Publicado em 18 de julho de 2017 às 11:51

A amiga genial

“Isso me fez pensar no quanto estamos dispostos a construir relações duradouras e honestas. E o quanto isso é difícil.” Por Edianne Nobre

Publicado em 5 de julho de 2017 às 15:17

Gypsy ou a terapia como descoberta da cigana que mora em mim

Estar fora de si é, na verdade, olhar para o âmago e permitir aflorar tudo o que a sociedade reprime. Por Edianne Nobre*

Publicado em 20 de junho de 2017 às 11:06

Sou bi e… meu corpo não é invisível

“Vistos como indecisos, promíscuos e/ou infiéis, os bissexuais sofrem bifobia dentro e fora da comunidade LGBT”. Por Edianne Nobre

Publicado em 10 de junho de 2017 às 15:14

Sobre apego e o vazio nas relações contemporâneas

“Mas cada pessoa traz uma bagagem e o medo de que experiências do passado se repitam não vão resolver nossa solidão no presente.” Por Edianne Nobre

Publicado em 2 de junho de 2017 às 12:12

Do direito à tristeza

Não precisa ser um gênio para perceber a tristeza no outro, mas precisa muita coragem para chegar perto e oferecer um ombro.

Publicado em 2 de janeiro de 2017 às 09:52

Precisamos falar sobre a morte

‘Então, eu me pergunto, por que cargas d’água vivemos tão mal? Por que as pessoas dão mais valor aos bens materiais e ao dinheiro do que aos momentos e às relações pessoais? Por que superestimamos esse corpo-sepulcro, como dizia Platão, que nos aprisiona?’. Por Edianne Nobre

Publicado em 15 de dezembro de 2016 às 14:36

Cultura surda e a necessidade de quebrar as barreiras na comunicação

‘Nós, seres humanos, tendemos a reforçar uma imagem distorcida de quem é diferente da norma estabelecida, é difícil aceitar a diversidade’. Por Edianne Nobre

Publicado em 5 de dezembro de 2016 às 15:21

Sobre como se recuperar de uma ressaca

‘Ressaca braba de tantas coisas ruins que aconteceram este ano’. Por Edianne Nobre

Publicado em 2 de setembro de 2016 às 11:07

Eu também vou reclamar: um desabafo sobre intolerância, sobrevivência e a utopia de uma sociedade alternativa

O negócio agora é fazermos o que sabemos melhor: sobreviver. Se é de batalhas que se vive a vida, tentemos outra vez.

Publicado em 19 de agosto de 2016 às 09:24

Pequeno glossário do machismo nosso de cada dia

Se você é do tipo que acha que mulher que usa roupa curta, sai à noite para beber com as amigas ou rejeita uma cantada está pedindo para ser violentada, então você compactua e estimula a cultura do estupro. Por Edianne Nobre