em fevereiro, com opções de cursos para crianças, adultos e idosos. Os valores, populares, variam de acordo com a linguagem escolhida e as inscrições podem ser realizadas no Ponto de Atendimento da Unidade.

O objetivo do Sesc é promover a interação com as diversas linguagens artísticas, utilizando a cultura como ferramenta de transformação do indivíduo e da sociedade. Quem se identifica com a arte de atuar, por exemplo, pode se inscrever para os cursos de iniciação teatral. São duas turmas, uma com idade mínima para inscrição a partir de 7 anos, com aulas as quartas e sextas-feiras, das 16h às 18h; e outra para jovens a partir de 14 anos, também com aulas as quartas e sextas-feiras, das 19h às 22h.

Para quem deseja participar de aulas de dança o Sesc oferece diversas opções. Há turmas para crianças, com idade a partir de 7 anos, com aulas as terças e quintas-feiras, das 17h às 18h30. O curso de dança contemporânea também tem aulas as terças e quintas-feiras, das 19h às 20h, para o público a partir de 14 anos. Para se inscrever nas aulas de dança de salão, os interessados têm que ter idade mínima de 14 anos, com opções de aulas as segundas e quartas-feiras, das 17h às 18h30 ou das 19h às 20h30.

Outra opção são as aulas de balé clássico com turmas para crianças de 4 a 6 anos, de 7 a 9 anos, 10 a 13 anos e a partir de 16 anos. Para qualquer uma das turmas, o aluno terá duas aulas por semana. O Sesc também está inscrevendo para duas turmas de dança voltadas a  terceira idade, com aulas as terças e quintas-feiras, das 8h às 9h ou das 10h às 11h.

As artes visuais também têm espaço garantido na grade de cursos do Sesc. Para a criançada de 7 a 12 anos de idade, o Sesc oferece o curso de pintura – artes para crianças, com aulas as terças e quintas-feiras, das 14h às 16h. Outra opção são as aulas de pintura para crianças a partir de 12 anos de idade, as terças e quintas-feiras, das 18h às 20h. Para adultos e jovens a partir de 14 anos, é possível se inscrever para o curso de bordado criativo, com aulas as terças e quintas, das 16h às 18h.

Núcleos de Estudo – Também estão abertas as inscrições gratuitas para os Núcleos de Estudo. Maiores de 16 anos podem se inscrever no Núcleo de Estudo e Pesquisa em Literatura – NEPEL, com encontros das 19h às 22h, todas as quintas-feiras; e para o Laboratório Criativo, voltado às Artes Visuais, com encontros segundas e quartas-feiras das 14h às 17h. Para participar não é necessários pagar nada, apenas ter mais de 16 anos e novos alunos precisam apresentar uma carta de intenção.

 

Via Fabiano Barros