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Cia Balançarte leva Batuques à Ilha do Massangano

Na comunidade, foram realizadas duas apresentações, uma ontem (02) aberta ao público e outra hoje (03) pela manhã para os alunos da Escola Municipal Santo Antônio.

Foto: Fernando Pereira /Abajur Soluções

A companhia de dança Balançarte embarcou para a Ilha do Massangano nos últimos dias levando na bagagem o seu espetáculo Batuques e a exposição ‘Veredas: Caminhos da Cia. Balançarte de Dança’. Na comunidade, foram realizadas duas apresentações, uma ontem (02) aberta ao público e outra hoje (03) pela manhã para os alunos da Escola Municipal Santo Antônio.

A comunidade ribeirinha foi uma das inspirações para a criação do espetáculo que celebra a cultura negra. “Apresentar aqui é importantíssimo para a gente, pois trazemos para a cena todas essas referências da ilha e do samba. Até hoje a gente bebe nessa fonte. Que se mantenha acesa essa chama da tradição, principalmente para os pequenininhos que serão realmente a continuidade disso tudo”, comentou Marcos Aurélio, diretor do grupo.

Com olhares atentos e ouvidos bem abertos para a musicalidade, as crianças da escola acompanharam a obra que, dentre tantas coisas, fala também do seu povo. Richarlyson dos Santos, de apenas 08 anos, estava na plateia acompanhando tudo. “Eu achei muito bonito. A parte que mais gostei foi a do navio”, disse o menino, revelando o que imaginou durante a apresentação. As crianças também se divertiram interagindo com a exposição que conta com imagens e objetos da trajetória da companhia em seus 13 anos de atividades.

A professora Delizeth Alves de Souza confirma a importância dessas atividades para os alunos e a reverberação da ação na sala de aula. “É uma maravilha. Aqui é uma comunidade quilombola e é muito bom que tenha essas atividades para os alunos. (…) Eles chegam na sala e é batucando, cantando as canções do que assistiram”, conta Delizeth.

A Ilha do Massangano é a quinta comunidade a receber o projeto ‘Batuques nos terreiros’, uma manutenção de temporada que conta com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do edital Funcultura Geral 2016/2017. As atividades continuam nas próximas semanas, a programação pode ser conferida nas redes sociais da Balançarte: facebook.com/ciabalancarte e instagram @ciabalancarte.

 

Via Adriano Alves / Agência Virabólica

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‘Batuques’ no Terreiro de Pai Jorge

A apresentação integra o projeto ‘Batuques nos terreiros’, que propõe uma temporada do trabalho em diversos espaços da cidade, ampliando as potentes discussões da obra.

Foto: Tassio Tavares

A Cia. Balançarte levou seu espetáculo ‘Batuques’ para celebrar o povo negro em uma apresentação no Ilè Asè Oyá Sidè, Terreiro de Pai Jorge, na comunidade do Porto da Ilha. A apresentação integra o projeto ‘Batuques nos terreiros’, que propõe uma temporada do trabalho em diversos espaços da cidade, ampliando as potentes discussões da obra.

No local, além da apresentação, foi montada a exposição ‘Veredas: Caminhos da Cia. Balançarte de Dança’. Também foi realizada uma mesa-redonda sobre a Cultura negra. Participaram (da esquerda para direita) a macota Ioná Pereira, o vereador Gilmar Santos, o professor Antônio Carvalho, o diretor e bailarino do espetáculo Marcos Aurélio, o professor Juracy Marques, o advogado Luís Eduardo Gomes e o médico Joaquim Alves, além do anfitrião, o babalorixá Pai Jorge.

Foto: Tassio Tavares

Por Adriano Alves

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APAE Petrolina sediou projeto de dança hoje (02) pela manhã

Com Batuques e exposição, Cia. Balançarte levou arte da dança para instituição

Entre espetáculo e exposição, hoje (02) pela manhã os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae Petrolina) puderam vivenciar a linguagem da dança. O pátio da instituição foi palco para o projeto ‘Batuques nos terreiros’ da Cia. Balançarte, que levou sua temporada gratuita de apresentações e também uma exposição que conta a história do trabalho que desenvolvem na região há 13 anos.

Para o professor Nilson Castro, momentos como esse são importantes para a inclusão dos alunos. “Quanto mais eles estiverem expostos a manifestações de cultura como foi o espetáculo Batuques, sem dúvidas vão agregar muito na convivência diária de cada um”, afirmou.

O sorriso de Maria Luiza Ana Falcão confirma o impacto positivo da ação na Apae. “Eu achei ótimo o espetáculo, achei tudo muito bonito. E achei a exposição linda”, comentou. O professor também comentou que a exposição tem despertado a atenção dos alunos. “Eles ficam bastante curiosos na exposição, fazem questionamentos à todo tempo para saber detalhes”, disse.

O projeto conta com o incentivo do Governo de Pernambuco, através do edital Funcultura Geral 2016/2017. Após ter passado pela Apae, a Associação de Mulheres Rendeira (bairro José e Maria) e pelo CEU das Águas (bairro Rio Corrente), as atividades ainda devem acontecer nas comunidades do bairro João de Deus e Ilha do Massangano.

Por Adriano Alves

 

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Cia. Balançarte celebra a dança com apresentações em Petrolina-PE

Projeto ‘Batuques nos terreiros’ leva espetáculo para diversos espaços da cidade

Foto: Fernando Pereira

No mês da dança, abril, a Cia. Balançarte reafirma o seu olha para a comunidade realizando atividades em Petrolina-PE. A companhia iniciou o projeto ‘Batuques nos terreiros’, levando apresentações do espetáculo de forma gratuita para bairros da cidade, além de atividades formativas. Ontem, sábado (27), a apresentação aconteceu na Associação das Mulheres Rendeiras do Bairro José e Maria, às 19h.

‘Batuques’ é o mais recente trabalho da Balançarte, que faz uma celebração ao povo negro em uma obra que une dança e música. “Projetos como esse aproximam a arte, no nosso caso a dança, a um público que não teria acesso a este tipo de atividade se ela ficasse centralizada ou apenas nos espaços comumente utilizados para esse fim. Adentrar os espaços alternativos é imprescindível para o despertar da importância do acesso à arte e a cultura”, afirma Marcos Aurélio, diretor da companhia. Depois da apresentação, o público poderá participar de um bate-papo com os intérpretes e o diretor.

Foto: Fernando Pereira

Criado em 2016 de forma independente, ‘Batuques’ cumpre sua primeira grande temporada, após aprovação no Edital Funcultura Geral 2016/2017. “Um projeto como esse torna acessível e prolonga o tempo de vida de um trabalho, que geralmente após apresentado por algumas temporadas tende a ser arquivado e deixado de lado pelos grupos (…). Oferece a oportunidade de vivência e maturação do trabalho de repertório do grupo”, comenta o diretor. O primeiro bairro que recebeu o projeto foi o Rio Corrente, em março, quando além do espetáculo foi montada uma exposição sobre a pesquisa do grupo e realizada uma mesa-redonda com representantes de grupos negros.

Abril também é o mês de aniversário da companhia, que há 13 anos realiza um trabalho com danças populares e contemporânea no Sertão do São Francisco. Depois do bairro José e Maria, ainda devem ser atendidas as comunidades do bairro João de Deus, Ilha do Massangano e a Escola de Referência em Ensino Médio Clementino Coelho (EREMCC).

Por Adriano Alves

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Dançando, mulheres do CRELPS pedem respeito e mais amor

Apresentação encerrou a oficina do 1º Circuito de Dança na Periferia que aconteceu essa semana na ONG

Foto: Fernando Pereira

Vícios, abusos e outras situações levaram mulheres ao Centro de Recuperação Evangélico Livres para Servir (CRELPS) para buscar apoio, cada uma com sua difícil história de vida. Essas memórias foram tema para uma mostra de dança apresentada por elas mesmas, hoje (08) pela manhã, no pátio da instituição. Através dos movimentos elas falaram sobre questões de suas vidas e a necessidade de mais amor no mundo.

As coreografias foram criadas durante a Oficina de Dança Experimental ministrada desde segunda (04) pela bailarina Fernanda Luz, dentro da programação do 1º Circuito de Dança na Periferia. “Eu saio daqui tendo a certeza que faço parte da vida delas, eu fiquei muito mexida com tudo que a gente vivenciou aqui”, conta Luz.

Na maquiagem, havia brilhos enfeitando o rosto, mas era o sorriso delas que chamava a atenção. Como o de L. D. S. (23 anos), que está há oito anos na casa após ser resgatada pela justiça por sofrer abusos desde os 08 anos de idade. “Querendo ou não, a gente tem bloqueios, achando que não consegue. Através de outras pessoas, uma pequena dose de carinho muda a vida de alguém”, conta.

Foto: Fernando Pereira

A jovem M. S. (16 anos) está há quase um ano no centro para se recuperar do vício em drogas e disse que entendeu que através da dança pode passar uma mensagem de “que não é pra gente desistir e que a gente é capaz de conseguir. A gente tem que usar nosso corpo para demonstrar o que tem dentro da gente”.

Cartazes brancos com manchas vermelhas traziam mensagens de respeito e necessidade de mais afeto entre as pessoas. Esses foram alguns dos assuntos abordados nas aulas, onde elas podiam conversar sobre suas experiências. Até a pequena Nayane Vitória (09 anos) disse ter aprendido com as trocas. Ela é filha de uma das funcionárias e disse estar muito feliz por poder participar do projeto. “Gostei de quando a professora chamava a gente pra sentar e conversar. Eu amei esse projeto, quero participar todas as vezes”, disse.

A apresentação se encerrou com um grito coletivo para reafirmar a força da mulher, dizendo “sou mulher, sou amor, sou força, sou coragem”. Em um grande abraço coletivo, as participantes se emocionaram. A instrutora das aulas disse para as meninas continuarem a pensar sobre isso. “Espero que não fique só discurso, que saia do papel, que a gente bote em prática o que dizemos no verbo. Sejamos amor, sejamos respeito”, pontuou.

Foto: Fernando Pereira

A co-diretora do CRELPS, Neide Alves, disse que acha sempre bom que projetos de arte cheguem às instituições sociais. “Levanta a autoestima delas demais, incentiva muito elas para serem capazes de vencer. (…) O melhor é que foi uma semana bem tranquila, pois elas liberam muita energia”, comenta. “Eu olhava para as mensagens nos cartazes e via que elas estavam escrevendo a própria história de vida delas, dizendo “eu vou vencer”, através da dança elas estavam colocando para fora o que sentem”, completou.

O projeto é uma realização da Cia. Balançarte e conta com o incentivo financeiro do Governo do Estado de Pernambuco através do Edital Funcultura Geral 2017. Essas ações fazem parte do segundo ciclo do circuito, sediado na Associação das Mulheres Rendeiras, que também atende mulheres e jovens em situação de risco social. “Entendemos que quem frequenta esses lugares vem de várias periferias para cá”, explica Marcos Aurélio Soares, coordenador do circuito.

 

Por Adriano Alves

 

 

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Jovens do Bairro Fernando Idalino apresentarão mostra de dança

Atividade encerra ciclo do 1° Circuito de Dança na Periferia de Petrolina

Foto: Fernando Pereira – Abajur Soluções

Os alunos da Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin, no Bairro Fernando Idalino, se preparam para apresentar uma mostra pedagógica como resultados das oficinas oferecidas pelo 1° Circuito de Dança na Periferia, que iniciaram no começo de agosto. A mostra será amanhã (11), às 11h, na própria escola, sendo também aberta para toda comunidade de forma gratuita.

Estudantes entre 12 e 16 anos estão participando das atividades, experimentando diversas linguagens da dança, como a contemporânea e ritmos populares. A mostra contará com a mesma diversidade nas coreografias, permitindo que eles demonstrem o aprendizado e compartilhem com colegas e familiares.

Foto: Fernando Pereira – Abajur Soluções

A professora Beatriz Souza foi a responsável por apresentar passo a passo das danças tradicionais da Cultura Popular nordestina, incentivando que os alunos conheçam mais da história do seu povo. “Eu acho sempre muito gratificante ministrar oficinas de dança popular, oferecer outro universo a eles para além das danças mais cotidianas que chegam a denegrir a imagem das mulheres. Ensinar para eles que isso também é bom e que enaltece sua própria história, sua ancestralidade”, comenta Beatriz.

Foto: Fernando Pereira – Abajur Soluções

Nos ciclos de atividades seguintes, o circuito deve chegar aos bairros José e Maria (na Associação das Mulheres Rendeiras), Rio Corrente (no Cine-teatro CEU das Águas) e João de Deus (no Centro Paroquial). Os grupos parceiros que se apresentam são a Cia. de Dança do Sesc Petrolina, a Confraria 27, o Coletivo Trippé, a Cleybson Lima Produções, o Coletivo Incomum, o  H2Om Crew, e a própria Cia. Balançarte, realizadora do projeto.

Foto: Fernando Pereira – Abajur Soluções

Por Adriano Alves

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1° Circuito de Dança na Periferia é lançado em Petrolina-PE

Esse é o primeiro ciclo do circuito na cidade, que continua com atividades na escola durante dois meses, incluindo oficinas, apresentações e mostra pedagógica. Estudantes de 04 a 13 anos terão a possibilidade de, além de assistir trabalhos de grupos de dança profissionais e conversar com eles, experienciar a criação artística em aulas de diversas linguagens e ritmos.

Foto: Thierry Oliveira / Abajur Soluções

Ao som de gritos de empolgação e palmas no ritmo da música, assim foi a recepção dos alunos da Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin ao 1° Circuito de Dança na Periferia. A primeira atividade do projeto no Bairro Fernando Idalino aconteceu neste sábado (25) pela manhã, quando foram apresentadas coreografias de danças urbanas pelo grupo H2Om Crew, atendendo mais de 300 crianças e jovens da comunidade.

Esse é o primeiro ciclo do circuito na cidade, que continua com atividades na escola durante dois meses, incluindo oficinas, apresentações e mostra pedagógica. Estudantes de 04 a 13 anos terão a possibilidade de, além de assistir trabalhos de grupos de dança profissionais e conversar com eles, experienciar a criação artística em aulas de diversas linguagens e ritmos.

Foto: Thierry Oliveira / Abajur Soluções

A gestora da unidade, Maria Lúcia Gomes Pereira Lima, disse esperar que o projeto colabore com a dinâmica da escola para atrair mais o interesse dos estudantes.  “A criança gosta disso, de movimento, de coisa diferente. A dança tem esse poder. Aqui é uma escola de uma comunidade carente de muitas coisas e a gente tem enfrentando um problema sério de indisciplina. Eu vejo esse projeto como uma oportunidade de trazer mais a atenção dos alunos”, afirma.

Depois de assistir a apresentação do grupo, o público teve uma conversa para conhecer melhor sobre o trabalho que o H2Om desenvolve. Durante o bate-papo, foi explicado sobre a cultura do Hip Hop, que une dança e outras linguagens. O coreógrafo Vitor Vondutch disse achar muito importante uma programação de dança nos bairros. “O Hip Hop é um movimento que surge na periferia, então não há nada mais interessante para a gente do que dançar aqui”, comentou.

Foto: Thierry Oliveira / Abajur Soluções

Atividades no Bairro Fernando Idalino

O 1° Circuito de Dança na Periferia continua com ações na Escola Municipal Professor Nicolau Boscardin até o dia 11 de outubro. De 28 de agosto até 10 de outubro, acontecem três oficinas de dança, sempre de terça a quinta-feira. Mais um grupo se apresenta na escola no dia 15 de setembro, a Cia. de Dança do Sesc Petrolina com o ‘Eu Vim da Ilha’, às 19h, aberto para toda a comunidade do Bairro Fernando Idalino. As atividades se encerram com uma mostra pedagógica, quando os alunos apresentam os resultados das aulas.

Nos ciclos de atividades seguintes, o circuito deve chegar aos bairros José e Maria (na Associação das Mulheres Rendeiras), Rio Corrente (no Cine-teatro CEU das Águas) e João de Deus (no Centro Paroquial). Os grupos parceiros que se apresentam são a Cia. de Dança do Sesc Petrolina, a Confraria 27, o Coletivo Trippé, a Cleybson Lima Produções, o Coletivo Incomum, o  H2Om Crew, e a própria Cia. Balançarte, realizadora do projeto.

 

Por Adriano Alves / Agência Virabólica

Foto: Divulgação

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Balançarte faz temporada de Batuques nos dias 16 e 17

Espetáculo entra em temporada no Teatro Dona Amélia, se apresentando nesse sábado (16) e domingo (17), sempre às 20h.

credito-lara-micol-iiUma dança de celebração ao povo negro, o espetáculo Batuques, mais recente criação da Cia. Balançarte, traz para a cena uma pesquisa coreográfica baseada na ancestralidade e o encontro de linguagens entre dança e música. O espetáculo entra em temporada no Teatro Dona Amélia, se apresentando nesse sábado (16) e domingo (17), sempre às 20h.

Esse trabalho marca os 10 anos da companhia, que vem investindo em uma dança que parte das manifestações populares em sua pesquisa. “A companhia sempre buscou inspiração na Cultura Popular nos seus processos criativos e a cultura afro-brasileira sempre esteve presente nesses processos, em Batuques a temática afro é tomada enquanto foco e suas vertentes do canto, da percussão e da dança são exploradas para a criação cênica e entrecruzadas com as vivências dos dançarinos nesse universo, onde a força do cantar-dançar-batucar surge como festa e religião, sagrado e profano, dor e alegria de quem se fez forte porque teve que lutar e das histórias de persistência trazem suas vitórias”, afirma Marcos Aurélio, diretor artístico.credito-lara-micol

Como o espetáculo, a temporada também é uma produção independente da Cia. Balançarte, que conta com a parceria do Sesc Petrolina, do Studio Cintia Melo Pilates, da Abajur Soluções Audiovisuais, do Humus Cultural e do Impulso Pré-vestibular e Concursos. Para mais informações sobre as apresentações é só acessar a página da companhia no Facebook, facebook.com/ciabalancarte, ou entrar em contato pelos telefones (87) 9.8847-2239 / 9.8851-6928, como também pelo email cia.balancarte@hotmail.com.

Serviço:

Espetáculo Batuques, da Cia. Balançarte.

Quando: 15 e 16/10/2016, às 20h.

Local: Teatro Dona Amélia – Sesc Petrolina, Av. Fernando Góes, Centro de Petrolina.

Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

Sinopse:

A Cia Balançarte propõe uma celebração ao povo negro, através de Batuques, onde corpos lançados ao mar e lembranças ancestrais levam a uma travessia conduzida pelas performances afro, sendo a respiração, a voz e o corpo os principais instrumentos para compor a música e a cena. Por meio de sons, somos chamados a aguçar os sentidos onde dançarinos e público não se diferenciam, fazendo parte da cena e ocupando o mesmo espaço, dividindo sensações a partir de sonoridades e sendo conduzidos a se despir e revisitar antigas memórias ancestrais através do batuque, do canto e da dança.

img-20161009-wa0028Ficha Técnica:

Direção Geral: Marcos Aurélio Soares / Direção Musical e Arranjos: Antônio Pablo / Direção de Encenação e Dramaturgia Corporal: Renata Camargo / Ensaiadora: Carol Andrade / Composições e Criação de Figurinos: Fernanda Luz / Confecção de Figurinos: Maria Rodrigues / Bordado: Mulheres Rendeiras (Angelita e Lucia) / Criação de Luz: Carlos Tiago / Ambientação: Marcos Aurélio Soares e Paulo Júnior / Execução de Sonoplastia: Paulo Júnior / Gravação: Studio Maximize (Gargamel) / Assistentes de Produção: Elizabete Soares e Thiago Rodrigues / Intérpretes-criadores: Antônio Pablo, Fernanda Luz, Ingrid Beatriz e Marcos Aurélio Soares / Produção e Realização: Cia Balançarte.

Texto: Adriano Alves

Foto: Lara Micol