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“Se for o golpe de Osinaldo Sousa, não ficava em pé”, afirma presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania”

O vereador Osinaldo Sousa (PTB) se refere a agressão física do deputado federal Gonzaga Patriota (PSB) ao vereador Gilmar Santos (PT). Confira o Vídeo

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Osinaldo Souza Foto PRETO NO BRANCO’

Foi pauta na sessão de terça-feira, 10, na Casa Plínio Amorim, a agressão sofrida pelo vereador Gilmar Santos (PT) . Mesmo não sendo um assunto que sensibilizou seus pares, haja vista que quase cem por cento dos vereadores não se solidarizaram nem repudiaram tal ato de violência, alguns deles, inclusive, fizeram tentativas de defesa do agressor. O apoio ao agredido veio de organizações sociais, artistas, estudantes, professores e partidos de esquerda que ocuparam as galerias para, em um ato político, repudiar o estado de exceção que se instalou em nosso país e, com isso, demonstrar solidariedade ao vereador do Partido dos Trabalhadores.

Diante dessa agressão protagonizada pelo deputado federal Gonzaga Patriota (PSB), o vereador Osinaldo Sousa (PTB), presidente da Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal, utilizou seu tempo de fala para, mais uma vez, incitar a violência. Do púlpito, em postura extremamente machista, com performance de uma possível macheza, própria daqueles que não respeitam a humanidade do outro, não tem zelo pela convivência da diferença e pela cultura de paz, disparou: “Se for o golpe de Osinaldo Sousa, não ficava em pé”. Esse é o mesmo parlamentar que tripudiou do assassinato da vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (PSOL), na ocasião ele afirmou que a parlamentar tinha sido assassinada pelos vagabundos defendidos por ela.

Confira seu discurso no vídeo abaixo:

 

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