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Produtos orgânicos mais baratos em Petrolina

Banana, alface, laranja, macaxeira e até feijão são comercializados diretamente pelo agricultor familiar.

organicocopa-13-06-2014Alimentos mais nutritivos e livres de agrotóxicos podem ser encontrados a preço justo todas as quartas-feiras nas dependências do Sesc Petrolina, localizado no centro da cidade. Itens como banana, alface, laranja, macaxeira e até feijão são comercializados diretamente pelo agricultor familiar. A iniciativa, que funciona das 12h às 16h, é uma parceria entre os Produtores Orgânico do Vale do São Francisco (Aprovasf).

Semanalmente, os visitantes da feira poderão adquirir os alimentos em sete barracas de vendas. Os itens são produzidos por sete agricultores e a iniciativa já beneficiou aproximadamente 200 pessoas. “Nosso objetivo é proporcionar uma alimentação saudável com produtos variados e de qualidade e, além disso, estimular o trabalho dos pequenos produtores”, explicou a coordenadora de Sustentabilidade Ambiental do Sesc, Elisabete Lacerda. As informações são da assessoria. (Foto:ilustrativa).

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Pró-Semiárido vai investir na agricultura familiar no Território do Sertão do São Francisco

Projeto tem como objetivo atender 70 mil famílias da zona rural com a construção de agroindústrias, sistemas de abastecimento de água, formação técnica e atuação em redes de cooperação socioprodutiva, a partir das demandas apresentadas pelas comunidades.

img-0810O projeto Pró-Semiárido, da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), que foi apresentado nesta quarta-feira (15), na unidade do Serviço Territorial de Apoio a Agricultura Familiar (Setaf), em Juazeiro, terá um volume de recursos na ordem de 228 milhões de reais direcionados para o fortalecimento de grupos produtivos do Semiárido baiano, do modo especial, relacionados a produção familiar.

Os recursos para o projeto são frutos de contrato assinado entre o governo do Estado e o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida) e tem como objetivo atender 70 mil famílias da zona rural com a construção de agroindústrias, sistemas de abastecimento de água, formação técnica e atuação em redes de cooperação socioprodutiva, a partir das demandas apresentadas pelas comunidades. O projeto inicia com um levantamento sobre o potencial produtivo de cada localidade, em seguida, uma equipe interdisciplinar vai levar orientações e implementações de atividades que incentivem as cadeias produtivas da fruticultura da Caatinga, do mel, da ovinocaprinocultura dentre outras.

Comunidades tradicionais como: pescadores/as, extrativistas, quilombolas e fundo de pastos, são contempladas no projeto de forma prioritária. De acordo com o diretor presidente da CAR, Wilson Dias, essas populações foram historicamente desassistidas de políticas públicas de inclusão produtiva, mas que agora, junto com entidades executoras do projeto, terão uma oportunidade excelente de incrementar os arranjos produtivos de base familiar que existem nessas comunidades.

No Território de Identidade do Sertão do São Francisco serão contemplados os municípios de Casa Nova, Curaçá, Juazeiro, Remanso, Sento Sé, Sobradinho, Campo Alegre de Lourdes, Pilão Arcado e Uauá. Nessa região, entidades que já desenvolvem projetos de Convivência com o Semiárido a exemplo do Irpaa de Juazeiro, do Sasop de Remanso, da Coopercuc de Uauá e do Sajuc de Sobradinho, serão também executoras desse importante projeto que tem a duração prevista para seis anos.

Texto e Foto: Comunicação Irpaa

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Vila da Agricultura Familiar é atração na Fenagri 2016

Já foi definido o projeto da Vila da Agricultura Familiar, que será montada entre os dias 25 e 28 de maio no Centro de Convenções de Petrolina.

agriculturaOs agricultores familiares do Vale do São Francisco vão divulgar seus produtos, expor iniciativas bem sucedidas da pequena agroindústria e fechar novos negócios durante a 26ª edição da Feira Nacional da Agricultura Irrigada – Fenagri 2016. Já foi definido o projeto da Vila da Agricultura Familiar, que será montada entre os dias 25 e 28 de maio no Centro de Convenções de Petrolina.

De olho na categoria que produz 70% do alimento consumido nas casas brasileiras, a coordenação da Fenagri 2016 vai reunir pequenos produtores rurais de várias partes do interior do município e de cidades vizinhas para um encontro com o agronegócio regional.

“Além dos 30 estandes do agricultor familiar, a Vila terá apresentações culturais e uma praça de alimentação e lazer. Ou seja, uma feira dentro de outra feira” explica Isália Damascena, presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura Familiar (Sintraf), que divide com a Prefeitura de Petrolina e a Câmara de Fruticultura a realização do evento.

Agricultura Familiar

Dados levantados pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) mostram que o pequeno agricultor ocupa hoje papel principal na cadeia produtiva do país. Esse grupo produz 87% da mandioca, 70% do feijão, 59% da carne suína, 58% do leite, 50% da carne de aves e 46% do milho, que abastecem o mercado consumidor brasileiro.A importância da agricultura familiar também pode ser visto através dos investimentos. Ano passado, Pernambuco aumentou de R$ 494 milhões investidos no setor, em 2014, para R$ 550 milhões em 2015/2016. Segundo o MDA, 115 mil famílias vivem da agricultura familiar no estado.

A agricultura familiar também será destaque na Fenagri 2016, através do Primeiro Encontro de Negócios, que pretende movimentar mais de R$5 milhões e aproximar os pequenos empresários do agronegócio, as cooperativas, da rede de distribuição e do mercado regional. O evento será realizado pela Unidade do Sebrae Sertão do São Francisco  no dia 26, das 16h às 22h. A entidade vai disponibilizar ainda transporte para que, mais de 100 produtores agrícolas de Lagoa Grande, e dos projetos de irrigação Fulgêncio, em Santa Maria da Boa Vista, e Brígida, em Orocó, participem da Feira.

Além da Vila da Agricultura Familiar e do Encontro de Negócios, a programação da Fenagri 2016 inclui ainda o Seminário Agroindústrias no Vale – bases legais e tecnológicas para expansão de mercado e uma série de Minicursos. A Feira, para exposição de produtos e serviços, será montada numa área de 10 mil metros quadrados e espera receber um público estimado em 50 mil pessoas. (Fonte: Clas Comunicação & Marketing).

 

 

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Agricultura familiar terá destaque na Fenagri 2016

Primeiro Encontro de Negócios deve movimentar mais de R$5 milhões.

agricultura-familiarA agricultura familiar será valorizada na 26ª edição da Feira Nacional da Agricultura Irrigada – Fenagri 2016, que será realizada no Centro de Convenções Senador Nilo Coelho, em Petrolina, de 25 a 28 de maio. No evento, a Unidade do Sebrae Sertão do São Francisco vai realizar o Encontro de Negócios, com o objetivo de aproximar os pequenos empresários do agronegócio, as cooperativas, da rede de distribuição e do mercado regional.

O Encontro, que acontecerá no dia 26, das 16h às 22h, deve reunir pequenos produtores, instituições financeiras e de desenvolvimento rural, além de comerciantes. “É um modelo inédito. É a primeira vez que a gente vai fazer essa aproximação da produção local com o distribuidor regional. Existem muitos hotéis, restaurantes, muitos supermercados, mercadinhos, atacadistas regionais, que não conhecem a produção da agricultura familiar dessas pequenas cooperativas. Outras vezes, a cooperativa não sabe como chegar a esses mercados”, explicou o gestor do projeto de Agronegócios do Sebrae, Domingos Sávio Guimarães.

De acordo com Domingos, a meta inicial é movimentar R$ 5 milhões em negócios.  “O foco é dar visibilidade ao que é produzido aqui pela agricultura familiar, pelas cooperativas”, destacou.

  CARAVANA 

O Sebrae vai disponibilizar transporte para que, mais de cem produtores agrícolas de Lagoa Grande, e dos projetos de irrigação Fulgêncio, em Santa Maria da Boa Vista, e Brígida, em Orocó, participem da Feira.  “Vamos criar uma logística para que esses pequenos produtores possam vir, conhecer novas tecnologias, os produtos e serviços e participar do seminário”, afirmou Domingos Sávio.

Quem visitar o estande institucional do Sebrae na Fenagri vai conhecer um pouco mais sobre as ações do novo projeto de Agronegócios desenvolvido pela unidade. Para dar maior visibilidade aos seus produtos, as pequenas agroindústrias contarão com dez estandes.  Segundo a gerente da Unidade do Sertão do Francisco do Sebrae, Edneide Libório, caravanas de outros Estados também devem participar da Feira. “Estamos articulando esta ação com o Sebrae em outros Estados. De Alagoas, já temos confirmada a participação de uma caravana com quarenta produtores”, informou.

A Fenagri 2016 é realizada pela Prefeitura de Petrolina, Câmara de Fruticultura e Sindicato da Agricultura Familiar. Além do Encontro de Negócios, a programação inclui ainda o Seminário Agroindústrias no Vale – bases legais e tecnológicas para expansão de mercado,Minicursos e a Vila da Agricultura Familiar. A Feira, para exposição de produtos e serviços, será montada numa área de 10 mil metros quadrados  e espera receber um público estimado em 50 mil pessoas.

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Agricultores tem até dia 30 para saldar dívidas com o Pronaf

Segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente 203 mil produtores estão em dívida com o programa.

MDA1Mesmo com desconto de até 70% da dívida em atraso, a procura de assentados e beneficiários do crédito fundiário para quitar os empréstimos com o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é baixa. O prazo, que estava encerrado desde 30 de junho de 2015, foi reaberto até 30 de dezembro deste ano

Segundo levantamento do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA), atualmente 203 mil produtores estão em dívida com o programa. Dos 100 mil agricultores que acessaram o crédito pelo Banco do Brasil, 30% solicitaram a liquidação das dívidas. Pelo Banco da Amazônia (Basa), dos quase 30 mil devedores, 6 mil renegociaram ou quitaram os débitos. Pelo Banco do Nordeste (BNB), são 40 mil que podem solicitar o serviço.

De acordo com o gerente em exercício do Ambiente de Microfinança Rural e Agricultura Familiar do Banco do Nordeste, Máximo Antônio Cavalcante Sales, o saldo devedor na instituição é de R$ 538,5 milhões. Foram formalizadas 3.504 renegociações e a expectativa para este mês de dezembro é de mais 170.

thEm setembro deste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu reabrir o prazo para agricultores familiares liquidarem operações de crédito rural contratadas no âmbito do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

De acordo com a resolução do CMN, quem optar pela liquidação poderá ter abatimento de 70% sobre o saldo devedor atualizado. Ou seja, o produtor pode pagar somente 30% da dívida. Mas, para isso, tem de quitar todo o saldo devedor.

Como quitar a dívida

A liquidação de débito das famílias que obtiveram crédito pelo Banco do Brasil pode ser feita pela internet, na Sala da Cidadania. Os produtores que pegaram os empréstimos no Banco da Amazônia ou no Banco do Nordeste precisam procurar as agências bancárias para fazer a renegociação.

Na Sala de Cidadania, o produtor deve entrar no campo Assentamento com data de nascimento e CPF. Em seguida, deve selecionar o nome da mãe e preencher um cadastro, com dados pessoais e da unidade familiar – os que tiverem um asterisco são obrigatórios, como email e celular. Após o preenchimento, abrirá uma nova tela com a opção de liquidar a dívida. Confirmada a opção, o sistema gerará um boleto para pagamento em até 15 dias.

Mesmo com o acesso pela internet, o Banco do Brasil orienta os produtores a procurarem uma agência para buscar informações sobre os procedimentos operacionais de renegociação.

http://agenciabrasil.ebc.com.br/

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Em Salvador, cerveja de umbu é um dos destaques da Feira da Agricultura Familiar

A produção da bebida é resultado da associação da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) e uma empresa mineira.

cerveja de umbuO público visitante da VI Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Febapes), que acontece em paralelo à Fenagro, até o próximo domingo (6), no Parque de Exposições de Salvador, vai ter a oportunidade de conhecer e degustar a cerveja de umbu. A fruta nativa da caatinga de sabor agridoce e rica em vitamina C se juntou ao malte, ao lúpulo e a levedura e resultou na fabricação de uma inédita cerveja artesanal, batizada de Saison Umbu.

A produção da bebida é resultado da associação da Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos, Uauá e Curaçá (Coopercuc) e uma empresa mineira especializada em cervejas com frutas e especiarias brasileiras cultivadas em comunidades nativas. A cerveja tem em sua composição 10% da fruta e 6,2% de álcool. A acidez, doçura e perfume do umbu equilibram-se com os aromas e sabores frutados, cítricos e condimentados da refrescante Saison, estilo de cerveja originado na Bélgica que, tradicionalmente, inclui na produção ingredientes como sementes, especiarias e frutas.

A cerveja de umbu é produzida em lotes de 1,5 mil litros, na Cervejaria Krug Bier, em Nova Lima, Minas Gerais, sob o acompanhamento dos cervejeiros da empresa Experimento Beer em todo o processo, desde a brassagem (o cozimento do malte para converter em açúcares o amido dos grãos), passando pela fermentação e maturação, até o envase.

A Febafes é promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e a União Nacional das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes), com o objetivo de conceber um espaço para promoção, divulgação e comercialização dos produtos dos empreendimentos da agricultura familiar e da economia solidária, além de promover a capacitação dos expositores e agricultores familiares.

Uso sustentável da caatinga

A cooperativa tem 141 associados de 16 comunidades do semiárido baiano e envolve mais de 300 pessoas na produção de iguarias com qualidade e alto valor agregado. O umbu é o carro-chefe da produção, que sob a forma de compotas, geleias e doces é fornecido para alimentação escolar e a uma variedade de revendedores, desde a Rede Pão de Açúcar a empórios fair trade (comércio justo) na Europa. A maioria dos umbuzeiros da região tem mais de um século de existência e seguem produzindo.

A Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à SDR, vem contribuindo para o fortalecimento da Coopercuc, por meio, por exemplo, da implantação do projeto de Manejo Sustentável e Beneficiamento de Frutas, na comunidade de Jaquinicó, no município de Curaçá.

A agricultora Maria do Socorro dos Santos afirma que, no início, o trabalho era feito de forma artesanal e nas cozinhas das casas. “A gente se reunia na casa de alguém, mas era um processo bem complicado, pois os espaços das cozinhas não eram adequados nem suficientes para comportar o número de dez ou mais pessoas trabalhando ao mesmo tempo”.

Um grupo de 14 mulheres começou as primeiras experiências, comercializando nas feiras livres da região com uma barraca própria. “Com a ajuda da CAR, conseguimos nos organizar e hoje temos uma estrutura para produzir nosso produto e formamos uma parceria com a Coopercuc, que tem sua sede em Uauá”, enfatiza a agricultora.

A ação teve o objetivo de contribuir com o fortalecimento do trabalho iniciado pela Coopercuc, no município de Curaçá, implementando um sistema de aproveitamento e beneficiamento de frutas nativas e de uso sustentável da caatinga. Além disso, de promover a preservação do Bioma Caatinga por meio do aproveitamento e beneficiamento das frutas nativa da caatinga, gerando renda para as famílias. O projeto consistiu na implantação de uma mini unidade de processamento de frutas.

Fonte: Ascom/Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR)/Bahia

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Assentados fornecem 45% dos alimentos em escolas, hospitais e asilos de Petrolina (PE) em 2015

Metade dos alimentos que chegam aos estudantes de escolas públicas e creches, assim como aos pacientes de hospitais e asilos de Petrolina (PE) em 2015 são provenientes do trabalho de famílias assentadas na região do Médio São Francisco.

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Metade dos alimentos que chegam aos estudantes de escolas públicas e creches, assim como aos pacientes de hospitais e asilos de Petrolina (PE) em 2015 são provenientes do trabalho de famílias assentadas na região do Médio São Francisco. Os dados sobre a importância dos assentados da reforma agrária para o abastecimento alimentar em cidades-pólo regionais como Petrolina são provenientes do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).

Do total de R$ 2,156 milhões movimentados pelo programa em Petrolina no ano de 2015, os assentamentos da reforma agrária responderam por R$ 988 mil, ou seja, 45% do total.

O programa adquiriu alimentos produzidos por 152 famílias de trabalhadores rurais assentados. A inclusão no PAA se deu por meio da Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) oferecida pelo Incra Médio São Francisco e empresas conveniadas, o caso a Diamantina.

Estão envolvidos os assentamentos Mandacaru, Nossa Senhora de Fátima, Lindolpho Silva e Esperança. Juntos eles fornecem ao PAA todas as quartas-feiras uma tonelada de doces e geleias; 300 kg de hortaliças, 100 kg de paçocas, proporcionando uma renda fixa de R$ 541 mensais a cada família.

Para o agricultor Mário Luiz Nonato, do Nossa Senhora de Fátima, o PAA é um programa de importância ímpar por fortalecer o pequeno produtor por meio da garantia de uma renda extra: “O programa de aquisição permite ao pequeno agricultor uma renda a mais por ser um canal alternativo de comercialização, caso ele seja selecionado para participar, sendo selecionado para fazer parte do grupo, durante um ano temos aquele recurso mensal assegurado” explica.

Entenda o PAA

Criado em 2003, o PAA é uma ação do Governo Federal de combate a fome e fortalecimento da agricultura familiar. Para isso, utiliza ferramentas de comercialização que favoreça a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações, estimulando os processos de agregação de valor a produção.

A estimativa do governo federal é destinar, no mínimo, 30% dos recursos aplicados na aquisição de alimentos para produtores da agricultura familiar, representando um recurso de R$ 1,3 bilhão.

Quem compra –  As compras são permitidas para quem fornece alimentação, como hospitais, quartéis, presídios, restaurantes universitários, refeitórios de creches e escolas filantrópicas, entre outros.

Quem vende –  Agricultores e agricultoras familiares, assentados da reforma agrária, silvicultores, aquicultores, extrativistas, pescadores artesanais, comunidades indígenas, comunidades quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais que possuam Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP). As cooperativas e outras organizações que possuam DAP Jurídica também podem vender nesta modalidade, desde que respeitado o limite por unidade familiar.

Execução – Até o momento, aproximadamente 60 organizações da agricultura familiar já venderam R$ 97,4 milhões em produtos na modalidade. Pela modalidade, cada família pode vender R$ 20 mil por ano, por órgão comprador, independente dos fornecedores participarem de outras modalidades do PAA e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). Os principais produtos comercializados são itens de hortifruti, grãos, laticínios e orgânicos.

Do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – INCRA