Notícias

Governo interrompe bolsas do Ciência sem Fronteiras no exterior

Reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira, 27, mostra vários casos de bolsistas do programa Ciências Sem Fronteiras que tiveram a bolsa mensal interrompida indefinidamente após parecer negativo da Capes; especulação entre os estudantes é que o governo está cortando bolsas no exterior para reduzir custos, diante da atual crise econômica; investimento mensal para manter um bolsista de doutorado pleno nos EUA é de R$6.000, e no Reino Unido, de R$ 8.000; Capes nega que haja cortes de bolsas

Estudantes de doutorado pleno no exterior do programa federal de intercâmbio Ciência sem Fronteiras estão enfrentando problemas para renovar a concessão de suas bolsas –o que já tem deixado alguns deles sem dinheiro ou em situação ilegal no país em que estudam.

Reportagem da Folha de S. Paulo desta segunda-feira, 27, mostra vários casos de bolsistas que tiveram a bolsa mensal interrompida indefinidamente após parecer negativo da Capes, agência federal que participa do programa Ciência sem Fronteiras pelo MEC (Ministério da Educação).

Há 2.713 alunos de doutorado com bolsa plena do governo federal fora do país. A especulação entre os estudantes é que o governo está cortando bolsas no exterior para reduzir custos, diante da atual crise econômica. Para se ter uma ideia, o investimento mensal para manter um bolsista de doutorado pleno nos EUA –onde há 573 deles–, em cidade considerada “de alto custo”, é de U$1.700 (quase R$6.000). No Reino Unido, que tem 504 bolsistas de doutorado pleno, o investimento mensal do governo com cada doutorando é de quase R$8.000 em cidades de alto custo.

A Capes negou que haja cortes e que renovação da concessão da bolsa não é automática.

Criado em 2011 como pupila do governo Dilma Rousseff com objetivo de enviar 101 mil estudantes para as melhores universidades do mundo, o Ciência sem Fronteiras tem sido alvo de críticas.

Notícias

Ambulatório de Saúde Mental funciona a partir de hoje no CAPS II em Juazeiro

Os profissionais que estarão atendendo no ambulatório são Drº Godson Texeira, Drº Theogenes Guimarães e Drª Viviane Porto.

O ambulatório de Saúde Mental responsável por serviços de psiquiatria, programa de Alzheimer e Parkinson irá funcionar a partir desta segunda-feira (16), no Centro de Atenção Psicossocial – CAPS II, localizado na Rua 01, s/n, Bairro Cajueiro, em Juazeiro.

Os atendimentos que antes eram realizados no prédio do CERPRIS foram transferidos para o CAPS II com o intuito de proporcionar aos pacientes um melhor atendimento e mais conforto. Os profissionais que estarão atendendo no ambulatório são Drº Godson Texeira, Drº Theogenes Guimarães e Drª Viviane Porto.

 

Notícias

Experiência exitosas do CAPS II de Petrolina são apresentadas no III Congrefor

Foram apresentados trabalhos científicos e uma mostra fotográfica sobre o Centro de Atenção Psicossocial

02d2c304-e998-4c2e-929f-29d6136bdba0
Durante os dia 09 e 10/11, dois trabalhos científicos e uma mostra fotográfica sobre o Centro de Atenção Psicossocial de Petrolina (CAPS II) foram apresentados no III Congresso do Vale do São Francisco de Formação para o SUS (Congrefor).

O trabalho científico “Implantação do serviço de Atenção Farmacêutica aos usuários do Caps II”, da farmacêutica Micaele Novaes, fala sobre a importância da atuação do profissional. “Sua inserção contribui na adesão ao tratamento; na promoção do uso racional dos medicamentos; redução dos problemas relacionados aos medicamentos, além de informar sobre a doença e seus agravos contribuindo para o sucesso terapêutico e melhoria da qualidade de vida dos usuários”, pontuou.

Já o trabalho de exposição fotográfica, das estagiárias do curso de Psicologia da Univasf, retrata o cecd96e3e-d615-4b45-8b0e-32449004875fotidiano dos pacientes. E o terceiro trabalho das psicólogas Geiziane e Michele explana sobre a experiência de estágio no CAPS II.

“É muito satisfatório ver o reconhecimento do trabalho de toda equipe do CAPS II. Nosso foco é sempre melhorar o serviço, por isso implantamos a atividade física, a assistência farmacêutica na unidade entre outros serviços. Provavelmente vamos incorporar ao cronograma de 2016 novas atividades como oficinas de música, teatro e fotografia”, concluiu a coordenadora da unidade, Adriana Lira.

Ascom