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Calendário 2021 faz um recorte das artes plásticas no Vale do São Francisco

Segundo o diretor da Clas Comunicação e Marketing e idealizador da Série, Carlos Laerte, o Calendário é “um diversificado inventário poético que mescla tons claros e escuros com emoções, olhares e falas à sombra e em surpreendentes variações de luz”, ressalta.

 A série de Calendários da Clas Comunicação e Marketing, que em 17 edições contínuas já expôs temas como os cartões postais de Petrolina – PE e Juazeiro – BA, em 2004, As Flores da Caatinga, em 2006 e a Poesia de Manuca Almeida, no ano passado, agora nos brinda com o anuário ‘Os meses e suas cores’.

Em parceria com a Cadan Distribuição e a Gráfica Bandeirante, o Calendário 2021, distribuído gratuitamente, faz um recorte da produção de artes plásticas do Vale do São Francisco, reproduzindo em cada folha/mês uma obra de 12 dos artistas em atuação e de maior evidência nas narrativas pictóricas regionais.

Segundo o diretor da Clas Comunicação e Marketing e idealizador da Série, Carlos Laerte, o Calendário é “um diversificado inventário poético que mescla tons claros e escuros com emoções, olhares e falas à sombra e em surpreendentes variações de luz”, ressalta.

Uma significativa reunião de obras em diferentes períodos, técnicas variadas, discursos idenitários e pinturas escolhidas pelos próprios artistas: Otoniel Fernandes Neto, Coelhão, Gerson Guerreiro, Rinaldo Lima, Gregório Braque, Cosme Cavalcanti, G. Pergentino, Milena Araújo, Bernadeth Cavalcanti, Paulo Henrique Reis, E. Duarte e Lenardo Salvatori.

Tudo para que a gente acompanhe o passar das horas deste ano 2021, desenhando com paz e luz o olhar de cada dia. E que o ‘Nosso Senhor Deus Pai’ nos acrescente em saúde, trabalho e arte tudo que 2020 nos faltou em cores, vida e poesia.

Temas anteriores da Série: Os Cartões Postais de Petrolina e Juazeiro (2004); As Imagens do Vale do São Francisco (2005); As Flores da Caatinga (2006); A Arte que Vem do Vale (2007); Fé e Folguedo (2008); Brincávamos Assim (2009); Paisagem de Interior (2010); Espetáculos do Vale do São Francisco (2011); Assim na Terra como no Céu de Celestino (2012); Olhar poesia (2013); Beleza pra Mim (2014), Artesanato de Petrolina (2015), Geraldo Azevedo, pelos raios desse sol, (2016); São Francisco – Reflexos de um Rio (2017); Noturno Vale do São Francisco (2018); Sentires em preto e branco (2019) e A Poesia de Manuca Almeida (2020). Ascom.